Portão

Cerca de 261 frases e pensamentos: Portão

Anota minha placa que minha rima passou a mil!
Tão rápido que seu radar nem viu!
Sai no portão da sua casa,
Mandei um bilhete pelo pombo correio, sem asas!
Mais rápido que a luz,
Se tiver curiosidade, enfia a cabeça no buraco negro, avestruz,
E vê se sua massa cefálica
Ainda guarda algum preconceito com a Africa.
Switch case:
- Caso exista: Corte os P - U - L - S - O -S
- Caso não:
Segue seu caminho de evolução!
Não temos opção,
O continente ainda está em S.O.S!
O povo ainda padece.

Inserida por AldoTeixeira

Sonho de todos os cachorros... que alguém esqueça o portao aberto para ele fugir... É o maior momento de felicidade dele!

Inserida por miromorais

A Ignorância é um Portão Alto
Para um mundo
De estreiteza
Infinita

Inserida por NiravaGulaboBeth

A sua pessoa certa pode estar por ai e você vem no portão da minha casa a essa hora? Eu sou a garota errada e é uma pena você gostar disso.

Inserida por lisaniacarvalho

O Passado é como um túnel que traz à sua vanguarda um grande e pesado portão.
Por que raios deixa-lo-íamos aberto?
Melhor assim, fechado.
Quem nos poderá garantir que dali não saltará algum monstro faminto, disposto a perturbar o melindroso Futuro?
Aos cadeados e correntes, pois!

(Fabi Braga, 05-05-2014. Editado.)

Inserida por fabitech

Eu namorava no carro , na praça e no portão.
Já você...Não sei não!!??

Inserida por nelsonsganzerla

Apressado, sai do prédio deixando o portão bater sozinho, ainda ajeitando a camisa por dentro da calça enquanto ligeiramente caminha.

Aperta o passo, não há tempo nem para olhar para os lados, apenas baixa os olhos para seu Tissot folgado no pulso esquerdo... A cada trinta segundos.

Dezembro, céu de brigadeiro, o sol a pino de quase meio dia faz grudar o tecido da camisa as suas costas. Sua fotofobia lhe faz apertar olhos protegendo-os da luz diurna; continua seu trote, não há tempo para procurar seu Rayban Clubmaster em meio à bagunça de papeis, livros, cédulas amassadas, moedas e dois maços de Marlboro em sua bolsa carteiro de couro.

Sinal vermelho, para bruscamente na calçada olhando o semáforo com a mão a frente da testa fazendo sombra aos olhos, não vê nitidamente as cores, baixa a cabeça correndo mais uma vez os olhos ao relógio, mas nota o cadarço desamarrado de seu velho tênis preferido e bem gasto por sua pisada pronada. Articulando num reflexo mental o movimento de como se abaixar rapidamente para amarar seu cadarço, ouve os sons da aceleração dos carros; sinal verde, não há tempo, continua seus ligeiros passos. Incomodado e pisando cautelosamente, agora sente seu tênis frouxo no pé.

A pisada manca lhe faz perder segundos preciosos, sua ira se aflora por estar em cima da hora e ter de desacelerar par dar passagem a uma senhora e seus três poodles negros, que encabrestados em suas guias tomam a calçada. Mais á frente, quatro idosos lado a lado caminham em passos letárgicos na inversão proporcional de sua pressa; em meio aos carros invade a pista, ultrapassa os anciãos e volta à calçada, um skatista vem em sua direção, incólume desvia mais uma vez.

Os batimentos já acelerados, respiração ofegante, rosto tomado em suor e metade da camisa molhada por fora da calça fazem esquecer-se do cadarço tocando o chão; seus passos rápidos se transformam num ritmo fundista embora sem sincronia; correndo variando os ritmos, desviando dos vendedores de eletrônicos, do carrinho de mão do fruteiro e do guardador de carros que monitora a vaga; esbarra no entregador de papeis com anúncios de compra de ouro, apenas acena discretamente o pedido de desculpas.

Não bate um vento, apenas o clima seco e sensação térmica de 46 graus; parado novamente no sinal, que acabara de avermelhar para o pedestre, encontra a lacuna do tempo para amarrar o cadarço, abaixa-se e assim o faz, ergue os olhos e avista a portaria do edifício do outro lado da rua na qual fará sua entrevista de emprego; assim que os carros param, ele segue desbravando seus últimos metros antes de cruzar a portaria espelhada e moderna.

