Pontos
"Um ponto final é exatamente isso: o fim de uma ideia. Não é uma vírgula, nem dois pontos. Depois dele, começa um novo parágrafo, uma nova construção."
Por mais que queiramos descrever, tirar conclusões ou colocar nossos pontos de vista, em se tratando das coisas do amor, jamais chegaremos a um denominador comum, acerca do que realmente sentimos.
O jeito então é deixar acontecer.
É crucial termos opinião própria quando estamos reunidos, analise bem os pontos a serem abordados, não concorde com tudo.
Mais importante do que uma mulher que tem um corpo incrível, é a que sabe valorizar seus pontos fortes.
Quanto mais o tempo passa, mais me conformo que morrerei cedo. Dois pontos se movendo para a mesma direção um dia se encontram.
Lisboa
Reflexos da vida
O paralelo o simétrico
Sāo pontos destintos.
Em linhas de duas realidade destintas.
O inverso é dois factos diferentes.
Ambos tem as suas realidades!
Na procura do ponto de partida...
Numa curva em ascençăo,
encontra-se o equilibrio.
Onde para factores identicos,
Também há certezas e incertezas
Na realidade nada é absoluto.
Há uma neblina ofosca, entre o vector do ponto da origem
Ao ponto do final.
Só se tem a realidade do ponto de partida
Ontem foi, hoje é e amanhā será.
Onde está a razāo da existencia hoje?
O que nos enfluenciou?
Quais as forças que nos movem?
Entre a sustentaçāo e o atrito corre o fluir do viver.
No plainar e no magntismo de energias positivas e negativas
Entre dualidades ambigulas.
Todo pode ser o que criamos.
E nesse desejo vem a vontade de entreligar:
as duas energias para criar maior harmonia numa sintonia e neutra.
Neste cosmos existimos
Como elementos complexos
Representando o nosso eu
Dotado da sua individualidade, e colectiva a capacidade de agir.
"Entre linhas e linhas
Espaço e espaço
Pontos e pontos
Para onde foste o verso dessa estrofe??
Para onde foste o próximo capítulo??
Para onde foste essa história??
Totalmente perdida as perguntas vazias
Inteiramente em branco para serem preenchida
Uma ideia de cada vez
Um passo de cada vez
Uma ação de cada vez
Até que em algum momento escrevemos
Entre linhas e linhas
Espaço e espaço
Pontos e pontos
E para onde foste os versos dessa estrofe??
Ainda está sendo escrito..."
A inteligência artificial, para muitos, é um ponto final; na verdade, ela remete a dois pontos, porque você sempre será o humano crítico e criativo desta redação.
“Fale mais sobre os pontos positivos dos outros e reconheça mais os seus próprios defeitos — assim, o ego dentro de você vai morrendo aos poucos.”
Dois pontos de vista podem divergir completamente entre si e ainda assim ambos estarem corretos.
Porque a verdade em muitos casos é baseada nas experiências de vida individual
Sereias apaixonadas!
Já velejei os quatro pontos cardeais à procura de um porto seguro
Daqueles que fazem amor impuro em todos os desembarcadouros e cais
Ou dos que nos querem, mesmo salgados, tempestuosos e despenteados!
Ó vento que me despenteias...
Tanto me sopras a horas em que todas as sereias estão encalhadas
Como nos dias em que tenho a sorte já prometida!
Velejo pelas marés da vida onde sopram nortadas de ventos que beijam bem.
Não são sereias beijoqueiras, são casamenteiras delas próprias!
Oxalá não fossem comigo, essas perdas de tempo!
Mas são!
São pingos de sal que queria ser doce!
São pele e escamas que vertem lágrimas
E que me querem prendar com ouros, finas porcelanas e caxemira.
Outras,
São rajadas de ventos frios, que perseguem marujos peregrinos e fugidios!
Mas quais são afinal, as rotas das sereias que não se apaixonam?
Todo este sal, é doce fazedor de poesia!
É vento que me faz vasculhar palavras e rimas dentro do mar salgado
Onde lambo sílabas e versos
P’ra lhes retirar o sal...
A Suprema Sabedoria e a boa mulher tem 3 (três)
pontos em comum:
a) Se quiser conquista-las, seja paciente.
b) Se quiser preserva-las, conquiste-as todos os
dias.
c) As ambas jamais serão entendidas por completo.
Inverta a lógica de avaliação! Em vez de colocar-se na defensiva, me credite 100 pontos e deles abata o que eu provar não merecer.
O ARCO-ÍRIS DAS ORIGENS
Viemos de pontos distintos,
de lugares onde o vento conta histórias antigas,
de caminhos que não se cruzavam,
mas que, de algum modo, se reconheceram.
Viemos de experiências diferentes,
tecidos por mãos invisíveis
que bordaram nossas dores,
nossos medos,
nossos começos e recomeços.
Cada um de nós carrega um mundo inteiro:
há quem traga um sol rompendo madrugadas,
há quem traga uma lua conversando com cicatrizes,
há quem caminhe em silêncio
enquanto por dentro troveja.
Crescemos ouvindo o chamado do medo:
“não faça”,
“não seja”,
“não apareça demais”.
Como se viver fosse caber em caixas pequenas,
como se o julgamento fosse guardião da ordem,
como se a beleza só existisse
quando todos escolhem a mesma forma de florescer.
Aprendemos, cedo demais,
que o olhar do outro pesa.
Pesa nos cabelos que decidimos deixar livres,
na cor que nos veste,
na fala que nos escapa,
na lágrima que não escondemos.
E, sem notar, nos tornamos carrascos de nós mesmos
e do mundo ao redor.
Mas algo muda quando a consciência desperta.
Quando entendemos que a vida não é régua,
que existência não é molde,
que ninguém foi criado para repetir o mesmo desenho.
Algo muda quando abrimos espaço para o outro,
quando silenciamos o impulso de julgar,
quando percebemos que não somos
os guardiões da verdade.
Somos, no máximo,
aprendizes da convivência.
Viemos de geografias afetivas distantes,
mas é da distância que nasce a ponte,
e da ponte nasce o encontro.
E no encontro,
somos mais.
Somos luzes acesas em direções diversas,
mas que, quando colocadas lado a lado,
revelam um arco-íris que jamais surgiria sozinho.
Cada tom vem de uma história,
cada brilho vem de uma luta,
cada sombra vem de um passado
que também merece ser lembrado.
E é assim que entendemos,
finalmente,
que nenhuma vida se sustenta só.
Que completude é obra coletiva.
Que a beleza maior do mundo
é justamente não sermos iguais.
Somos pluralidade viva,
cores que dançam,
vozes que se entrelaçam,
alma que reconhece alma.
E quando deixamos o julgamento cair ao chão,
quando estendemos a mão sem exigir moldes,
quando acolhemos o diverso
sem temer sua força,
uma luz maior nasce
uma luz feita de todas as partes,
de todas as dores,
de todas as conquistas.
Essa luz nos lembra
que existir é multiplicar,
que amar é permitir,
que respeitar é honrar a diferença.
Viemos de pontos distintos, sim,
mas caminhamos para o mesmo horizonte:
um mundo onde cada pessoa
pode ser exatamente o que nasceu para ser.
E nesse horizonte,
feito de múltiplas estrelas,
ninguém brilha sozinho
todos nós iluminamos juntos.
Eli Odara Theodoro
A vida machuca, bate, corta e faz qualquer um ter vontade de entregar os pontos...
mas apesar de tudo que passei, sei que estar viva vale a pena. o futuro me reserva algo muito bom.
