Porque sou assim
"O sorriso no meu rosto
não é porque a minha vida é perfeita,
é porque eu sou grata
pelo que tenho."
Não penso porque existo
Imagino aquilo que sou
A um único pensamento,sei que resisto
Ao desafio único do amor!
Se imagino o que sou
Posso me tornar o que for
Me tornando o que sou eu vou
Construindo uma imagem ao meu favor
Construir sua imagem
No caminho da bondade e bem querer
É trilhar e guiar com sabedoria sua linhagem
Guiando-a no futuro do saber
No futuro do saber
Nos mares do futuro
Quero ver o amor prevalecer
Estar na luz e seguro!
Sou um idiota...
Fui feliz porque te conheci,
Mas hoje eu um idiota
Porque eu te perdi
E essa imensa dor
É impossível de medir.
Edvan Pereira "O Poeta"
Eu sou intenso, porque viver de maneira rasa não faz sentido para mim. Sabe, o medo de se entregar, o receio de sentir de verdade... eu não entendo isso. Eu quero amar com a alma, quero transbordar em sentimentos, em vivências. O raso me repulsa, me suga. Eu sou feito de fogo, de sentimentos avassaladores, e quem não consegue viver dessa forma, não vai entender. Não sou para quem teme sentir, sou para quem está disposto a mergulhar fundo, sem medo, sem limites. Porque quem sente pouco nunca vai saber o que é ser verdadeiramente intenso.
Sou zeloso a pensar em ti, porque sou o guardião do teu coração e o anjo protetor do teu sentimento.
Eu gosto de fingir que eu sou rica
Eu não sou Rica, mas eu sinto que eu tinha que ser.
É porquê eu me acostumo muito fácil com coisas de rico.
"Ah porquê riqueza não traz felicidade!"
É, mas a pobreza também não garante nada.
Eu acho que na outra vida, eu era mais rica, rica mesmo.
Só que eu fiz muita maldade, aí nessa vida eu reencarnei sem condições!
Não tenho porque esconder o que sinto, não preciso fingir ser o que não sou, se choro ou se rio, transparente sempre sou. Meu agora é te amar, meu agora é te querer, o meu corpo grita e chora chamando por você.
...E eu, quem sou?
Pra onde vou, porque restou de um grande amor, tamanho horror?
Sim meu senhor, não sou ninguém, sou nada além, de um perdedor.
Por onde vou, porque sangrou meu coração, por tal lembrança, por esta herança de solidão?
Não sei dizer, se sou o amor, quem sabe a dor, de maquinar, a ilusão.
E eu, quem sou?
Deitado aqui, nas folhas secas, em frente o lago, sentindo frio.
Serpente escura, anjo de luz, fagulha e cruz, um arrepio.
Por quantos sou, se sou por quem, sou nada além, do ar sem som.
Planejo ver, me ouço ler, começo a ir, convoco o dom.
A brisa grita, meu olho irrita, me faz chorar, meu céu se esconde, a alma invade,
meu caminhar.
E eu, quem sou?
Sou vida e morte, a sina, o corte, ferida aberta, a maldição.
Conciso e seco, repleto e oco, refém do medo, do coração.
Refaço o mapa, revejo as falas, a conclusão!
Foi planejado! Fui rabiscado, e não nascido, fui iludido pensando ser... Sofreguidão.
Eu não sou mais por ser exagerada,
É que eu sou infinita, sou intensidade
porque não me dou só um pouco,
porque quando me verto
espalho-me por toda a mesa
e corro pela abertura estreita do chão
só para inundar...
"Não sou de lamentar meus infortúnios porque são eles que me impulsionam o crescimento. Nunca soube de ninguém que tenha amadurecido tomando sorvete na esquina!..."
Escrevo porque sou livre.
Isso não significa que sou dona de mim ou dos meus sentimentos.
Mas sou livre o suficiente para transformar cada sensação, sentimento ou gestos em palavras.
Escrever o que sinto, sem precisar mascarar nada...
É isto que me torna livre...
E não há quem possa me dizer o contrário!
Parto sempre em vantagem em relação aos meus opositores, porque eu,
sou sempre eu, e eles, não sabem o que são.
DIVAGAÇÕES
Eu já nem sei o que sou,
Porque vim e aqui estou,
Para onde vou
Neste barco que me castrou
Sem remos de princípio ao fim.
Só sei que não vim por mim...
Se viesse, não estaria aqui,
Neste degredo,
De vos revelar o segredo
De uma vida que vivi,
Sempre na escuridão do medo.
E é por isso que vou
Com meu pincel e apenas,
Borrar um quadro de penas
Na tela que Deus traçou.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Por Escrever, em 21-10-2023)
RESISTÊNCIAS sei lá quantas já escrevi
Resisto,
Porque quero
E não por acaso mero,
Porque sou tão teimoso
Que até as pedras da rua
Quando me sentem mancando
Pelas dores negras e cruas
Que me vão martirizando,
E mostrando que nada valho,
Dizem em jeito jocoso:
- Que resistente bandalho!
Resisti,
A promessas de riquezas vãs,
Prometidas por gentalhas
Canalhas, com olhos de rãs;
Seres avaros, repugnantes
Com cartões de governantes,
Sei lá por graça de quem
Foi o santo que os pôs na cripta
De donos de tantas parvónias
Que mencioná-las irrita
E revolta até também
Algumas orquestras sinfónicas.
Continuo a resistir,
Ao meu relógio sem horas
Porque só me traz a desoras,
Sem saber que mal lhe fiz,
As notícias mais pandoras
Deste meu ledo País.
(Carlos De Castro, in Há Um Livro Triste Por Escrever, em 17-11-2024)
'EU '
Me perguntaram
Quem é minha melhor amiga (o)
Respondi EU
Porque quando sou machucada
Sou EU que remedio
Na solidão
Me faço companhia
Quando preciso de um abraço
Me acolho
Na saúde e na doença
É sempre eu por mim
