Por Voce eu Pegaria mil vezes

Cerca de 496803 frases e pensamentos: Por Voce eu Pegaria mil vezes

Eu erro muito. Quase todo dia, para ser mais específica. Mas durmo com a consciência tranquila, com a alma serena. Não faço mal para ninguém, ninguém mesmo. Talvez eu magoe algumas pessoas sem querer. Talvez, não, com certeza. Ninguém é como a gente espera. E eu já entendi que inevitavelmente a gente magoa e é magoado.

eu estarei lá até as estrelas deixarem de brilhar. Até os céus explodirem e as palavras não rimarem. Mais sem você, eu desisto.

Lua Bonita

Lua bonita,
Se tu não fosses casada
Eu preparava uma escada
Pra ir no céu te buscar
Se tu colasse teu frio com meu calor
Eu pedia ao nosso senhor
Pra contigo me casar
Lua bonita
Me faz aborrecimento
Ver São Jorge no jumento
Pisando no teu clarão
Pra que cassaste com um homem tão sisudo
Que come dorme faz tudo, dentro do seu coração?
Lua Bonita, Meu São Jorge é teu senhor,
E é por isso que ele "véve" pisando teu esplendor
Lua Bonita se tu ouvisses meus conselhos
Vai ouvir pois sou alheio,
Quem te fala é meu amor
Deixa São Jorge no seu jubaio amuntado
E vem cá para o meu lado
Pra gente viver sem dor.

Raul Seixas

Nota: Música composta por Zé do Northe e Zé Martins

Eu não sigo regras, eu faço elas e, se necessário, eu as quebro.

Quando eu morrer, me enterre com meus diamantes.

Light, meu filho... De um assassino para outro, eu te vejo no inferno!

Central do Brasil

Que estranho grupo,
matinal,
eu vejo todos os dias
na central.
Velhos mendigos, bêbados inocentes,
reticentes:
débeis mentais maltrapilhos,
prostitutas insones,
no roldão do povo
de rostos sem nome,
derramado.

O homem a bater
com a tábua
nas árvores incrédulas.
O pastor que prega,
em péssimo português,
ao povo que passa,
com pressa,
já sem convicção,
nem religião.
De quando em vez,
um ladrão!

A professora-criança
de livros e sacolas,
em demanda da escola.
Amostragem de um povo
brasileiro,
na luta sem tréguas,
do dia-a-dia.
Na busca do pão nosso
de cada dia,
em várias formas,
nos diversos caminhos,
das ilusões,
de tantos corações
que formam o grande vazio
sem esperança.

Povo-formiga, rude, grosseiro,
sujo, suado,
que não olha para trás,
mal humorado,
que cospe no chão
do vagão,
que viaja nas portas
do trem,
pingentes da morte,
no vai-e-vem
da sorte.
Povo-Brasil
amalgamado
no afã da sobrevivência.
Gado-humano a desembocar
no matadouro.
Quem crê em ti fantasma?
EU!

Círculos viciosos

Eu lia, mas não sabia ler,
e tudo que eu lia,
porque não sabia,
não fazia sentido
dentro de mim.
Procurei a ponta condutora,
qual um filão
do entendimento.
Nada!
Busquei fantasmas
em cada negativa.
Vi mortos-vivos,
de passados tão presentes
e mergulhei no fundo,
mais íntimo,
em um reflexo de ternura.
Vi, na minha imagem
um enorme vazio
que transformou meu sonho
na dureza fria
da realidade.
Seria maldade,
ou o desejo de um fortalecimento?
E, afinal, eu vi,
mas não sabia ver.
E tudo que eu via,
porque não sabia
não impressionava
o negativo de minha alma.
E, assim, caminhei passos
sem saber,
e, porque não sabia caminhar
meus passos a nada me conduziam.
E, ainda sem saber,
retornei ao ponto de partida,
sem mais esperanças.

Talvez eu saiba, em algum lugar no fundo da alma, que o amor nunca dura. E temos que arranjar outros meios de seguir em frente sozinhos.

Paramore

Nota: The Only Exception

Hoje eu acordei mais cedo e fiquei te olhando dormir . Imaginei algum suposto medo para que logo então , pudesse te cobrir . Tenho cuidado de você todo esse tempo . Você está sobre meu abraço e a minha proteção . Tenho visto você errar e crescer , amar e voar , você sabe onde pousar . Ao acordar já terei partido , ficarei de longe escondido .. Mas sempre de perto , de certo , como se eu fosse um humano vivo . Vivendo pra te cuidar , te proteger , sem vc me ver , sem saber quem eu sou : se sou seu anjo ou sou seu amor .

Algumas pessoas chamam de péssimo gosto para homens, eu chamo de enxergar o interior e não o exterior.

Eu quis tanto ser feliz. Tanto. Chegava a ser arrogante. O trator da felicidade. Atropelei o mundo e eu mesma. Tanta coisa dentro do peito. Tanta vida. Tanta coisa que só afugenta a tudo e a todos. Ninguém dá conta do saco sem fundo de quem devora o mundo e ainda assim não basta. Ninguém dá conta e… quer saber? Nem eu. Chega. Não quero mais ser feliz. Nem triste. Nem nada. Eu quis muito mandar na vida. Agora, nem chego a ser mandada por ela. Eu simplesmente me recuso a repassar a história, seja ela qual for, pela milésima vez. Deixa a vida ser como é. Desde que eu continue dormindo. Ser invisível, meu grande pavor, ganhou finalmente uma grande desimportância. Quase um alivio. I don’t care.

Eu não chuto. Como cientista eu chego a conclusões baseadas em observação e experimentação.

Talvez eu tenha cometido alguns erros, mas eu sou apenas um humano.

Seus lábios dizem "Eu não me importo", mas seus olhos dizem "Eu me importo".
(Sunny entre Estrelas)

(...) O que me faz viver é ele. Se tudo o mais acabasse e ele permanecesse, eu continuaria a existir; e, se tudo o mais permanecesse e ele fosse aniquilado, eu não me sentiria mais parte do universo. (...) pg. 99

O morro dos ventos uivantes

A reflexão deve ser reservada para momentos solitários; assim que fico sozinha eu volto a refletir; e não passo um dia sem meus passeios solitários, durante os quais posso me permitir toda a delícia das recordações desagradáveis.
(Jane Austen)

Orgulho e Preconceito
Orgulho e Preconceito

Como culpar o vento pela desordem feita, se fui eu que deixei a janela aberta?

⁠Eu escolho te amar
em silêncio,
porque em silêncio
eu não encontro rejeição.

Eu escolho te amar
em solidão,
porque em solidão,
mais ninguém te tem senão eu.

Eu escolho te adorar
à distância,
porque a distância,
me protegerá da dor.

Eu escolho te beijar
no vento,
porque o vento
é mais gentil do que os meus lábios.

Eu escolho te abraçar
nos meus sonhos,
porque nos meus sonhos,
tu não tens fim.

Rumi

Nota: O poema costuma ser atribuído a Rumi, mas não há fontes que confirmem essa autoria.

Eu creio que a santificação seja a vida de Deus na alma do homem, uma coparticipação da natureza divina (2 Pe 1.14), o sentimento que houve em Cristo (Fp 2.5), ou a renovação do nosso coração segundo a imagem daquele que nos criou (Cl 3.10)