Por Voce eu Pegaria mil vezes

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Tentar mudar o que não pode ser mudado só gera sofrimento. Muitas vezes a saída é aceitar o inaceitável!😥

Às vezes, o céu parece pensar por nós. As nuvens avançam lentas, desmontando formas que mal nasceram, como ideias que o coração inventa para suportar o peso do julgamento. Em uma praia sem nome, vi um caranguejo caminhar de lado, e entendi que nem toda verdade segue em linha reta. Há destinos que chegam por desvios, marés e silêncios.


O tempo, nesse lugar invisível, não corria: respirava. Ele pousava sobre a pele como sal, entrava nas lembranças, abria portas antigas e deixava à mostra as cicatrizes que fingimos esquecer. Cada marca tinha sua própria luz, como se a dor, depois de amadurecida, aprendesse a iluminar.


Então percebi que viver é aceitar a estranheza das coisas. As nuvens não pedem permissão para mudar, o caranguejo não se desculpa pelo seu caminhar, e o julgamento mais duro quase sempre nasce dentro de nós. O tempo apenas revela o que já era semente: que as cicatrizes não são o fim da pele, mas a caligrafia secreta daquilo que conseguiu permanecer. E, quando a maré recua, sobra no chão uma espécie de oração muda, lembrando que até o vazio pode ser abrigo.

"Não me protegeu do preconceito, só mudou a forma como ele chega até mim. Às vezes, o desejo dos outros é mais invasivo do que o ódio." (Odilon Carlos)

"Tantas vezes já acordei me sentindo um livro aberto e alterado, onde as sinopses não mais se encaixavam. Hoje sei que a cada piscar de olhos, toque, cheiro eu escrevo mais uma página no meu livro da vida. Deus me concede a cada segundo a chance de mudar, o que escrevo ou quem coloco nela só vai depender de mim."

-Aline Lopes

"Caí várias vezes porque me deixei flutuar por outras pessoas, mas todas as vezes que levantei não olhei para trás, foi por MIM que fiz."

-Aline Lopes

"Às vezes o que falta é um pouco de pimenta. Nunca me conformei com nada morno."

-Aline Lopes

"Às vezes é preciso parar por um instante e admirar as coisas simples da vida... Nossa inconstância surge da maneira exagerada de buscar aquilo que não quer ser atingido."

-Aline Lopes

"Para uma vida sem oxigênio, a única terapia é a asfixia completa do que é falso. Às vezes, para se curar o espírito, é preciso deixar o "hospedeiro social" morrer sob o peso das próprias joias." (Odilon Carlos)

Quando se faz a coisa certa no fim tudo acaba dando certo. Às vezes quando parece ter dado errado foi livramento ou aprendizado.

Às vezes um simples "Bom dia" pode soar como uma despedida também.

As vezes quando deixamos alguém não é por falta de amor.
Mas por comportamentos e atitudes ruins que preferimos seguir só.
Ivani Goulart

Volume traz movimento, lealdade traz peso. Às vezes poucos fiéis valem mais que multidões passageiras.

Nem tudo na vida ocorre conforme planejamos. Muitas vezes, seremos confrontados com escolhas que, embora possam nos prejudicar, são necessárias. É fundamental saber decidir de forma ponderada para minimizar o sofrimento.


- Ideraldo Machado 🪓

Às vezes não é falta de amor. É excesso de ausência.

Nem sempre é sobre tempo,
nem sobre fazer dar certo dentro de padrões
Às vezes é sobre duas almas cansadas
se encontrando no meio do caos
e decidindo, mesmo com medo,
tentar mais uma vez.
É sobre dor acumulada,
cicatrizes que ainda ardem,
e ainda assim
um desejo absurdo de acreditar no amor.
E então você chega.
Sem aviso, sem cuidado,
invadindo tudo que eu levei tanto tempo pra tentar reconstruir.
E por falar em verdade
me diz
você me ama?
Porque eu não sei amar pouco.
Eu te amo no volume máximo,
com a força de um impacto que tira o ar…
mas também com a delicadeza de quem segura o seu rosto
como se você fosse a coisa mais preciosa que existe.
Eu te amo no caos e na calma,
na urgência e no silêncio,
no toque e na saudade que já nasce mesmo quando você ainda está aqui.
Você chegou com pincéis e tintas,
e sem perceber, devolveu cor pra uma vida
que já tinha aprendido a sobreviver em tons de cinza.
E é estranho
como a vida nos quebra, nos testa, nos esgota
pra só depois, quando a gente já não espera mais nada,
colocar alguém como você no nosso caminho.
Um amor que não só fica
mas que reconstrói.
Que me faz pensar em futuro de novo,
no mesmo futuro que eu já tinha desistido,
enterrado junto com tudo que um dia eu acreditei.
Minhas lágrimas já contaram histórias que ninguém leu,
mancharam palavras que ninguém ouviu
Eu já me perdi em noites longas,
já me refiz em manhãs vazias,
já fingi força em tantos entardeceres
que até esqueci como era sentir de verdade.
Até você.
E agora
não é só sobre amar.
É sobre não querer mais fugir.
Porque se for pra me perder
que seja em você.

