Ponto

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Os homens chegaram a tal ponto que amiúde morrem de fome nãoo pela falta do necessário, mas pela falta do supérfluo

Percebi o quanto tinha distanciado de minhas crenças e escolhas. Então me dei conta em que ponto havia me perdido e afastando-me de mim mesma...
Deixei meu desrespeito próprio tomar conta, ceguei-me e permitir que aqueles que também estavam perdidos pudessem se aproximar, ao invés de lhes ajudar a enxergar...
A medida que me afastava mais de mim mesma, permitia que o medo tomasse conta e impedia que o amor se chegasse... Assim, aqueles que se aproximassem demasiadamente, eu negava com receio de descobrirem todo aquele vazio que cercava minha alma.

Como a vida é tecelã imprevisível, e ponto dado aqui vezenquando só vai ser arrematado lá na frente

⁠Deve ser legal ter alguém que se importa com você ao ponto de chorar por você.
(Himeno)

Tente entender o que eu sinto, mas nunca pense que me conhece bem a ponto de saber qual será minha atitude.Não duvide das minhas palavras, não pratique falsidade comigo, demonstre-me confiança. Se não for do seu interesse minha presença, não se aproxime. Não fale de mim sem me conhecer!! Não grite comigo, tenho o péssimo hábito de revidar. Tenha uma vida própria, me faça sentir saudades. Acredite nas verdades que digo e nas mentiras, elas serão raras e por uma boa causa.

Bem-vinda, dona razão.

Meu coração é irritante, meu ponto de vista duvidoso, e ultimamente tenho sido tomada por ondas de razão. Eu não quis, simplesmente aconteceu. Não me lembro quando, não me lembro onde, só foi.
Não me compadeço mais por pessoas que tomaram certas escolhas na vida, não choro por romances acabados, e não são todas as cenas de amor que me emocionam.
Descobri que a vida nos oferece opções cada um vai pela que quer, e na maioria das vezes insistem em chorar pelos erros que cometeram, chega disso, quero que pensem em quem não teve opção, que as coisas só aconteceram.
Choro por romances inacabados, por desencontros da vida, desses sim eu entendo. A palavra acabar quer dizer fim, fim pode te dar um recomeço, inacabado não, a única opção é acabar, e isso nem sempre é a solução.
E o mais importante, descobri que o ser humano, pode fingir emoções, podem acobertar o que sentem, prefiro me apaixonar por canções, por poemas e por textos, mesmos que sejam breves descrevem o que a alma está transbordando, e isso sim vale a pena.

Se não levantar os olhos, sempre pensará que é o ponto mais elevado.

Vou bordar minha vida com a tua, com ponto bem apertadinho, pra ninguém descosturar

Eu me arrependo de ter te amado,
Eu chorei,
Eu sofri,
Eu fiquei ao ponto de querer ser apenas um corpo vazio sem alma.
Agora?
Agora eu vejo quanto me importei com tão pouca coisa

A vida continua além do horizonte. A vida morre aquém do horizonte. Tudo depende do ponto de referência.

“Que sejamos doce, ao ponto que o tempo nunca amargue. Que a felicidade esteja em nós, de um jeito que a tristeza nunca estrague.”

Eu gosto tanto dela, a ponto de querer tá perto, pronto
Não tem outro jeito de me ver sorrir
É louco o efeito dela, aqui.

⁠Sabe o que é autoestima? É você exagerar no amor-próprio a ponto das pessoas dizerem “tá se achando”! E sabe quais são os benefícios da autoestima? É o poder! Poder ser quem você quiser ser, com autoconfiança e a certeza de que você é capaz de superar qualquer obstáculo, porque você tem dentro de si, um amor tão grande pela mulher que você se tornou, que não vai permitir que nada e nem ninguém te desvalorize. Por isso mulher, cultive essa vaidade, se ache mesmo, faça caras e bocas, faça um ensaio fotográfico, invista em maquiagem e em cursos de desenvolvimento pessoal (como o @toploba), cuide da pele, do cabelo, faça procedimentos estéticos e o que mais te fizer feliz! E jamais coloque outra pessoa acima de você! Pratique afirmações de auto-elogio e vibre na frequência do amor e da gratidão! #toploba #toplobapode #angelmancio

TEMPO DE COVID 19

Eu vi!
Pessoas que diziam se amar, se odiando ao ponto de não suportar a presença um do outro, e se separar definitivamente.

Eu vi!
Pessoas que se diziam odiar, se abraçarem e reconhecerem que juntos seriam mais fortes, e que seriam um pelo outro, e em um compromisso eterno de amor se enlaçar.

Eu vi!
Quem diziam nunca sentir falta, chorar de saudades, e desejar ter um segundo que fosse para um afeto abraçar.

