Ponto
"DEPOIS DA ENTRADA DOS APLICATIVOS NO MERCADO, O TAXISTA PASSOU A DORMIR NO PONTO E O UBER TRABALHAR A PREÇO DE BANANA! A DECISÃO MAIS INTERESSANTE É PULAR FORA DO BARCO, ANTES QUE AFUNDE". Ator desconhecido.
Cego
Deus chegou a um ponto em que percebeu que era Deus. Acordou-se de fazer tudo automaticamente, de criar mundos sem saber. No fundo, nunca admitiu ser estúpido, pois acreditava que era onipotente, onisciente, não um idiota. Nem o universo triste e sem sentido que inventou o convencia da sua fraqueza. Gostava da sua onipotência e fingia acreditar que era um pequenino. O mundo era um teatro que criava sonhando e não era responsável pela maldade e pela dor. Imerso no seu poder imenso, era presa desse mesmo poder. Bêbado de vaidade, o seu medo era o medo de realizar as suas aspirações, medo do terror que desejava. Então se manteve inconsciente, anulando a racionalidade, até que chegou o momento em que teve de admitir as suas limitações e perguntar o que, acordado, faria em seguida. Deus sabia que esta história não poderia ser apreciada por ninguém mais, fora ele próprio. Não havia quem lhe dissesse o que era certo e o que era errado, ou o caminho a seguir. Era a própria imagem da solidão. Quando descia ao mundo dos homens e abandonava o seu mundo das ideias, ficava confuso porque o mundo inferior o adoecia com o nada. Grande era o medo da concussão que viria pelo desejo de abandono, pelo desejo da morte. Na verdade, era a preguiça de tudo recriar, como das outras vezes, e também pelo apego aos seres, que não sabia reconstruir fielmente: Ah, nunca seriam como antes! Ele gostaria de falar e chorar, mas as criaturas nunca poderiam entendê-lo, jamais conseguiriam se colocar na sua posição. Assim, era o responsável por se fazer apreciado. Tudo o que inventava, ele achava aquém de si próprio, justamente porque era o máximo. Ao se ver, podia perceber as suas falhas: o tempo, o movimento, a repetição, a vontade, que o impulsionavam para o abismo, pois, embora não houvesse o futuro, ele não tinha completa consciência da ordem de tudo.
Todos estão iludidos pelo espaço, quando estão presentes num pequeno ponto, indo e voltando, sem sair do lugar.
No Fim do Poema
No fim do poema não há ponto final.
Há uma cadeira vazia na cozinha,
o café esfriando enquanto a tarde decide
se fica ou se vai.
No fim do poema, a rua continua.
O ônibus passa cheio de histórias que não cabem em verso,
o vendedor grita o preço do dia,
e alguém chora baixo no celular
como quem pede desculpa por existir.
No fim do poema, a gente aprende
que nem tudo vira metáfora.
Algumas dores ficam literais demais,
algumas alegrias pequenas demais,
e a vida segue escrevendo em prosa
o que a poesia não deu conta.
No fim do poema, sobra o corpo.
Cansado, insistente, vivo.
Sobra a respiração que falha, mas volta.
Sobra a memória tropeçando em si mesma,
lembrando do que foi
e inventando o que ainda pode ser.
No fim do poema, ninguém aplaude.
A luz não se apaga de repente.
O mundo não entende que aquele verso era despedida.
E tudo bem.
O mundo nunca soube ler direito.
No fim do poema, começa outra coisa.
Talvez não seja bonita,
talvez não rime,
talvez não salve ninguém.
Mas anda.
E enquanto anda,
vai escrevendo.
*EDUCAÇÃO DOS PAIS NO SÉCULO XXI*
Do meu ponto de vista, hoje os pais fazem tudo que os filhos querem.
Resultado? Uma geração mimada, sem limite e mal educada.
Provérbios 13:24 diz: "O que retém a vara aborrece seu filho, mas o que o ama, cedo o disciplina."
Tradução: pai que ama de verdade não deixa o filho fazer tudo que quer. Ele corrige.
No meu tempo, bastava uma olhada. A gente já entendia o recado inteiro.
Não precisava grito. Não precisava repetir. Respeito vinha de casa.
É bíblico: "Ensina a criança no caminho em que deve andar, e ainda quando for velho não se desviará dele." Pv 22:6
Se não ensinar cedo, o mundo ensina depois. E o mundo cobra caro.
_Van Escher_
O tempo é escoamento do real momento da vida
Se existimos em algum ponto crucial da história respiramos o instante da eternidade.
Nossos pensamentos são fragmentos na memória sanguínea.
Então estamos ligados pela eras de experiências na existência so quando temos essa experiência relembrada temos o ar mais profundo de nossos ancestrais...
Somos um ponto no distante do infinito ate que pousamos compreender melhor essa luz nossa luz sera parte de outra luz.
