Por que eu te Amo e nada vai Tira Voce de Mim

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Eu parei de pedir, quando aprendi
que a maior oração é Agradecer!

Eu creio no Deus que cumpre o que promete!

Embriaguez

Eu me embriaguei de amor,
Esse amor de ilusão,
Tormento da alma que traz dor,
Tormento que traz sonhos ao meu coração.

Eu me embriaguei de paixão,
Essa coisa boba de se imaginar,
Duas almas em canção,
Duas almas em se amar.

Eu me embriaguei,
Com seu sorriso a iluminar,
O meu mundo,

E nesse segundo,
Apenas imaginei,
Mil formas de te amar.

16/05/2017 - 06:04

Eu já não sei mais do que eu quero! Eu gostava mais das coisas quando eu não as entendia!

Eu prefiro enlouquecer a sentir prazer.

E numa conversa produtiva foi me perguntado o que eu busco em um homem.
Eu quero um homem que queira amar e ser amado, que se dedique, se esforce pra estar a meu lado, que se interesse pelo meu dia, pela minha história, que seja companheiro, amigo, amante, leal, que acima de tudo me faça rir sozinha quando lembrar da conversa, que me de orgasmos, mas que também desperte em mim sentimentos de; querer ser.
Não precisa ser rico, ser bonito, ser bem dotado, mas precisa sim ser gente, ser atencioso, fiel, gentil, carinhoso, ciumento, mostrar que esta ali, e se importa, precisa me conhecer e saber o que quero, busco, penso, precisa despender tempo, e se envolver, aproximar da alma, se conectar.
Precisa me fazer sentir única, especial, a melhor de todas, seu sonho de consumo, me conquistar todos os dias como num filme, saber valorizar, cada gesto e sentimento e de novo me fazer rir.
Precisa alcançar o intelecto e fazer-se presente, partilhar ao menos da metade das idéias e conhecimentos, ouvir ao menos metade das mesmas musicas, elogiar sem ser vulgar, admirar e me querer.

Caso eu não revide,
É porque só o amor merece retaliação.
Não tenho covardia,
Mas guerra não é opção.
Não aceito ter meu tempo roubado.
Nem meus ouvidos atentos a ignorância.
Borram-me a consciência.
Não tenho sangue de barata,
Só fervo por necessidade.
Não sou o que afamam,
Sou o que me faço ser.
Todo ódio é um desvairamento.
Crio sempre distanciamento,
Daquilo que me deseja irar.

Lindo e belo é quem diz eu choro mas depois eu supero.

Eu só queria um pouco de paz
Tranquilidade. Poder ficar com a consciência limpa. Mas minhas decisões tornaram isso impossível. Minha insegurança, compaixão e minha mania de nunca falar nada... Me arrastaram pro fundo do poço. Minha cabeça não para e me castiga a todo segundo... Aonde eu fui me meter? O que eu estou fazendo? Isso não me faz feliz, por que continuo?
Eu simplesmente não sei como reverter a situação... Só vou me arrastando, arrastando e arrastando, afundando cada vez mais no desespero... Na vontade contida de acabar com tudo isso... Me afundando no medo... No meu silêncio... Simplesmente porque não soube dizer um "não". Uma simples palavra teria me livrado de tudo isso e eu me calei...
Queria tanto fugir dessa minha realidade e desse mundo que dificulta tanto as coisas. Por que nada acontece? Não tenho um sinal, uma ajuda, uma desculpa, um nada... Além do silêncio, silêncio que me cala, que me sufoca... e que me mata os poucos.

Sou como um espelho, se mexer, eu mexo também, se machucar, eu machuco também. pós nunca farei algo que os outros não fizerem com migo.

SEI LÁ!
Por eu gostar do bizarro
Amar o diferente
Indagam se sou louca.
Louca sou por achar o estranho normal?
Louca sou por enxergar beleza no feio?
Sei lá!
O som do meu coração aumenta
Por coisas que talvez sejam insignificantes
Para o mundo
Porque pra mim
Elas tem um significado único.
Sei lá!
Só meu interior sabe qual é.

Eu não acho que todos os escritores sejam tristes, ela disse. Eu acho que é o contrário: todas as pessoas tristes escrevem.

E dia a dia eu aprendi, que amar não significa apoiar-me e companhia não significa segurança.
Aprendi a construir estradas no "hoje", porque o "amanhã" é incerto!
Aprendi que a amizade verdadeira não termina com a distância, pelo contrário ...aumenta!
Aprendi que a saudade dói, mas é o único caminho para reviver o que a alma gravou.
Aprendi que para amar não precisamos de olhos, apenas de ... SENTIR!