Eu vi!
Que pensava não suportar a saudade, perceber que as vezes ela é boa, pois a convivência constante, mata-a, e aí o que fica é a monotonia.

Eu vi!
Mães chorar por filhos perdidos, que retornaram, reconhecer que sempre foram por eles amadas.
Eu vi.
Filhos que fizeram suas mães chorarem por sua partida a outros mundos, e a dor que vi em seus rosto, era desolador.

Eu vi
Filhos reconhecerem o valor de seus pais, e pais reconhecerem que seus filhos tinham valor.

Eu vi.
Quem deveria cuidar do povo, os empurrar a caminhos sem volta, e vi tambem quem os apoiavam, apenas pela importância social que tinham.

Eu vi.
Povos inteiros se engalfinhando num momento em que deveriam se unir, só por não compartilhar das mesmas ideias, se esquecendo que a ideia de Deus era apenas nós ensinar a viver um pelo outros.

Eu vi.
Fé sendo vendida, vi gente comprarem saúde e não receberem, vi gente vender suas casa por um cantinho no céu, e se perderem no inferno de uma vida miserável que a a eles , era dito ser apenas uma prova a mais de amor e fé em Deus

Eu vi
Muitos sobreviventes, e muitos que se doaram, se oferecendo em sacrifício para que esses pudessem sobreviver

Eu vi.
Com lágrimas no olhos, coração aflito, alguém pedindo para que os socorressem, mas não dava pra socorrer a todos, e tinham de escolher, mesmo sabendo que poderiam estar fazendo a escolha errada, porque o socorro era só o ficar onde estava, sem sair, dando a eles, os não escolhido, a chance de ter mais tempo a viver, e aos que precisavam fazer a dolorosa escolha, uma chance de a todos receber, e a todos que deles precissem em momento de angústias, não precisassem ser escolhidos, pois onde o ar que buscavam era encontrado e não mais faltaria, porque muitos deixaram de nas ruas irem para que ele não se esgotassem.

Eu vi.
Eu sofri.

Mas espero poder dizer um dia que eu sorri ao ver tudo isso passar, e dizer que toda dor me fez encontar uma humanindade mais humana.

Eu vi.
Você também viu.
Mas será que teremos tempo a contar o que vimos?
E se tivermos quem contará?
Eu você ou nós dois?
11/05/20

A humanidade se tornou tão estúpida, ao ponto das pessoas se escandalizarem com coisas naturais, e banalizarem coisas essenciais.

Arrisque, se aventure, dê uma chance pra felicidade. Vá no ponto alto da paixão e depois caia, desiludido, nos escombros.

Tenho vontade de beijá-la ao ponto de tirar seu fôlego. E por fogo nesse seu desejo. Para que arrumar seus cabelos, se vou desmanchá-los com a ventania das minhas caricias? Tire também os brincos, porque não os quero testemunhando as besteiras gostosas que seu ouvido ouvirá. Elias Torres

E quem disse que precisa ser perfeito? Pra mim bastar ser real a ponto de não me arrepender.
Você é capaz?

Vamos começar
Colocando um ponto final
Pelo menos já é um sinal
De que tudo na vida tem fim

Vamos acordar
Hoje tem um sol diferente no céu
Gargalhando no seu carrossel
Gritando nada é tão triste assim

É tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

Vamos celebrar
Nossa própria maneira de ser
Essa luz que acabou de nascer
Quando aquela de trás apagou

E vamos terminar
Inventando uma nova canção
Nem que seja uma outra versão
Pra tentar entender que acabou

Mas é tudo novo de novo
Vamos nos jogar onde já caímos
Tudo novo de novo
Vamos mergulhar do alto onde subimos