Ainda com pisadas fortes adentra o edifício, sem muitas dificuldades se apresenta para a recepcionista no lobby central; corre para a porta do elevador que está parado no vigésimo terceiro andar; toca o indicador aceleradamente e renitente o botão para subir. Entre a contagem dos andares no visor eletrônico na parede e os olhos no relógio, sua ansiedade faz dos segundos virarem uma interminável espera.

Abrem-se as portas do elevador, sozinho ele entra, retira a anotação do endereço do bolso da camisa e diz o andar para o ascensorista; no segundo andar o elevador para, não há ninguém a espera; somente com a cabeça para fora o ascensorista anuncia a subida. Ninguém.
No monitor interno do elevador, informa as condições climáticas do dia, da hora e data.

Em seu primeiro momento de entretenimento, olhando a tela, o jovem apressado repara que de acordo com a hora do monitor, está adiantado quarenta minutos, olha seu relógio novamente; incrédulo consulta as horas ao ascensorista que lhe confere com as do monitor.
Soltando o ar dos pulmões num alivio imediato, vidra seus olhos mais uma vez ao monitor, sua pupila corre a tela até parar na data. Num estalo temporal busca sua anotação agora no bolso da calça.

Tomado de cólera solta três palavrões seguidos ao constatar que sua entrevista é no dia seguinte.

Inserida por ClaytonVasconcelos

Há muito não via as flores que plantei. O portão do jardim estava quebrado, o mato estava alto, a lâmpada queimada.
Estava encantada com os bûques, enfeitavam minha sala e ... a perfumava.

Mas hoje... Acordei precisando organizar meu jardim. Mexer na terra, ver minhas raízes, remover as pragas e cultivar minhas flores.

Inserida por LessaSoares

O corredor que me leva do portão até a área dos fundos da casa, onde está minha avó, nunca me pareceu tão longo. A casa, com a pintura ainda intacta, parece falar por si mesma, vencendo minha ansiedade pela sua força, pela dimensão de suas paredes, pela altura de seus telhados novos. Mas eu sei que, um dia, estas paredes estarão velhas e descascadas, como também se escurecerão suas telhas cor de terra. Entrarei por seus cômodos e verei que eles próprios parecerão cansados, sem elegância nenhuma. Sentirei saudades de minha avó e dos dias que se foram. Estarei velha e me sentarei, desta vez sozinha, para me lembrar de Corina e das conversas que tivemos." (Corina, 2007)

Inserida por hildadutra

Erva que leva!

É feriado, é sábado, domingo, não importa o dia, a erva
queima no portão dos desvairados, entra nas narinas dos
desavisados!

Enquanto isso os neurônios queimam, sobem junto com a
fumaça pelo ar! Dias passam, inteligência e beleza deixam
lugar a um monte de tolices, idiotices ditas, ridas, feridas!

Márcia Raphael.

Inserida por MarciaRaphael

Queria poder abrir o portão e sair correndo sem rumo.Psiu! Adriano,acorda para de sonhar.

Inserida por adrianosoares

Viver intensamente, eis a questão
Deis de que ouvi isso não sai do meu portão .

Inserida por Helom

Você só precisa de uma corrente de ouro para acorrentar o portão de ouro do seu coração de pedra.

Inserida por poetarenatosantos

Seis da tarde
Como era de se esperar
Ela pega
E me espera no portão
Diz que está muito louca
Prá beijar
E me beija com a boca
De paixão...

Inserida por usuario270136

Confie nos sonhos, pois neles está oculto o portão da eternidade.

Kahlil Gibran
DOUGLAS-KLOTZ, Neil (org.). O pequeno livro da vida. Rio de Janeiro: BestSeller, 2019.

Nota: Trecho do poema Confie nos sonhos.

...Mais
Inserida por escritorligeiro

O mundo – vertigem ascendente
Queda, barreira, fundo do mar
Estrada de pedras, pesado portão
... dois leões
O mormaço petrificado
A porta fechada
Bater? A intenção derrete nos dedos
A esteira vazia no canto da sala
A televisão ligada – a viagem de amanhã
Eu não vou chegar.
Não há tempo, só mormaço.

Inserida por karolinenogueira

⁠Quando o medo bater palma em teu portão, não se intimide, arme-se com o teu melhor sorriso, encha-se de fé e deixe que a tua coragem abra a porta.

Inserida por ednafrigato

Só, ela fecha.
Só, ela abre.
Ela, é a dona do portão.⁠

Inserida por hamilton_rodrigues_2

⁠Lembranças são como borboletas.
Chegam esvoaçando quando o portão da saudade está aberto...

⁠A felicidade não se espera sentado, e nem no portão, se espera com a plena certeza, que ela está por aí.

Inserida por hamilton_rodrigues_2