Ponto

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Sempre procuramos achar o ponto em que erramos, mas esse ponto é o que nos deu orientação, direção e sentido, foi ele que nos trouxe a essa linha temporal, sem ele não chegaríamos onde estamos, é melhor pensar em como vai ser daqui para frente, aprendendo com nossos erros, do que pensar em como poderia ter sido, martirizando nosso futuro.

⁠“Cativar uma pessoa, no sentido ético, ao ponto de tornar-se necessário para ela; É agregar razão à própria existência”
Ney P. Batista
Apr/02/2022

Ruflando às letras o poema
exibe suas palavras
a ideia pesca na água
da rima o ponto
que narra / agarra
mexe a mente à isca
na água...
mente clara / mergulha
o poema ao ponto
narra / agarra




(Leonardo Mesquita)

Uma vírgula é pausa para respirar,
o ponto e vírgula é uma pausa mais forte que a vírgula apenas; os dois-pontos é uma pausa maior que o ponto e vírgula: já o travessão é o silêncio entre o leitor e o texto — respira — respira: raciocina, o silêncio que não é silêncio; nem pro leitor nem pro texto: é o peixe que para de si debater — porque é devolvido à água. A pontuação é cilindro de mergulho para o leitor ir a fundo no texto — o silêncio entre o mergulhador e a água: vende o peixe.


Leonardo Mesquita

"Construímos máquinas que nos permitiram pensar melhor. Pensamos tanto, a ponto de deixar que pensem por nós. Pensaram por nós, ao aceitarmos a responsabilidade de não pensarmos mais".

Quando as escutas falham por surdez, é porque repousam, silenciosamente, em um ponto fora do eixo.

Para quem fala de mim, não vejo problema algum nisso. Afinal, é o seu ponto de vista, e, se for algo realmente construtivo, sempre será válido tentar melhorar como pessoa. Até porque eu não sou perfeito. O pior não é falar mal pelas costas, mas sim depois me dar um abraço, fingindo que nada aconteceu.

Posso lhe afirmar de que ainda existem homens românticos, cavalheiros e gentis a ponto de engrandecer o teu coração;
Que a faça sorrir e que cumpra as promessas de amor que viva junto a ti como um único coração;

Somos substituíveis ou insubstituíveis?

Depende do ponto de vista de quem olha para nós**

A vida tem um hábito cruel: ela continua.

O carro fica na garagem com o IPVA vencendo no dia seguinte.
O tênis seca no varal sem nunca mais ser calçado.
A mesa do café da manhã permanece no mesmo lugar, mas falta alguém do lado de sempre.

Na empresa, há flores. Poucas. Protocoladas.
No dia seguinte, um processo seletivo é aberto.
Em uma semana, a rotina se reorganiza.
Em alguns meses, o nome vira apenas uma lembrança difusa.
Em poucos anos, ninguém mais saberá quem você foi ou o que construiu ali.

Do ponto de vista do sistema, você era função.
E funções são, por definição, substituíveis.

Mas em casa…
em casa o mundo desaba em silêncio.

A esposa acorda e não encontra o beijo que sempre vinha antes do despertador.
Os pais esperam o almoço de domingo que estava combinado.
O sobrinho continua perguntando pela camisa do time, sem entender por que o “depois” não chega.
O filho, com apenas cinco dias de vida, crescerá sentindo a ausência de algo que nunca pôde viver.

Para quem ama, você não era função.
Era presença.
E presenças não se substituem.

No velório, um único amigo observa o caixão fechado e pensa: poderia ser eu.
Lembra que é na casa do luto — e não na da festa — que a verdade se impõe.
Recorda as mensagens trocadas no dia anterior, o jogo de sábado que não acontecerá,
as brincadeiras da infância, a queda na escola, o medo antigo de perder quem parecia eterno.

Ali, entre coroas de flores e silêncios constrangedores, ele entende algo simples e definitivo:
o amanhã é uma suposição confortável demais.

No fim, talvez reste pouco —
mas o pouco que fica é essencial.

A consciência de que a vida nunca está pronta,
está sempre começando de novo.

A lucidez de que seguir em frente não é escolha heroica,
é necessidade.

E a verdade incômoda de que podemos ser interrompidos
no meio da frase,
no meio do plano,
no meio do amor.

Que a interrupção não seja apenas fim,
mas desvio.

Que a queda não nos paralise,
mas nos ensine outro movimento.

Que o medo não nos feche,
mas nos eleve degrau por degrau.

Que os sonhos não sejam fuga,
mas travessia.

E que a busca — essa inquietação que nunca cessa —
termine, ao menos às vezes,
em encontro.

A morte não pede licença.
Ela não confere agenda, não respeita planos, não espera o momento certo.

Ela chega quando o IPVA vence amanhã.
Quando o almoço de domingo já está combinado.
Quando a camisa do time ainda está prometida.
Quando o filho tem apenas cinco dias de vida e o mundo, finalmente, parece completo.

Você sai de casa inteiro.
Volta apenas como ausência.

E tudo o que parecia urgente perde o sentido.
Tudo o que foi adiado vira culpa.
Tudo o que ficou para depois… fica para nunca.

Se você está lendo isso, é porque ainda está vivo.

E isso não é pouco.
É tudo.

Então não exista apenas.
Não passe pela vida como quem cumpre expediente.
Viva.