Às vezes a saudade não tem nome.

Não é de uma pessoa específica,
não é de um rosto,
nem de uma história que acabou.

É de algo mais raro.

Saudade de uma conexão real.

Daquelas conversas
que começam simples
e de repente parecem tocar lugares
que a gente nem sabia que existiam.

Saudade de um toque
que não encosta só na pele…
mas parece tocar a alma.

Saudade daquele silêncio confortável
onde duas pessoas não precisam provar nada.

Do som de uma voz
que fica ecoando na memória.

De uma risada
que aparece do nada na cabeça
e faz o coração apertar
sem motivo aparente.

Não é saudade de alguém.

É saudade
do sentimento de ter alguém.

Alguém ali…
não para preencher um vazio,
mas para dividir o que existe dentro.

Porque às vezes
o que mais faz falta na vida
não é uma pessoa.

É lembrar
como é se sentir acompanhado

A vida às vezes é boa, às vezes é cruel…
E quase nunca é justa.

A simplicidade é um luxo, na qual muitas vezes não observamos.
Aguçar as percepções nos faz perceber a grandeza do Universo.

Na maioria das vezes, o que nos falta não é o pão, mas o alimento para o espírito. Os difíceis existirão, com ou sem Deus, mas é com ELE que aprendemos a ter paz em meio às tempestades
Que possamos refletir sobre aquilo que verdadeiramente nos sustenta, não apenas no corpo, mas, sobretudo, na alma.

Te conto uma coisa que às vezes me pega no meio do dia, quando estou fazendo algo banal como mexer numa xícara ou olhando a janela sem motivo nenhum. Eu paro e penso que já não reconheço mais aquela pessoa indecisa que eu era. Parece até estranho falar assim, como se eu estivesse descrevendo uma conhecida distante, alguém que já dividiu a mesma casa comigo dentro da cabeça, mas que hoje mora em outro endereço emocional. E não foi uma mudança organizada, dessas que a gente planeja numa agenda bonita. Foi no meio do caos mesmo, naquele período meio insano da existência em que tudo parecia acontecer ao mesmo tempo, como se o universo tivesse resolvido testar a resistência da minha alma numa maratona que eu nem sabia que estava inscrita.

Houve dores que eu não tinha vocabulário para explicar. Aquelas que não cabem em frases simples, que fazem o corpo cansar antes mesmo do dia começar. E houve acontecimentos imprevisíveis, daqueles que chegam sem pedir licença, quase arrancando o fôlego da vida, como se o ar ficasse curto por dentro. Eu lembro de pensar, em alguns momentos, que talvez eu estivesse atravessando uma daquelas fases em que o mundo fica meio opaco, meio silencioso demais, e a gente começa a sentir a fragilidade dos dias como quem segura um copo de vidro muito fino. Qualquer movimento parece arriscado.

E tem algo que pouca gente fala com calma. Quando a doença passa perto da gente, ou quando o corpo decide lembrar que é limitado, os dias ficam diferentes. Existe uma melancolia leve pairando no ar, uma espécie de reflexão constante que chega sem ser convidada. O relógio parece ter outra lógica. O tempo ganha peso. Eu comecei a observar coisas que antes passavam despercebidas, como o valor de simplesmente respirar fundo e perceber que ainda estou aqui, ainda existindo nesse caos organizado que chamamos de vida.

Só que, curiosamente, foi exatamente ali, naquele cenário meio turbulento, que eu comecei a me encontrar. É quase paradoxal. Enquanto tudo parecia instável, alguma coisa dentro de mim começou a ficar mais firme. Como se a vida estivesse dizendo, com aquele tom filosófico que às vezes ela usa sem avisar, que viver não é um caminho reto e confortável. Viver é esse conjunto de provas inesperadas, dessas experiências que nos desmontam um pouco para depois nos reorganizar de um jeito mais verdadeiro.

Hoje, quando penso naquela versão indecisa de mim, eu não sinto vergonha nem vontade de negar que ela existiu. Eu olho com certa ternura, na verdade. Aquela pessoa estava tentando sobreviver com as ferramentas que tinha na época. E agora eu percebo que tudo aquilo, até as dores e os momentos em que eu quase perdi o fôlego emocional, foram parte do processo de me tornar mais humana. Mais consciente, talvez. Mais real.

Porque ser humana não é ser forte o tempo todo. É atravessar fases frágeis, sentir a melancolia de alguns dias, aprender com o próprio corpo e com as surpresas da vida. E mesmo assim continuar caminhando. Não perfeita, não invencível, mas mais inteira do que antes. Às vezes eu até sorrio sozinha pensando nisso, como quem descobre que a própria história, apesar de bagunçada, faz um sentido bonito no final das contas.


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