Ponto
A proatividade relacional deve ser o ponto crucial e fundamental dos nossos relacionamentos interpessoais, pois através dela compreendemos que tudo começa quando damos o primeiro passo para construir relações cada vez mais equilibradas e saudáveis, fundamentadas no amor.
Em cada jornada épica há um ponto de virada silencioso: o instante em que o herói acredita que é possível.
Entre algoritmos, mitos, histórias e símbolos, encontramos o ponto onde a voz humana renasce em código — para todo aquele que estiver desperto.
Se houvesse um Deus, acho muito improvável que Ele teria uma vaidade tão inquieta a ponto de se ofender com aqueles que duvidam de Sua existência.
Não cabe...
Naquilo que se fala cabe uma vírgula, naquilo que se vê cabe o silêncio ou um ponto final, agora naquilo que se senti não tem barreiras, as linhas se tornam infinitas.
"Amar é permitir que o outro seja livre ao ponto de fazer a escolha de querer ficar ou não ao seu lado"
"Ele era igual."
-
Ele não, ele nunca
Ele era diferente, ponto final.
Aconchegava-me na noite fria
Abraçava-me e eu sorria.
-
Ele não, ele nunca. Ele era especial
Ele era tudo o que eu mais queria
Mas quando o vi naquela espelunca
Foi aí que eu descobri - ele era igual
Também traía.
O choro é a expressão da tristeza, e o ponto é justamente esse: aceitar e expressar nossas emoções é parte fundamental daquilo que a ciência chama de inteligência emocional.
Guardar um oceano de angústias dentro de si é bastante nocivo. Além disso, é inútil, pois só fortalece as emoções que tentamos esconder.
Mote
Num ponto do infinito
há um planeta azulado,
enquanto gira de lado
visto de longe é bonito…
Diz-se aqui no Galapito
que há lá um certo animal
que se faz um maioral
e pensa que sabe tudo,
como um grande cabeçudo
da poeira Universal.
Glosas
I
Diz o povo aqui da Corte,
do lugar aonde estou,
que o ponto p`ra onde vou
é sítio de gente forte…
Vou entrar no Pólo Norte
para ver se ali medito,
um prazer que necessito
P`ra gelar o meu sentido
e passar despercebido
num ponto do infinito.
II
É ali no pedregulho,
que aqui comparto e vejo,
onde está o Alentejo
que descansa sem barulho…
Há quem diga que é orgulho,
há quem diga que é um fado,
que se leva descansado,
nas guerrilhas desse mundo,
e vejo que lá ao fundo
há um planeta azulado.
III
Confesso estou curioso
p`ra chegar ali depressa,
onde dizem que a cabeça
tem um dom meticuloso…
Viajando o céu viçoso
avanço no céu estrelado,
o percurso é encantado,
o destino bate certo,
no azul que fica perto
enquanto gira de lado.
IV
Quero ver a cor das serras,
nessas grandes altitudes,
e passar desertos rudes
que apagam outras terras…
Também quero ver as guerras,
para ver se eu acredito
no que a Corte me tem dito
e não quero acreditar,
mas olhando esse lugar,
visto de longe é bonito.
V
Com a nave desengatada
vejo algumas claridades,
talvez sejam as cidades
da parte mais abastada…
Noto a porção anilada,
durante o soar de um grito,
que soa como um apito
e zune como um consolo.
- Vamos ver esse bajolo!
Diz-se aqui no Galapito.
VI
A nave sorri em festa
pelo azul dos oceanos,
que exibem aos humanos
a frescura que lhes resta…
Dizem que à hora da sesta
esse anil é divinal,
no austro de Portugal,
onde está uma cicatriz,
toda a nave aponta e diz
que há lá um certo animal.
VII
O Galapito avança mais
para ver mais à vontade,
e reparo outra verdade
destapada por sinais...
São fumaças colossais
vindas lá do corpo astral…
Penso que algo está mal
nesses tons que não se somem,
e que ficam mal ao Homem
que se faz um maioral.
VIII
Vejo a Lua olhar p´ra mim
como uma Deusa do céu,
a sorrir de corpo ao léu
e a benesse não tem fim…
É ditosa em ser assim,
com um ar sempre amorudo…
Enquanto me quedo mudo,
penso nessa criatura,
que é pomposa na figura
e pensa que sabe tudo.
IX
Lá em baixo oiço trovões,
ou estouros das disputas,
que são o maná das lutas
e o pesar dos corações…
Entre as muitas criações,
de cariz grave e agudo,
avisto o animal taludo
entretido nessa esgrima,
que diviso aqui de cima
como um grande cabeçudo.
X
Finalmente, o meu destino,
entre a sombra dos chaparros,
nesses campos tão bizarros
dos meus sonhos de menino...
Dou um salto repentino
para as mãos dos chaparral,
onde tudo é sempre igual
e onde não me sinto só,
como um grãozinho de pó
da poeira universal.
Depois de um certo ponto na sua carreira científica, as coisas deixam de ser uma questão de inteligência, e se torna uma questão de escolhas
Deste ponto em diante teremos que esconder o nosso relacionamento anterior e agir como meios-irmãos que se dão bem.
Inteligência para entender cada ponto e vírgula que a vida oferece.
Sabedoria para poder agir com cautela, a cada dificuldade ou algo que venha a ser positivo.
Não desista no primeiro degrau
persista na escada por completo
E no final desfrute de tudo que ganhou em forma de aprendizado.
O pior erro que uma pessoa pode cometer contra si, é viver tanto no engano a ponto de ser convencido pelas próprias mentiras.
Identifique o verbo que distingue razão, emoção lapidada, sem calor e atenção, sinônimo em ponto, exclamou confusão, marmita ao sol, ferramentas na mão, firmado em sonhos se houver um colchão, só encontro a guarida, junto ao seu coração.
