Por Voce eu Pegaria mil vezes

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QUINTANA E O AMOR

Muitas vezes nessa vida
Confesso que já chorei!
Já chorei por coisas bobas
Já chorei por quem amei
Lhes juro, a dor é grande
O tamanho eu não sei
Eu só sei que quem já amou
Sabe do que eu falei...

E quem não quiser chorar
Creia, eis a solução:
Não procures o amor
Endureça o coração
Tu só não vai experimentar
A mais linda emoção
O mais lindo sentimento
A incrível sensação
Vais parecer que flutuas
Na leveza da paixão.

E por falar em sentimento
Me lembro de um senhor
Que morou no meu Rio Grande
Da vida era doutor
Escreveu as coisas mais lindas
Soube a paixão expor
Mário de Miranda Quintana
O professor do amor...

Eu aprendi com o Quintana,
Exaltar o amor...
Pra meus filhos lembrarem
Quando eu me for
E vão tornar a falar
Assim como eu falei:
—Eu aprendi com papai,
Exaltar o amor...

Thiago Rosa Cézar

"Muitas vezes as cicatrizes que não vemos, são as que mais doem.“

Pensa assim: às vezes, tem pessoas que são demais, cheias de qualidades boas, sabe? Mas aí, elas têm um "negocinho" — um defeito que pegou forte, um hábito que virou vício, ou uma característica que é legal, mas passa da conta e meio que "buga" o sistema. E esse "negocinho" é tão evidente, tão "na cara", que acaba ofuscando tudo de bom. É como se o mundo só visse aquela manchinha e ignorasse a pintura inteira, por mais bonita que ela seja. É triste, mas acontece: um único defeito pode manchar a reputação de alguém, mesmo que essa pessoa seja um anjo em todo o resto.
Rosinei Nascimento Alves⁠

Às vezes, não é só a razão, o coração quem nos "fala".
Há ênfase do Universo em nos dizer, lute, prove o quanto és disposto.
Agnaldo Souza

Às vezes tudo parece perdido, sem sentido.
O amanhã se torna sem importância, tudo parece sem cor, uma escuridão por dentro que não deixa enxergar nada de belo.
Até percebermos que não precisa ser tudo colorido, e que podemos colorir somente as coisas que verdadeiramente importam, como um sorriso sincero , um abraço apertado, uma palavra que acalma nossa alma.
São os pequenos gestos que fazem o amanhã ganhar cor...

Às vezes, a ausência é melhor do que ficar insistindo onde não há reciprocidade.

As pequenas coisas, os pequenos gestos às vezes, tem um valor imensurável.
Um gesto, uma palavra apenas, pode mudar todo o curso de uma história e para sempre o destino de uma vida.

toque de mágica

às vezes a vida muda
não com barulho
mas com um pequeno gesto

um olhar que encontra o nosso
uma palavra que chega na hora certa

e de repente
o peso vira leveza

como se o mundo
tivesse encostado na alma
com um toque de mágica ✨

A sensação de país "melhorando" ou "piorando", na maioria das vezes, é apenas a mídia trabalhando no inconsciente da sua mente. Pois é possível manipular suas emoções através do que é colocado na sua cabeça. Então, quando se cria a sensação de "o país tá melhor, o país tá pior", você sente o que foi influenciado a sentir, sendo que, na verdade, continua a mesma coisa: você sendo escravo de podres de rico que controla o sistema e trabalhando para enriquece-los ainda mais! E, enquanto está hipnotizado por essa ilusão, você também não enxerga seus direitos sendo roubados aos poucos, e não enxerga quem está por trás do cenário fictício da política, controlando e dominando sua mente, te tornando refém da ignorância, esperança e do medo.

Às vezes, desistir é cuidado.
Quando o cansaço dói e a humilhação pesa,
ir embora não é fraqueza
é escolher sobreviver.

Vivemos correndo para consertar coisas e cumprir prazos, mas muitas vezes vamos devagar demais quando se trata de ouvir, acolher e cuidar de gente. Sabemos resolver problemas com rapidez, porém hesitamos diante das dores humanas. No fim, o que realmente sustenta o mundo não é a pressa, mas o cuidado.

