Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim
"Eu ouço aquela pessoa ali cheia de vontade de falar e pouca de ouvir... Não compreendo as suas palavras e todas essas falas mal encaixadas na tentativa de fundamentar o sem fundamento me dão dor de cabeça. Adquiri uma enxaqueca que parece um tumor, tenho pouca tolerância a luz e ainda menos a besteiras. O meu tempo é curto para ser desperdiçado na versão da mesma situação contada de forma diferente a cada momento . Isso ofende a minha inteligência. Eu nunca fui fã de remake, efeitos especiais exagerados e narrativas dentro de roteiro em constantes adaptações. Essas repetições sempre foram chatas e a chatisse esta sendo aperfeiçoada. Entenda... Eu não sou boêmio, não curto essa eterna nostalgia do parasita."
"Ouço chamados e batidas na porta, mas não atendo... Eu danço as músicas em uma gangorra, vendo os lados sem abraçar nada. Escolho um dia e faço promessas vazias, vestido de homem bom e vivendo no pecado.
Eu não escolho nenhum lado.
Eu estou no palco, o espetáculo é a vida. Eu estou morrendo, mas ainda estou vivo e sinto as coisas aqui em cima... Como se fosse um muro, eu estou cansado de me equilibrar.
Ainda assim, eu não escolho nenhum lado.
Estranhas encenações observando os fatos, eu ainda estou funcionando. As cores dessa realidade não estão no tom correto dentro de muita raiva nesse amor e pouco fogo nesse ódio. Estou sonhando acordado. Algo semelhante a um pesadelo. Eu não consigo dormir e ainda assim, preciso acordar.
Eu preciso escolher um lado.
Essas ironias tem que acabar antes que eu acabe, o tempo e a vida pedem reinvenções de si... Eu estou me desconstruindo, perdendo o meu eu dentro de mim. Estou enjoado, isso não esta certo.
Eu não posso escolher o lado errado.
Eu ouvi o estalo, estou buscando a paz... Não me sinto totalmente indigesto, mesmo perdido ainda enxergo coisas boas dentro de mim e vomitarei apenas o necessário para voltar a revelar o melhor de mim. Porém, não é ao público que tenho que agradar.
Eu escolho o meu lado."
Desaprendi a ouvir o som da tua boca, eterno
Quis segurar no que eu fiz
Me revirei no passado
Não sei cantar, vem me ensinar agora
Não sei calar, deixa eu te ouvir agora
Desaprendi a encarar a solitude da alma
No abandono o pavor, a insustentável fraqueza
Não sei ficar, ficar sozinho agora
Eu tenho você, mas o meu medo estraga
Estraga
O medo estraga
O medo e mais nada
O medo se vai
Quando ouço a voz do alto me dizer:
Sê valente, sê valente!
Posso ouvir o som
Ouço a voz do alto a me dizer:
Sê valente, sê valente!
Sê valente, sê valente!
Posso ouvir o som
Ouço a voz do alto a me dizer:
Sê valente, sê valente!
(Sê valente)
Eu preciso
de uma ideia
para escrever
este poema,
pergunto por aí
mas ninguém tem um
boa ideia sobre o que
escrever,
escrevá sobre mulheres,
já está utrapassado para mim, respondo.
então escreva sobre amor,
já não cabe mais em mim, respondo.
então, jesus, escreva sobre o que
você quiser,
mas pelos diabos!
não escrevo por você.
CARTA DE UM BRASILEIRO PARA UM ESPELHO
Eu tento respirar, mas, as toxinas exaladas pelos ventos da corrupção me asfixiam...
Eu gostaria de poder ajudar o meu País...
Mas, a lama me impede de chegar aos confins do bom senso (que não existe) do sistema...
O Povo sofre...
Eu sofro junto...
Eu faço parte do Povo...
Eu sou o Povo...
Já fui obrigado a experimentar todos os pecados capitais, os quais foram empurrados goela abaixo...
Amarguei (e amargurei) o doce sabor do veneno...
Veneno destilado ao bel prazer de um certo Ser...
Um Ser, que se diz ser, Humano...
Deve ser este o motivo da frase "partiu desta para melhor"...
Afinal, o que poderia ser pior?
Falta educação...
Sobra corrupção...
Falta um pouco de tudo...
Falta de tudo um pouco...
Falta vergonha na cara...