Viva sendo melhor para você e para os outros.
Ajude quem cruza seu caminho.
Não tenha vergonha de pedir desculpas.
Assuma seus erros.
Exponha seus sentimentos.
Diga “eu te amo” sem esperar ocasião especial.
Abrace com força.
Perdoe enquanto há tempo.
Peça perdão enquanto ainda há resposta.

Não espere o velório para virar consciente.
Não espere a perda para valorizar a presença.
Não espere o fim para começar a viver.

Porque um dia, sem aviso,
alguém estará olhando para um lugar vazio
onde hoje ainda é você.

E quando esse dia chegar — que não seja cedo —
que você tenha vivido de verdade.
Sem se esconder.
Sem se poupar de ser quem é.

Só isso já faz a vida valer a pena.


Saulo Santiago ∴

depois que cê contou todo o ponto de vista do nosso passado,
ficou mais fácil de te ler já que nos vimos crescer
com cada um designando seu próprio futuro,
cada passo designado pra cada fim,
e isso tudo é só pra te dizer que eu tô feliz assim.

a gente se acostumou no pele com pele
e confesso que eu adoro me ver no ponto de vista dele.

O poder do som, já era conhecido pelos chineses a milhares de anos do passado. A tal ponto, que o Imperador mantinha um grupo seleto de fieis afinadores de todos instrumentos, que percorriam todos lugares do reino, afinando pelo diapasão imperial com isto controlava o bem estar, as idéias, o espirito, os pensamentos e as atitudes a favor do império. Logo o som, tons vibracionais é o guia das águas, da vida e do comportamento humano.

Um desencontro, mas ainda assim, um ponto de interseção, de algo que de fato aconteceu, mas não permaneceu.

Onde eu chego, faço amizade, conquisto o afeto das pessoas a ponto de me pedirem pra voltar, sei entrar e sei sair de qualquer lugar, muita gente me odeia pela forma como outras me amam, mas ainda assim, sempre tive mais gente por mim do que contra mim!

Por que você mudou a esse ponto,
a ponto de quebrar a ponte entre nós.
Quando tudo era maravilha, você se encantava,
se vestia de riso, prometia permanência.


Mas bastou a tormenta chegar
para você se perder de si mesma,
confundir medo com razão,
e chamar de caos aquilo que exigia coragem.


Se você parasse — só um pouco —
veria que ainda era possível juntar os fragmentos.
Mas preferiu espalhar acusações,
alimentar indecisões antigas.


Transformar o passado em arma.
O teu tormento não é sentença,
e muito menos justificativa para a derrota.
Não tente manipular o fim
quando foi a tua desistência
que ensinou o caminho a ruir.
Foi você quem envenenou a tua escolha.
Não tem o direito de acusar julgar condenar ninguém.

UM PONTO

Tudo, aliás, é um ponto.
Um ponto incerto.
Um ponto sem nó.
Um ponto de interrogação.
Um nó atravessado.
Uma incerteza dentro da outra.
Uma exclamação.

A vida
A morte
Meu norte
Meu nada
Meu tudo
Verticalizado
Nas ruas desertas.

Assim, aliás, é o meu mundo,
Enigmatizado,
Energizado,
Sem uma pretensão,
Apenas uma razão
E uma loucura.

O Ponto Fixo do Trânsito


O Agora é a minha única morada, o ponto exato,
a quietude que o caos me permite reivindicar.
Se o defino, ele já é Presente-Passado,
a matéria de memória, a substância de tudo que o riso dos deuses levou.
Não é um vazio findo, mas o volume da minha história,
a textura viva da cicatriz que me torna necessário.
Mas o Agora é também, e sem trégua, Presente-Futuro,
a tensão que me impede o ócio inabitável.
É o vetor da força que move o Ser para o devaneio lúcido—
a criação de um paraíso possível,
mesmo quando a lucidez me diz que ele é breve.
Pois sei que as coisas transitam ao meu redor
e a minha perspectiva é o único centro real.
Se o mundo gira e a folha cai,
minha presença é o ângulo irrepetível
que dá forma e cor à velocidade do trânsito.
Os Deuses, lá no alto, podem rir da minha seriedade,
rindo da minha busca por um sentido,
zombando da pequena chama da minha vontade.
A gargalhada deles é a confirmação:
A vida é regida pela ironia lúdica, não pelo mérito.
Mas a síntese é a minha resposta:
Eu não preciso de um plano perfeito.
Eu sustento a minha existência apesar do riso,
criando o meu próprio éxtase no intervalo.
Eu sou necessário para completar a canção,
e mesmo sabendo que o futuro é incerto,
eu carrego a coragem indiferente de quem sabe:
O ato de estar aqui, no Ponto Exato do Agora,
já é o maior e mais belo de todos os propósitos.


No Brasil da pra sentir o nariz gelado,mas não a ponto de por um casaco. É como se você tivesse uma radiação a sua volta. A energia do calor do corpo vence o frio, e dá uma sensação refrescante.

No mesmo Brasil da pra viver em um lugar que quase todo dia as 18:00, chove. Da para colecionar um leque novos sentimentos com esse clima.

De norte a sul, as pessoas estão se entregando ao narcisismo digital e alimentação e hábitos medíocres.

A mudança se dá apenas em você e isso transforma o mundo ao seu redor.

Não perca o foco por um ponto de vista cego

O amor acontece assim, ficamos feito uma presa tremendo na frente, mas prontos e no ponto para sermos devorados com unhas e dentes.