Porque sou assim
Nunca temas o mal, mas faça com que o mal sempre temas a ti. Digo isto, porque aqueles que temem o mal e a tirania, pelo medo, validam a sua existência. No entanto, o mal há de se dissipar para os que não temem a sua presença, e que inclusive, a usa com coragem e bravura para exercerem a bondade e a justiça, depois de muito combate-lo, o mal terá ao menos um único temor: você.
Deixe-me explicar o porquê não podemos dar conta do nosso inconsciente sozinho. Primeiro, imagine o seu inconsciente como a Lua e a sua consciência como à Terra, e imagine que o movimento físico de rotação seja igualmente similar ao movimento inconsciente-consciente das suas ações, nesse sentido, da Terra só podemos ver o lado aparente da Lua, bem como, sozinhos e ainda que nos esforçamos, só podemos ver o lado da superfície do nosso inconsciente, apenas a ponta do iceberg.Para alcançar o nosso inconsciente mais profundamente, precisamos de um meio que como homem através do foguete foi até a Lua para vê-la completamente, a análise leva você para o lado oculto que sua consciência por si só não consegue alcançar.
Escrevo no Nada
Ah… escrevo no nada.
Talvez porque o nada seja o único lugar onde minhas palavras ainda encontram espaço para existir. Escrevo sem saber se alguém se importa com aquilo que deixo no papel, se alguém algum dia vai parar diante destas linhas e perceber que, entre uma palavra e outra, existe um homem tentando contar aquilo que durante muito tempo não conseguiu dizer.
Apoio em linhas retas todos os meus sentimentos tortos.
E talvez seja isso que chamamos de escrever: tentar organizar no papel aquilo que dentro de nós jamais conheceu ordem. Dar nome ao que doeu. Dar voz ao que ficou calado. Dar um lugar para aquilo que carregamos durante anos sem saber onde colocar.
Falo de palavras que escondem sofrimentos.
Porque nem toda palavra revela. Algumas protegem. Algumas disfarçam. Algumas são apenas cortinas colocadas diante de feridas que ainda não aprendemos a mostrar.
Falo da morte que não tive.
E essa talvez seja uma das frases mais difíceis que já escrevi.
Porque existem mortes que não levam o corpo. Existem despedidas que nos deixam vivos. Existem momentos em que continuamos respirando, caminhando, trabalhando, sorrindo, conversando com as pessoas, enquanto alguma coisa dentro de nós ficou para trás.
Eu não morri.
Mas talvez algumas partes de mim tenham conhecido a morte.
Falo da dor da ausência.
Da cadeira que continua no mesmo lugar quando alguém já não está. Da voz que a memória insiste em repetir. Do abraço que os braços ainda sabem dar, embora já não exista ninguém diante deles para recebê-lo.
Falo…
E paro.
Porque há sentimentos que chegam até a garganta e se recusam a virar palavras.
Há histórias que desejam desesperadamente ser contadas, mas passaram tanto tempo escondidas que aprenderam a ter medo da própria voz.
A minha é uma delas.
Uma história que precisa ser ouvida.
Precisa ser lida.
Não porque seja maior do que a história de ninguém, mas porque foi vivida. E tudo aquilo que verdadeiramente foi vivido merece, pelo menos uma vez, não morrer em silêncio.
Talvez eu tenha passado uma vida inteira querendo ser ouvido, quando também precisava aprender a ouvir.
Ouvir os meus próprios silêncios.
Ouvir aquilo que minhas lágrimas tentaram dizer.
Ouvir o homem que ficou escondido atrás das obrigações, dos sorrisos, das despedidas, das perdas e dos anos.
Talvez eu escreva porque finalmente comecei a escutar aquele que durante tanto tempo deixei sozinho dentro de mim.
Por isso escrevo.
Mesmo quando ninguém lê.
Mesmo quando ninguém pergunta.
Mesmo quando parece que minhas palavras estão sendo lançadas contra uma imensidão indiferente.
Eu escrevo porque algumas histórias não nascem para fazer barulho.
Nascem simplesmente porque não querem morrer.
E então volto para o papel.
Olho novamente para essas linhas retas.
Coloco nelas meus sentimentos tortos, minhas ausências, minhas perguntas, minhas lembranças, meus mortos, meus vivos, aquilo que perdi e aquilo que ainda procuro.
Falo de tudo.
Falo de mim.
