Porque hoje e Sabado Vinicius de Moraes
Hoje comemoramos a abolição da escravatura no Brasil
Os gritos doloridos dos escravos ainda ecoam pelo ar brasileiro, mesmo que não tenhamos vivido naquele tempo.
Será que o nosso preconceito já foi totalmente extinto de nossos corações?
Ou somos nós que continuamos escravos desta discriminação?
Pensemos nisso!!!
mel - ((*_*))
Me sinto sozinha hoje...Estou em meu quarto em busca de um sonho que me leve até você, meu amigo, meu anjo...Meu amor!
O sucesso de hoje pode causar o fracasso de amanhã se eu deixar que me impeça de permanecer motivado e seguir em frente;
Muito diferente do vivo hoje...
Ser que sou, Não é meramente o que sou.
Diretamente se perdeu no tempo.
HOJE TEM ZIRIGUIDUM...DUM...DUM
Hoje eu quero dançar,
em seus braços delisar.
Buscar na música calma
alimento para minh'alma.
Juntos no mesmo compasso
sentir o seu pulsar ofegante.
Encerrar num forte abraço
a noite alegre e delirante...
mel - ((*_*)).
Entre tantas idas e vindas hoje conversei um bocado comigo! É um exercício e tanto. Descobri que mais que entender é bom mesmo sentir. E que é bom abrir outras janelas da casa que tá dentro de gente!!
E hoje eu percebi que sou mais eu ... Se eu chorei, se eu sofri, são águas passadas ... Amor eu tenho muito, a paixão ainda é fogo ardente, ainda desejo-te como antigamente, como nunca desejei alguém ... Mas se a atração por outra foi fatal, se ela tinha lá seu corpo escultural, coisa que te chamava atenção e de repente ganhou teu coração ou será que foi apenas sedução, uma simples atração, ou quem sabe uma mera ilusão? ... Hoje nada disso me importa, pois aquilo que é belo por fora, tem seu tempo de validade ... A beleza do corpo envelhece, mas a beleza do coração é eterna ... Então eu sou mais eu que ao invés de exibir a beleza do meu corpo, exibo a beleza do coração, embora já tão sofrido ainda tem lá sua beleza e seus encantos.!
Hoje eu divaguei, sua imagem, vislumbrei, a vida, reverberei,
no trem do amor, viajei ao passado ... hoje eu divaguei, sua imagem, idealizei, nosso amor, sublimei enfim, viajei por você, por isto poetizei o amor do passado, que hoje é presente, mas que já faz parte de um futuro pendente ... Hoje eu viaje e o nosso amor relembrei !!!
Não me venhas dizer que hoje não tens tempo... Quem ama tem sempre tempo, nem que seja para abraçar, num segundo, apenas num minuto -e isso faz toda a diferença. Quem ama... arranja sempre uma solução, encontra sempre um jeito, para ficar. Para cuidar. Para amar. Não me venhas dizer que tens de ir, que tens de sair mesmo antes de me beijares, antes de me olhares e dizeres que vou ser feliz: a teu lado. Porque se não tiveres tempo... prefiro que vás, que vás e que deixes a porta aberta. Para que possa entrar quem tenha tempo... para mim.!
Hoje eu posso dizer com toda certeza amei com tanta intensidade que esqueci de viver .... Mas tanto amor assim, para que ??? Se nada foi dado valor ... Hoje eu sei, amei sozinha, lutei sozinha, me feri sozinha, pois tudo foi em vão, não sobrou nem consideração, que dirá amor ou paixão.
Não seja ingrato com as pessoas que o destino coloca em teu caminho... Se hoje elas já não é de tanta serventia para ti, como era antes e hoje você ah despreza, ah deixa de lado por pensares que já faz parte de seu passado e não mas do seu presente... Lembre-se que tudo é reciclável e se hoje você despreza, amanhã ela poderá te estender a mão, pelo simples fato de ninguém mais te acolher... Seja fiel a quem é fiel a ti e não menospreze, porque tudo que é novo é incerto, é passageiro. e nem sempre é verdadeiro...
E hoje já não faço mais questão de nada ... Me refugiei em meus silêncios, vejo tudo e não falo nada ... Apenas observo algumas verdades sendo reveladas...
Hoje, Noite de Lua Cheia
Hoje é noite de lua cheia
Ah, lua minha, lua tua!
Cheia de encantos
que escondem nossos prantos,
Cheia de mistérios
do que há nos hemisférios.
Cheia de magia
que nossa alma inebria.
Cheia de fascínio
que sobre nós tem domínio.
Cheia de calor
que sugere momentos de amor.
Ah, lua minha, lua tua!
mel -
"A palavra de hoje é aquela que cada vez mais se despiu da dimensão poética e que não carrega nenhuma utopia sobre um mundo diferente”.
( em "E se Obama fosse africano?". Lisboa: Editorial Caminho, 2009)
