Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Não sou sempre flor. As vezes espinho me define bem melhor!

⁠A Força que Me Sustenta

Às vezes, é preciso ser Mulher-Maravilha, mesmo quando estamos quebradas. Colocamos a armadura, escondemos as feridas e seguimos em frente.
Guardamos a vulnerabilidade no bolso, vestimos o sorriso e encaramos os holofotes, as mídias, os stories.
Não por sermos imbatíveis, mas porque sabemos quem tem nos sustentado de pé, e porque ainda há um propósito a ser cumprido.

Minha fé está em Deus, e nele encontro descanso.
Permito-me viver sob Sua graça, que me alcança com generosidade, carinho e proteção.

E se um dia eu decidir parar, lembre-se: lutei até o fim.

⁠A Arte de Se Cuidar: Encontre a Paz no Seu Próprio Toque

Às vezes, é necessário desacelerar e se priorizar.
Desligue as notificações ou coloque no modo avião.
Não atenda à porta e finja demência para cada chamado.

É importante ter momentos de autocuidado sem encontro marcado ou a cobrança de um compromisso pré-agendado.

Não, não é para os outros!
Um ato de carinho necessário de você para você.
Não podemos esperar atitudes mínimas de amor, carinho, atenção e zelo de outra pessoa que você mesmo não se dá e nem se permite ter.

Lembre-se de despir-se de tudo negativo e não apenas das roupas e dos brincos.
Coloque sua playlist favorita.
Faça sua depilação ou esfoliação.
Faça skin care ou comece uma.
Tome um banho prolongado com todos os seus produtos favoritos e, se não tiver, providencie.
Lave o cabelo sem pressa, você não tem hora marcada.
Então faça cada etapa sem permitir que a ansiedade te atrapalhe.

Se observe atentamente e olhe para dentro de você com carinho.
Não julgue as imperfeições do seu corpo, entenda a necessidade dele e não esqueça tudo o que ele tem passado.
Não pense com tristeza e nem caia no choro.
Sorria e planeje o próximo passo para se curar.

Não ouse se comparar com ninguém e muito menos com seu eu do passado.
Só você sabe o que tem enfrentado.
Ainda é maravilhosa com tudo o que tem vencido.
Se permita tomar atitudes de reconstrução com calma e comece a construir seu novo eu, agora.
E não espere ver o resultado imediato sem que haja constância.
Não espere o reconhecimento de quem não conhece suas lutas, só reaja.

Aproveite cada música enquanto reflete em tudo que precisa ser mudado positivamente.
Não brigue com seu cabelo ou sua pele, lembre-se de que eles estão pedindo sua atenção e te dizendo que tem algo errado.
E você precisa se cuidar.

Agradeça a ele por tudo o que tem suportado pela falta de zelo e diga o quão ele tem sido resistente.
E mesmo debilitado, te mantém de pé!

Aproveite o perfume e a textura de cada produto como um carinho profundo, e não apenas como higiene.
Sinta a espuma do sabonete, o shampoo.
Use seu melhor óleo corporal ou hidratante, massageando cada sentimento de pele.

Seque seu cabelo, se perfume e escolha algo que te encha de paz, algo acolhedor para fazer.

Sugestão:
Enquanto faz tudo isso, permita-se refletir sobre o quanto você merece esse cuidado, e lembre-se de que o amor próprio é o primeiro passo para qualquer transformação verdadeira.

⁠O Peso de Sentir

Minhas palavras pesam. Às vezes, parecem lâminas afiadas, cortam no instante em que tocam o papel. Outras vezes, são vidro estilhaçado dentro de mim, cada tentativa de engolir me rasga por dentro. Dói tentar filtrar, tentar suavizar, tentar escolher apenas o que não assusta, o que não incomoda.

Mas a dor não desaparece só porque escolhemos ignorá-la. Ainda que eu me cale, ela continua aqui, latejando, sufocando, esperando o momento de transbordar. E quando transborda, incomoda. Porque falar sobre dor exige que o outro a enxergue.

"Não diga isso."
"Não pense assim."
"Apaga esse texto."

Como se a dor precisasse ser varrida para debaixo do tapete, escondida para não constranger. Como se o silêncio curasse. Como se não fosse exatamente esse silenciamento que nos adoece ainda mais.