PONTO FINAL

Quebrei o aquário com o maior prazer do mundo. Eu matei os dois peixes, deu um pouco de dó da fêmea, ela demorou mais pra morrer. Mas, sinceramente? Não estou com pena deles. Peixes morrem todos os dias, assim como pessoas. Ciclos se encerram todos os dias, assim como o dia acaba, como o amor é destruído ou construído. Todos os dias. Quem sabe, essa não seja toda a emoção da vida, não é mesmo?
Depois rasguei o embrulho do pijama, e queimei. E a tesoura me foi útil na hora de cortar o pijama em pedacinhos irreconhecíveis. O pingente de sol deve estar em algum lugar da rua, já que eu joguei da varanda aqui de casa.
Depois as coisas na parede do quarto devem estar em alguma lixeira; notei a presença da mãe tirando os papéis do chão enquanto eu dormia. Espero, sinceramente, que ela não os tenha guardado.
E, eu acho que depois que eu surtar e tacar o celular do vigésimo andar e ter o prazer de vê-lo esmigalhado no chão, eu me sinta bem melhor. Melhor do que estou agora.
Sinceramente, achei que fosse estar pior. Mas, não. A vida é feita de escolhas. Ok, eu sei que isso é muito clichê; mas é a verdade. Quem sabe, a única verdade nisso tudo.
As coisas costumam passar na nossa frente, se exibindo, prometendo felicidade. E vai da nossa coragem querer pegar e ser feliz, ou não. Daí que tem pessoas que fazem questão de deixar passar, por simples covardia ou vai saber lá o quê. As pessoas surtam e decidem ferir as outras. Depois reclamam de não serem respondidos.
Eu lembro que um dia eu escrevi sobre livre arbítrio. E, depois de tudo, continuo tendo a certeza de que existe uma coisa pré-definida por trás do livre arbítrio, que nos faz tomar aquela decisão por ser exatamente aquela que devemos tomar. Pro nosso bem ou não, mas a gente acaba vivendo uma história que já está traçada, já está escrita, já foi determinada. Aí, basta a gente entender e aceitar tudo isso pra não sofrer mais que o necessário.
E aprendi que, sofrer no dia seguinte é idiotice. Se sofre no dia da dor, o dia seguinte é outro dia e esse dia segue.
Eu já tentei várias vezes me fazer de forte, dizer que eu era durona e que jamais me apaixonaria, ou sofreria, ou cairia na lábia de um idiota que tem um rei na barriga.
Eu sofri. Não nego. Me descontrolei, quebrei o que eu podia quebrar, xinguei o que eu podia xingar, taquei almofadas na parede, me joguei na cama e me chamei de burra, prometi nunca mais ver nem ouvir falar no nome, tomei comprimidos pra dor de cabeça, meu estômago ficou atacado e eu chorava e me contorcia de dor na cama. Depois fiquei até altas horas da madrugada sentada na varanda olhando a lua cheia. Ela estava maravilhosamente linda e o céu não poderia estar mais bonito. Tudo isso normal. Coisas normais que acontece com qualquer pessoa que se entrega, que tem coração, que ama. Que ama de verdade. Que entende o perfeito significado do amor descrito em Coríntios, e que insiste em cumprir tudo o que promete. Coisas normais de uma pessoa que não é movida pela emoção, e mesmo na emoção, fala coisas que tem certeza que vai cumprir. Coisas normais de uma pessoa que mudou e que quer ser feliz, muito feliz.
Mas, no dia seguinte, a pessoa continua sendo normal e a ferida pára de sangrar. Tá dolorida por ser tão cutucada, mas não sangra mais. Depois de uns dias, cicatriza e fica a marca. E não é vergonha carregar as marcas. Pior aquele que não se entrega por medo de sofrer e carregar marcas depois. Como ele vai viver e passar toda a alegria e dor que teve pra outras pessoas? Impossível aprender sem carregar marcas, marcas que pesam, que revoltam, e que as vezes nos faz sentir idiotas. Mas são marcas, e por mais feias que sejam, devem ser motivo de orgulho para quem as carrega.
E quando você se conscientiza que foi melhor assim e que todo mundo precisa ser feliz, e não vai ser mais uma decepção que vai te fazer parar, te fazer desistir, aí você consegue não sofrer mais pela pessoa, não sentir falta. O amor fica escondido em algum canto e depois se cansa de insistir e vai embora, mais ou menos no tempo em que a ferida vira apenas uma marca.
E, mesmo depois de tudo ontem, não me arrependo de absolutamente nada. Eu vivi, fui extremamente nobre em me deixar viver, mais uma vez, tudo o que eu tinha pra viver, com toda a intensidade possível. E como todos os outros, vira mais um texto pro meu blog, mais uma história pro meu livro. De tudo o que foi vivido, de tudo o que foi dito, pra isso serviu. Pra me inspirar a escrever.
Não significa mais nada, a não ser, parágrafos de um desses textos gigantes que eu costumo escrever sem ver a hora passar.
E tudo volta como estava. Você, sendo uns papéis perdidos na minha gaveta de cartas. E eu, pra sempre, presa em algum canto em você. Porque eu ainda acredito no ser humano, ainda acredito nos olhos, na verdade das palavras, e nem tudo aquilo foi em vão ou mentira. E quanto a você, eu liberto de algum canto onde você esteve preso em mim por tanto tempo, e me esqueço, pra sempre, do que você foi e representou. Pra sempre.
E deixo de cumprir a promessa de que mais ninguém seria suficiente. Sim, existe alguém suficiente. Suficiente só pra mim. Do meu jeito. Que não tenha medo e que saiba, sempre, o que sempre quis. E que nunca, nunca desista de mim.