Saí da tua vida!

O teu mundo era bem diferente do meu...
Teus interesses eu não podia bancar...
Eras bem jovem bonita e muito atraente...
Usavas isso pra uma boa vida levar...
E para mim a situação não era boa...
Eu não podia dar tudo o que tu queria...
Eu resolvi sair fora da tua vida...
Mas eu te juro que sofri por ti guria..

Eu estou fora da muralha,
Fora da montanha,
Fora de seu lugar,
Eu estou fora da segurança,
Fora dos telefonemas,
Fora da raiva,
Que erro...

Eu nunca estive perdido,
Eu nunca fui encontrado,
E não faz diferença, se eu estou ao redor,
Nunca houve palavras, nunca houve ações
Nunca fiz promessas que não cumpri.

Te ver, Ouvir e Amar

Que bom seria eu te ver
bem de perto.
Te ouvir, ver dos teus lábios,
o movimento, e dos teus olhos
o encanto que são.
Bem próximo de ti ficar, e bem
lentamente , minha mão na tua
pegar.
Emprestar de ti teu perfume,
para comigo tua essência trazer.
Ah! em isso sempre eu penso.
Que bom seria te ver.

Roldão Aires


Membro Honorário da Academia Cabista de Letras Artes e Ciências
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E

É o segredo que eu não revelo
É a pintura que eu não compreendo
São os olhos que eu não acho a tradução
É a vontade que vem,
É a vontade que passa.
É o livro sem final
É a abstrata mais delicada
É a simples mais complicada
A perpétua incerteza
De desvendar o domínio absoluto.

Eu, que sou feio, sólido, leal,
A ti, que és bela, frágil, assustada,
Quero estimar-te, sempre, recatada
Numa existência honesta, de cristal.

Sentado à mesa dum café devasso.
Ao avistar-te, há pouco, fraca e loura.
Nesta Babel tão velha e corruptora,
Tive tenções de oferecer-te o braço.

E, quando socorreste um miserável,
Eu que bebia cálices de absinto,
Mandei ir a garrafa, porque sinto
Que me tornas prestante, bom, saudável.

«Ela aí vem!» disse eu para os demais;
E pus-me a olhar, vexado e suspirando,
O teu corpo que pulsa, alegre e brando,
Na frescura dos linhos matinais.

Via-te pela porta envidraçada;
E invejava, - talvez não o suspeites!-
Esse vestido simples, sem enfeites,
Nessa cintura tenra, imaculada.

Ia passando, a quatro, o patriarca.
Triste eu saí. Doía-me a cabeça.
Uma turba ruidosa, negra, espessa,
Voltava das exéquias dum monarca.

Adorável! Tu muito natural,
Seguias a pensar no teu bordado;
Avultava, num largo arborizado,
Uma estátua de rei num pedestal.

Se a minha amada um longo olhar me desse
Dos seus olhos que ferem como espadas,
Eu domaria o mar que se enfurece
E escalaria as nuvens rendilhadas.

Se ela deixasse, extático e suspenso
Tomar-lhe as mãos mignonnes e aquecê-las,
Eu com um sopro enorme, um sopro imenso
Apagaria o lume das estrelas.

Se aquela que amo mais que a luz do dia,
Me aniquilasse os males taciturnos,
O brilho dos meus olhos venceria
O clarão dos relâmpagos noturnos.

Se ela quisesse amar, no azul do espaço,
Casando as suas penas com as minhas,
Eu desfaria o Sol como desfaço
As bolas de sabão das criancinhas.

Se a Laura dos meus loucos desvarios
Fosse menos soberba e menos fria,
Eu pararia o curso aos grandes rios
E a terra sob os pés abalaria.

Se aquela por quem já não tenho risos
Me concedesse apenas dois abraços,
Eu subiria aos róseos paraísos
E a Lua afogaria nos meus braços.

Se ela ouvisse os meus cantos moribundos
E os lamentos das cítaras estranhas,
Eu ergueria os vales mais profundos
E abateria as sólidas montanhas.

E se aquela visão da fantasia
Me estreitasse ao peito alvo como arminho,
Eu nunca, nunca mais me sentaria
As mesas espelhentas do Martinho.

Eu sou guerreiro, eu sei lutar
A vida me ensinou sempre a se arriscar.