As pessoas querem ignorar o sofrimento do outro para manter sua paz, para não se sentirem desconfortáveis, para não enfrentarem a própria culpa. Mas e eu? O que faço com tudo isso que insiste em existir dentro de mim? Com o que transborda, com o que escapa mesmo quando tento conter?

Eu sinto. E sentir, às vezes, pesa mais do que eu consigo carregar.

⁠Silêncio da Partida: Quando Só Para Mim Tinha Importância


Às vezes, chego a um ponto em que finjo estar tolerando tudo. Tenho preguiça de argumentar, de tentar explicar. Calo-me, mas não engulo. Apenas me preparo para partir. A decisão já está tomada, mesmo que a tristeza ainda me acompanhe. Porque, ao longo do caminho, percebo que aquilo que para mim tinha tanta importância, para o outro não significava nada. E isso dói. A dor não vem do afastamento em si, mas da constatação de que, mesmo quando entregamos o nosso melhor, muitas vezes somos deixados para trás.

A tristeza não é uma fraqueza, mas um reflexo de tudo o que tentamos construir, das esperanças que alimentamos, e das promessas que não se cumpriram. O que resta agora é seguir em frente, mesmo com os olhos ainda voltados para o passado. Porque, mesmo sabendo que só para mim tinha importância, há algo mais forte dentro de mim, algo que me permite seguir. A liberdade vem da escolha de ir, mesmo quando a partida se faz silenciosa, e a dor é uma lembrança do que não foi recíproco.

E, com o tempo, essa dor se transforma. Não mais como um peso, mas como a sabedoria de quem se escolhe, de quem aprende a se dar valor, mesmo que o outro não tenha visto. O fim não é o fim, mas o começo de algo que só a mim importa agora.

⁠Às vezes, me perco
na imensidão do que sinto.
Há em mim um sentir que transborda,
que atravessa o infinito,
que ecoa em vazios desconhecidos.

Luto para me conquistar,
mas sou terra em tempestade,
vento que se dobra ao tempo
e ainda assim resiste.

Carrego o peso de mil batalhas,
a exaustão de quem sempre luta,
mas também a força de quem,
mesmo em ruínas,
se reconstrói.

O Peso do Esforço Solitário – Encontrando Força em Meio à Desmotivação

Às vezes, me pego pensando em como é difícil continuar quando as forças parecem se esgotar. Um dos maiores desafios que enfrentei ao longo do meu caminho foi a falta de incentivo, de apoio, a sensação de que, por mais que me dedicasse, não havia quem enxergasse o valor do que eu estava fazendo. No fundo, o que mais me desmotivava não era a ausência de reconhecimento, mas o esforço contínuo de lutar sozinha. Lutar por algo que acreditamos, que amamos, sem ver aquele olhar de compreensão, sem aquele gesto de apoio que nos lembra que o que estamos fazendo tem valor.

É difícil continuar quando se sente que o próprio trabalho é invisível para aqueles ao redor. Muitas vezes, me vi forçada a fazer mais do que o dobro, o triplo, o quádruplo, apenas para ser vista, apenas para fazer valer a minha arte, minha voz, minha visão. E, por mais que eu me esforce, sinto como se fosse ignorada ou, pior, que outros tomassem aquilo que eu criei, fazendo de conta que é deles. Isso dói. Mas, ao mesmo tempo, me ensinou a ser mais forte, a confiar no valor do meu próprio trabalho, mesmo quando o mundo ao redor tenta abafar a minha luz.

Hoje, percebo que essa luta solitária, por mais dolorosa que seja, me fortaleceu. Porque, no fim, a minha motivação e a minha paixão não dependem de ninguém além de mim. E, mesmo quando a desmotivação bate forte, sei que é nela que encontro a força para seguir em frente, com ou sem aplausos, com ou sem apoio. Porque, no fundo, o meu propósito é maior do que a falta de reconhecimento.





⁠

Às vezes, os dias que já estão ruins ganham um gosto ainda mais amargo.
Eles não avisam, não pedem licença, não perguntam se você está firme o suficiente.
Eles simplesmente chegam, batem na porta como quem já tem a chave e dizem:

— Oi! Já tomei.
Como se pudesse tomar seu ânimo, sua paz, sua força, sua vontade.

E você fica ali, parada, tentando entender em que momento perdeu o controle do próprio dia,
em que segundo tudo virou peso,
em que instante a vida deixou de ser leve para virar esse cansaço que derruba até o que ainda resta de esperança.