Falo daquilo que deveria ter ouvido quando ainda havia tempo.
E, depois de tantas palavras, olho para a página e tenho a estranha sensação de que continuo sem ter dito aquilo que realmente queria dizer.
Então penso:
escrevi tanto…
e talvez ainda não tenha escrito nada.
"EU GOSTO DOS DIAS COM CHUVA, PORQUE ÀS PESSOAS NÃO CONSEGUEM VER ÀS MINHAS LÁGRIMAS" Charles Chaplin
Sentimento refinado de Chaplin (grande comediante) que deixou a sua marca" Ademar de Borba
Nossa condição de pecadores não é porque pecamos, mas porque depois da queda, todos nasceram pecadores! Pecamos porque nascemos pecadores! Romanos 3.23; Romanos 5.12.
Gálatas 5.6-13: Porque em Jesus Cristo nem o arminianismo nem o calvinismo tem valor algum; mas sim a fé que opera pelo amor. Na liberdade vocês estavam bem; quem vos pré-determinou, para que não obedeçais à verdade? Um pouco de filosofia e logica grega leveda toda a massa. Confio de vós, no Senhor, que nunca pregou nem arminianismo e nem calvinismo, mas apenas o evangelho do Reino, que vocês não busquem outra coisa; mas aquele que vos inquieta, seja ele arminiano ou calvinista, sofrerá a condenação. Eu, porém, irmãos, se prego o pré-determinismo (Ab absurdo), que Deus determinou uns para a perdição e outros para salvação por que sou, pois, perseguido? Logo o escândalo da cruz está aniquilado, que Cristo morreu por todos os homens é uma mentira (João 3.16; Atos 10.34; 1ª Timóteo 2.1-4; 2ª Coríntios 5.15; 2ª Pedro 3.9). Eu quereria que fossem cortados aqueles que vos andam inquietando com essas doutrinas estranhas. Porque vós, irmãos, fostes chamados para o livre arbítrio. Não useis então o livre arbítrio para ficar refutando os calvinistas, mas andai em comunhão uns aos outros pelo amor. Na liberdade dAquele que nos criou livres,
Deus não elege por pré-conhecer nossas obras; porque ninguém é salvo pelas obras. Deus nos elege por pré-conhece nossa fé.
A fé é a condição estabelecida por Deus, e é por meio dela que somos unidos em Cristo, que é o fundamento da eleição.
Só são eleitos os que estão em Cristo pela fé.
Não fique com raiva de Deus porque as coisas não estão dando certo. Deus não está trabalhando contra você. É você que está fora do propósito de Deus.
Tem muita gente confundido homens da igreja (instituição) com homens de Deus. Não é porque alguém frequenta uma instituição que ele é um homem de Deus.
Meu coração é o primeiro lugar onde o Evangelho precisa ser pregado. Porque o maior obstáculo à santidade sempre começa em mim.
Não buscamos a Cristo para obter sucesso e conforto, mas porque Ele é supremamente maior que qualquer dádiva, e conhecê-Lo é a nossa maior recompensa.
Olha para Pedro... ele não afundou porque o mar era violento, nem porque a tempestade era forte. Ele começou a submergir exatamente no instante em que o medo roubou o foco dos olhos dele e ele parou de fitar a Cristo. A nossa queda nunca é culpa do caos ao redor, mas do nosso coração quando deixa de contemplar Aquele que venceu o mundo.
Muitos dos que hoje sobem aos púlpitos insistem em açucarar o Evangelho, simplesmente porque seus paladares, corrompidos pelas ilusões deste século, já não suportam mais a seriedade da mensagem.
O milagre da graça reside nisto: o Pai nos abraça não pelo que conseguimos realizar, mas porque reconhece em nós o cheiro de Seu Filho Primogênito. Somos como Jacó, outrora impostores mendigando vida, agora revestidos de Cristo e transformados em herdeiros legítimos mediante a fé, por puro favor divino.
Sua maior força pode ser a fraqueza, porque ela o conduz à única força que não falha: Deus. (2 Co 12.9)
Eu devia morrer, mas vivo; Ele devia viver, mas morreu. Porque o único Homem que não merecia a morte tomou sobre Si a morte que eu merecia, hoje tenho vida.
Muitos se frustram na caminhada porque absolutizam a instituição e relativizam o Messias, esperando da engrenagem religiosa o que só Deus pode dar.