Sobra vergonha no bolso do trabalhador...
Falta pouco para o fim...
Mas, o que é o fim para quem vive recomeçando?
Enfim...
Falta amor...
Falta paixão...
Falta, principalmente, união...
É como dizem, o Povo unido jamais será vencido...
E meu Povo está dividido...
E, como me falta educação, eu bem que poderia falar que o Povo está Fud...(interrompemos nossa indignação para comunicar que a Poesia está aqui para nos livrar da tragédia - a rima, acima, fica por conta do sentimento do leitor).
Mas quem diria eu,
Depois de tanto tempo lhe reencontrar,
Se foi caso do acaso ou coisa do destino, não sei!
É bom, ter você por perto me faz alegrar,
Meu olhar me denuncia não dá pra negar,
É notório todos sabem que eu te desejei.
Paixão, sintonia, fulgor
Fulgor, sintonia, paixão...
E quando a gente se mistura,
Não tem lugar pra solidão.
Loucura, desejo, prazer
Prazer, desejo, loucura...
Nossa química perfeita é nuance é ''foguejo" é amor que perdura.
Mas vem,
Vem que a gente faz acontecer,
Você transforma nosso mundo em multicor.
Pois é na pegada do seu beijo
Possuído de desejo um fino trato eu te dou.
Mas vem,
Chega mais pertinho eu "tô que tô",
No pé do seu ouvido eu vou falar.
Você sabe que eu faço com jeitinho
Com pegada com carinho um fino trato eu vou te dar.
Todo mundo que eu amei, foi embora, sem um adeus, elas só foram.
É eu com lagrimas nos meus olhos, falei
-esse e o meu adeus...
Hoje te vi diferente...
A velhice eminente, as rugas se sobressaindo...engraçado, eu nunca tinha te visto assim. A beleza indo embora, a voz já envelhecida, quase sem charme...
A gente acha que a velhice nunca vai chegar, mas ela chega, deixa marcas profundas, ao meu ver o tempo foi severo contigo, ou,talvez, a tua luta pela juventude tenha te envelhecido mais.
O que irá sobrar de você quando a velhice definitivamente tomar posse do teu idolatrado corpo?(...)
Cada vez mais eu percebo que nos estamos indo pra caminhos extremos, é uma pena por que é isso que está nos afastando.
Foi bom ter te conhecido, mas hoje eu preferiria não ter parado aquela noite pra falar com você, é uma pena que o café não cure um coração partido.
Eu não queria que as coisas fossem assim do jeito que são, então não me culpe por elas serem do jeito que é.
Os crus dissabores que eu sofro são tantos,
São tantos os prantos, que vivo a chorar,
É tanta a agonia, tão lenta e sentida,
Que rouba-me a vida, sem nunca acabar.
Não queiras a vida
Que eu sofro - levar,
Resume tais dores
Que podem matar.
E eu as sofro todas, e nem sei
Como posso existir!
Vaga sombra entre os vivos, - mal podendo
Meus pesares sentir.
Talvez assim deus queira o meu viver
Tão cheio de amargura.
P'ra que não ame a vida, e não me aterre
A fria sepultura.
E as dores no peito dormentes se acalmam.
E eu julgo teu riso credor de um favor:
E eu sinto minh'alma de novo exaltar-se,
Rendida aos sublimes mistérios do amor.
Não digas, é crime - que amar-te não sei,
Que fria te nego meus doces extremos...
Eu amo adorar-te melhor do que a vida,
melhor que a existência que tanto queremos.
Deixara eu de amar-te, quisera um momento,
Que a vida eu deixara também de gozar!
Delírio, ou loucura - sou cega em querer-te,
Sou louca... perdida, só sei te adorar.
Assim como a água, eu modelo meu curso de acordo com a natureza do solo por onde vou passando.
Nota: Adaptação de frase do livro "A arte da guerra", de Sun Tzu.
Deus sei não existem palavras neste território que possam expressá-lo.
Por mais que eu tente;
Jamais será possível;
Sei que estás além;
Além de minha capacidade de raciocinar;
Sei que és além;
Quem poderia pois definir em palavras o que é além;
Diríamos que é algo distante, sem muita definição.
Meu Deus sei que és indescritível...
E ao mesmo tempo poderíamos descreve-lo como o vemos.
Tudo é muito superlativo....
Então não o descreverei....
Pois o sentirei....
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