Tem dias que chegam assim:
invadindo, atropelando, tomando tudo,
como se fossem donos do seu destino.

E você…
você só tenta respirar no meio do caos,
tentando não afundar de vez dentro do que sente.

A minha vida é como a noite, fria sombria, coberta por um nevoeiro. Onde as vezes posso ver a luz do luar no ceu por alguns instantes. É uma lua cheia, uma lua tão grande que as vezes acho que posso toca-la. Mais quando meus olhos brilham com o reflexo do seu brilho e minhas mão parece alcança-la, vem o nevoeiro e a esconde.
Voltando tornar a noite ainda mais fria e escura, e no meio dessa escuridão me bate um vazio, que me faz a notar que sou apenas um LOBO SOLITARIO, admirando a beleza de um luar, sem ao menos poder toca-la.
Esse vazio não me deixa triste ou alegre, pois meu destino talvez seja como a noite. Onde sempre haverá a luz de um luar e um nevoeiro para encobri-la.
Mais qual dos dois devo contemplar?
A luz de um luar que me faz sair da minha realidade?
ou o nevoeiro que me esconde a lua, para que possa manter meus olhares atento sobre a escuridão da noite?
A lua me paralisa, me fazendo sonhar e querer realizar coisa que talvez não seja capaz.
O nevoeiro me faz ficar atento, para que não me torne a caça de outras criaturas, e tambem para que eu possa atacar minhas presas com precisão sem que ela notem minha presença.
Assim sou eu, um lobo solitario,vagando pela escuridão de uma noite fria, procurando as vezes alcançar a lua, que me faz sonhar coisas talvez impossiveis para um simples LOBO, e tentando manter-se vivo em um lugar que apenas os mais fortes conseguem sobreviver.
Pois a vida é assim como uma noite fria e sombria, onde temos sonhos, mais temos que manter-se atento para tentar se manter vivo.
Sou mais um LOBO SOLITARIO, que as vezes precisa de sua alcateia, mais a maioria do tempo prefere vagar dela noite sozinho.

Histeria não tem nada a ver com ter chiliques e dar gritinhos, embora essas coisas às vezes aconteçam. Histeria basicamente é mentir para si mesmo, é autopersuasão forçada, é criar um falso personagem e acreditar nele.

O seu corpo despido,
tantas vezes ferido
por gente de coração bandido, jorra uma água salgada, suor e lágrimas de uma alma lavada na dor.

“Ás vezes a pessoa que perde é a mais forte.”

"As pessoas podem até se afastar, as vezes se manter distantes ou simplesmente precisar de espaço. Quando isso acontecer, respeite, se o que vos une é verdadeiro o retorno será ainda mais intenso, recompensador e gratificante. Todo mundo precisa repensar a vida e suas atitudes as vezes e só o tempo vai mostrar que quem realmente se importa com você, pode se afastar as vezes, mas sempre volta para sua vida da forma mais especial possível."

As vezes queria poder
te dizer o que sinto,
poder te falar,que te amo,
Queria poder te dizer tudo isso
mas não consigo,afinal ter vc é meu castigo.
Castigo de viver,por saber q um dia eu viverei sem vc.
Noites sem dormir,e dias sem comer.
Foi exatamente oq eu fiz,
em saber q poderia te perder.

O ponto final da história nem sempre é o fim, às vezes e um novo capítulo.

Alguém me disse que chorar é uma forma de limpar seu coração. Não tem problema chorar às vezes.

Às vezes me pergunto se o mundo está sendo governado por pessoas inteligentes que estão nos enganando ou por imbecis que realmente acreditam que estão fazendo certo.

O tanto faz as vezes não é uma escolha ele é inevitável.

COQUEIRAL

A saudade é um batimento que rebenta assim
vinte e oito vezes desde meu ombro tatuado
de desastre até à rosa pendurada em sua boca

E o amor, neste caso específico, é um mergulho
destemido que deriva quase sempre de uma nota
climática apenas para convergir no osso frontal
do crânio do rei da ilusão – terno é o seu rosto

Senhor, os ossinhos do mundo são de mel e ouro.

Sombras mal projetadas de pessoas e valores desta sociedade podre, hipócrita, às vezes quase me convencem de que meus valores são velhos, inadequados, românticos demais pra hoje em dia. Só que depois vejo que o problema não são meus valores ou eu em si, mas são tais pessoas que não merecem meus valores.