Ponto
“A dignidade é o ponto em que o Direito reconhece que uma vida vale mais do que qualquer cálculo de conveniência.”
“A liberdade é o ponto em que o Direito finalmente reconhece que há dimensões da existência humana que não lhe pertencem.”
Entre o excesso que destrói e a deficiência que paralisa, a virtude procura o ponto em que a razão consegue transformar medida em equilíbrio.
Até que ponto aquilo que o Estado considera verdadeiro pode ser convertido em poder jurídico sobre os indivíduos?
Até que ponto aquilo que julgamos saber pode legitimar o poder de decidir sobre aquilo em que os outros devem acreditar?
Em um mundo cheio de incertezas e caminhos incertos, o seu sorriso é o meu único ponto de partida e a minha única certeza. É nele que me encontro, que me perco e que decido, em silêncio ou em voz alta, exatamente onde quero ficar.Escolher você não é uma decisão que tomei apenas no primeiro dia, mas um pacto que renovo a cada amanhecer. Amar você nos dias de sol é fácil, leve, imperdível. Mas o nosso amor de verdade se revela quando as tempestades chegam, quando a rotina pesa e quando os problemas do mundo parecem querer dobrar as nossas forças. É aí que a minha escolha ganha peso e profundidademesmo quando tudo ao redor parece caótico, eu olho para você e vejo o meu lugar seguro. _Enzo Ruchell_
Perguntar quem criou o primeiro criador é levar a causalidade até o ponto em que ela revela seu próprio abismo: se tudo precisa de uma causa, nada pode ser a primeira causa.
O espírito renascentista não escolhe entre arte e ciência; procura o ponto em que ambas começam a explicar o mesmo mistério.
Próximo ponto
(Mauro A Evaristo)
No balançar do ônibus
Me equilibro até o próximo ponto
Indagando sobre o que fazer
Para melhorar este viver.
Observo os que estão à minha volta
Silencio-me para não dar manota,
Enquanto pergunto o que fazer
Para melhorar esse viver.
Vejo a tristeza das pessoas
(Sou feliz por estar de boa)
E pergunto sobre o que fazer
Pra validar o tempo que voa
E o leitor já sabe que vou dizer:
Existe poder infinito em você.
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Ponto de equilíbrio
(Mauro A Evaristo)
Eu tenho feito rascunhos
Usando lápis (grafite) e papel,
Escrever de próprio punho
É suavidade análoga ao mel.
A palavra tem poder e coerência
Cobrada em qualquer vivência
Nada adianta se dizer mental
Bufando e agindo feito animal.
É preciso um ponto de equilíbrio
Para se desenvolver o raciocínio,
Não quero morrer buscando salvação
Quero paz em meu canto com os Livros,
Quero lucidez e toda compreensão
Pra nunca rejeitar a evolução.
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Presos das palavras
(1Evaristo)
Até que ponto somos presos das palavras?
Chamar guerreiros é guerra que não acaba.
Somos todos responsáveis em viver
O que aceitamos de nós dizer.
Todos sabem que palavra tem poder,
Qual palavra se permite lhe prender?
Do que se chama condiz
Com o que (pra si) sempre quis?
Agora deve-se cuidar
Do que se chama e se permite chamar
Pois, o que dizem e aceita sobre você
É a palavra que vai lhe aprisionar
E incondicionalmente irá viver
O que nunca quis pra você.
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O poder do som, já era conhecido pelos chineses a milhares de anos do passado. A tal ponto, que o Imperador mantinha um grupo seleto de fieis afinadores de todos instrumentos, que percorriam todos lugares do reino, afinando pelo diapasão imperial com isto controlava o bem estar, as idéias, o espirito, os pensamentos e as atitudes a favor do império. Logo o som, tons vibracionais é o guia das águas, da vida e do comportamento humano.
"Deixe a fonte da essência de Cristo fluir, transbordar em você ao ponto que você vai deixando de ESTAR sendo o que você era e passa SER o que Cristo é em ti. O "estar" é questão de momento, enquanto o "ser" é eterno,( jamais dependerá das circuntâncias para ser o que de fato nasceu pra ser.)
—By Coelhinha
"Seja sincera com os que você ama e com você mesma ao ponto...(se você se olhar no espelho possa ver o seu reflexo sem sentir vergonha). Ou o que é pior; não se reconhecer em quem você se transformou."
—By Coelhinha
Noto no frio que te cerca
um sorriso aberto, lindo e vibrante
Mesmo noutro ponto da terra
Que olhar doce, terno e marcante.
“Todos os meus livros são apenas variações de uma única tentativa: levar a mente ao ponto em que ela já não consiga impedir a consciência de reconhecer aquilo que a alma jamais esqueceu.”
A dignidade é o ponto em que o Direito deixa de perguntar apenas quem possui poder e começa a perguntar para que o poder pode legitimamente existir.