No silêncio cruel das eclipses do universo vemos buracos negros massivos diante sois que morreram milhares de anos pois ver por um telescópio é simplicidade máquina de tempo mais primitiva do homem.
O microscópio ve dentro da vida buscando ver célula de Deus.
Como compreender o universo dentro de você. O ponto de luz te atravessa.
A vida granha novos formatos de consciência mesmo tão longe ainda pensamos um dois lados da moeda.
Quando ver se torne um pássaro do passado vamos ver lo no museu.
Então seremos representados como bonecos de cera em volta da fogueira olhando os céus apontando os mistérios do cosmos.
Nos limites do cosmo esta cinturão de asteroides viajando em algum ponto do espaço sideral. A Tecnologia da novos passos a tabela periódica ganha nos elementos dentro da dança cósmica temos a visão de asteroides numa dança caótica e alienada o teor da aventura da existência contemporânea da humanidade..
Intensa a ponto de não criar raízes....virar borboleta e voar livremente onde der na telha... porque sou dona de mim e do meu nariz... me prender pra quê? Passarinho na gaiola canta triste ....
As tarifas de Trump tiveram apenas um ponto positivo: atingiram em cheio os gigantes do agro! Agri é cultura, Agro é tóxico!
Ponto dE VisTa
Tudo na vida depende do seu Ponto dE VisTa
Somos bons para as pessoas quando fazemos o que elas gostam, independentemente se isso fere à ti ou a uma outra qualquer pessoa, desde que ela seja beneficiada no processo.
Uns acreditam que somos àquilo que às pessoas dizem que somos.
Já outras,
Outras acreditam que somos àquilo que oprimimos porque a sociedade vai julgar se determinado perigoso ou estranho para elas.
No meu Ponto dE VisTa
Ninguém é!!
Porque se fossemos, todos teríamos uma única imagem sobre "nós".
Como pode? Uma pessoa ser:
-Calma, gentil e acolhedor.
Ser:
-Agressiva, repugnante e impulsivo
Como pode?
Confusão dentro de MIM
Quando um homem chega ao ponto de perder a estima de si próprio e abdicar das suas melhores qualidades e da dignidade humana, perdeu tudo, a sua ruína é inevitável.
Hoje eu respeito o seu ponto de vista em relação ao mundo ao seu redor, como também sua religião e tudo que você acredita.
Então faça o mesmo com o meu.
Cada criação tem sua própria história, então deixem cada um viver a sua própria não queira que todos sejam uma cópia imperfeita sua,deixem eles sentir o que é ser autor da própria história sem serem manipulados por alguém que não é feliz com as próprias escolhas...
Ruflando às letras o poema
exibe suas palavras
a ideia pesca na água
da rima o ponto
que narra / agarra
mexe a mente à isca
na água...
mente clara / mergulha
o poema ao ponto
narra / agarra
(Leonardo Mesquita)
Uma vírgula é pausa para respirar,
o ponto e vírgula é uma pausa mais forte que a vírgula apenas; os dois-pontos é uma pausa maior que o ponto e vírgula: já o travessão é o silêncio entre o leitor e o texto — respira — respira: raciocina, o silêncio que não é silêncio; nem pro leitor nem pro texto: é o peixe que para de si debater — porque é devolvido à água. A pontuação é cilindro de mergulho para o leitor ir a fundo no texto — o silêncio entre o mergulhador e a água: vende o peixe.
Leonardo Mesquita
Um ponto final onde deveria existir uma vírgula....
A noite refletia as dores e esclarecia a confusão que estava em meu coração, "perdida" essa é a palavra chave, perdida em um mundo provisório cercada de indecisões cuja a ideia principal é procurar refúgio ou será um esconderijo, não quero decidir agora, más se não for agora quando? Eis a indecisão! Não posso ignorar o que eu acumulei dentro de mim não sei como acabar com isso, talvez por ironia os sentimentos sejam dores disfarçadas de alegria, momentos são apenas acontecimentos felizes e momentâneos que te assombram e te destroem, doi sentir tudo o que um dia eu jurei não usufruir mais! Porque é tão fácil fingir está bem com um sorriso e difícil esconder com os olhos ? talvez seja a janela da alma Ou apenas um observador de pessoas! Perdida em lembranças ... Perdia em tuas palavras... Perdida em um ponto final que não coloca-te ... Perdia..perdia... E sem sinal de ser encontrada!
Todas as incursões projetam estruturas hexagonais sobre as variáveis infinitas de um novo ponto focal. O espaço ganha forma nas pausas das notas, onde a Teoria das Cordas oculta a matriz fundamental da realidade. Ao subdividir o nexo temporal sob uma linguagem unificada, florescem conexões orbitais inéditas. Surgem seres cuja presença oblitera a cognição inata, convertendo o alinhamento de ideias no curso abstrato de uma análise apocalíptica."
