Político
A melhor guerra que um político pode declarar, para o bem do seu próprio Estado, passa por lutar contra a fome real que dilacera o seu povo e, não perder tempo em lutar por meras ideologias políticas tendentes a atingir o poder.
A oratória é o segredo sublime de um político polido, que com o seu saber entrega a sua vida para o bem da sua NAÇÃO.
Quando um político começa a esforçar o povo a acreditar que a sua convicção é a convicção da maioria é altura ideal para avaliar a sua sanidade mental.
A melhor terapia de um político deve refletir-se na satisfação do bem que faz para o seu povo e, não na desilusão de governar sobre a desgraça dos seus eleitores.
Fecham-se as cortinas de mais um ciclo político anual, a população esperançosa entoa o hino de miséria, fazendo fé que o próximo ano será melhor do que este que agora termina.
Nenhum pescador consegue sozinho puxar uma rede cheia de peixes, assim como, nenhum político consegue sozinho desenvolver a sua Nação sem qua haja o engajamento profundo do povo.
Um grande partido político demostra a sua grande valia e maturidade, quando se propõe e aceita as mudanças impostas pelo contexto social e político mundial.
O jogador político que usa da imaturidade para atingir o poder, demostra a sua veia ditatorial, que em caso de chegar a ser governo o povo nunca mais terá voz, nem vez, porque a agressividade é o seu modo de agir e escuda-se na democracia para tal.
O político obcecado pelo poder e que não é capaz de controlar a sua vontade para expressá-la na arena eleitoral, só mostra que sendo Governo destruirá a Nação com sua loucura.
A democracia é uma estrada sem volta e, quem nela deseja trilhar enquanto político, tem de aprender agir com honestidade intelectual, buscando o poder sufragado nas urnas e não na força das armas ou na arruaça.
O resto do tempo que o político tem como cidadão normal na sociedade ocupa-se a pensar na melhor forma de prejudicar o povo aplanado nas guerras de interesses que tem com os seus adversários.
Quando o populismo se torna o corolário do fundamentalismo político é sinal de que o povo está a começar a acreditar na falsa ideia de que os políticos deixaram de servir os interesses da NAÇÃO.
O político que vê na burocracia um modo eficaz de governar, se assemelha a um palhaço que se convence de que os truques que usa em palco para o seu público são tão reais, quanto a sua própria existência.
Se ter um cargo político ontem significava honra, hoje ter um cargo político significa tão-somente, viver o problema do povo e, arranjar soluções urgentes para que as famílias tenham a esperança de que o futuro para as suas vidas e dos seus filhos é uma certeza.
O político atento, não expressa a sua opinião por emoção em nome da democracia mal entendida e interpretada pela convicção dos ignorantes, emite sim a sua posição, sobre o critério eloquente da oratória e da diplomacia urbana.
Não se elege um político para gerir um País, sem se ter em conta a sua verdadeira visão e sensibilidade sobre o povo, pois, um político que não concebe o povo como corolário da sua governação, assemelha-se a fracassado a procura de protagonismo.
Quando um político acredita que as suas ideias e convicções agradam a todos, é porque perdeu a sua essência e vive sobre a vontade manipulada daqueles que o rodeiam.
A estabilidade social de um País, não está na elaboração de um programas político bem concebido, está antes, na capacidade dos gestoras públicos tornarem eficazes e concretas as suas ações, que visam resolver na prática os problemas reais que afligem o povo, que vive em extrema pobreza.
O entusiasmo político, atiça a vontade da juventude em ver a sua vida cada vez mais desenvolvida, mas, os programa políticos criados pelos Governos não contemplam a juventude como prioridade, pois, as políticas actuais têm em vista a preparação da velhice dos actuais políticos.