NÓS NO MUNDO


Às vezes a gente sente que o mundo é pequeno demais, que cabe no coração. No outro dia, o mundo já é tão vasto que a gente se sente perdido na sua imensidão.
Então, não é o tamanho do mundo a medida das coisas, mas como a gente se posiciona diante dele.

Intensidade


Às vezes a gente se culpa por ser intenso demais.

Muitos dizem que deveríamos mudar.
Que deveríamos tratar as pessoas da mesma forma que somos tratados.

Mas a verdade é que eu não sou assim.

Eu não consigo ser frio quando meu me coração é quente.
Não consigo devolver maldade quando o que eu carrego é amor.

Se alguém carrega ego…
eu carrego sentimento.

Se alguém carrega desconfiança…
eu carrego confiança.

Mas não qualquer confiança.

É o tipo de confiança que só pode ser quebrada uma única vez.

Por isso é preciso ter cuidado antes de tentar quebrar alguém por inteiro.

E a verdade é que o meu maior medo nunca foi ficar quebrado.
Porque todas as vezes que eu me quebrei… eu também me curei.

O meu medo é outro.

É que um dia, lá na frente, você perceba o que perdeu…
se arrependa de tudo…

E eu simplesmente não possa mais fazer nada.

as vezes ficar louco é preciso
para arrancar o ciso que dói,
prefiro viver vilão
que morrer herói...

OUTONOS


Às vezes o amor parece belo
Às vezes é um elo com a dor
Às vezes tudo perece
E fica só uma flor
Marcando juras de um amor eterno
Presa entre as páginas
De um caderno perdendo a cor

Às vezes nada disso acontece
E a noite fica vazia

Às frases bonitas se calam
Se perdem na monotonia


Então os poemas não acontecem
As canções se perdem na nostalgia

As flores murcham entre espinhos

Nos outonos das nossas utopias

⁠Às vezes o momento é tão difícil
que a nossa única certeza é uma dúvida, o que já é uma razão para acreditar

⁠Sobre me parecer com eles...
Por Luiza_Grochvicz.

Às vezes me perguntam: com qual filósofo você se parece?
E eu fico em silêncio.
Porque me parecer com alguém é sempre também uma forma de não ser ninguém por completo.
Mas se for preciso traçar espelhos, que sejam espelhos em águas agitadas — nunca nítidos, sempre em movimento.

Com Kierkegaard, compartilho a vertigem.
Aquela dor silenciosa de estar vivo, de ser livre demais, de pensar tanto que quase se dissolve.
A angústia dele não me assusta — ela me reconhece.
Como se a alma dele tivesse escrito cartas para a minha, antes mesmo de eu nascer.

Com Clarice, é o sangue da palavra.
Não escrevemos — sangramos.
Ela também sentia demais e dizia pouco, mas o pouco explodia.
Clarice escreve como quem ama o que não entende. E eu também: escrevo para encontrar o que nunca procuro.

Com Camus, compartilho o absurdo.
A beleza de estar num mundo que não faz sentido, e ainda assim levantar todos os dias.
Ele era o silêncio das pedras; eu sou talvez o sussurro do vento.
Mas ambos sabemos: é preciso imaginar Sísifo feliz, mesmo com o peso da pedra.

Com Beauvoir, é a liberdade.
O incômodo.
A recusa em aceitar que viver seja só obedecer.
Ela pensava com coragem, sentia com lucidez.
Me inspira a ser mulher sem rótulo, filósofa sem jaula, pensadora com pele.

Me pareço com todos, e ainda assim, sou outra.
Porque filosofar, pra mim, é tocar o invisível com palavras.
É doer bonito.
É pensar como quem ama demais.

Às vezes damos apenas um “tchau”, sem imaginar que pode ser um adeus.

Às vezes a gente passa tanto tempo procurando…
que esquece de agradecer pelo que já tem.


A vida tem dessas:
quando a gente para um pouco, percebe que muitos dos nossos pedidos já viraram realidade.

Às vezes, o recomeço vem depois da fase em que a gente só segura o barco pra não afundar – e isso já é muito.