Poetas Portugueses
Há razão masculina; hó emoção feminina, não troquemos de lugar; intrínseco planetoide lunar. Não vamos afundar.
Os homens, pássaros, leões, ursos, faunas e floras inteiras, fascinam; sempre constantes e inteligentes ; principalmente quando ao colo, compreendem-se; no devi-do lunar.
Quando sentires de chorar por algo ou alguém; chore com a plenitude de quem pode desenhar; a vida é única e lágrimas são sagradas aos motivos; não apenas servil a embelezar caprichos.
Vou tomar banho; banho de sabugueiro pra me trazer os melhores; deva-neios, com suas rendas me cobrir na paz branca sem ré-seios.
O amor é inteiro porque não depende de outrem; multiplica-se aos milhares, tendo em sua essência a satisfação para o prazer dos mo-la-res.
Vixe; olha isso! Estamos embarcando em novas e sinuosas naves; cheias de bom tempo e renovação; temos árvores, passaradas, natureza em questão! Que alegria quando o Sol se irradia.
Bem que já sabia o bem que me que.rias, nesse disfarce colorindo nossos dias; o tempo do futuro que trazes ao agora; nos conforta... Quem ré e clama; com saber verbal terá tenda e bons encontros; é! Medicinal.
Não se perca em buscas e curvas onde se tenta achar um culpado; até a eterna idade, se cansou; olhe o dia e acerte-se, antes que o relógio der-reta.
Há que graça corrigir mãos; tra-balho, amor, paz e compreensão...Essa di-graça; dada pela dor é ilusão; trabaiá é tão bão.
Nas interpéries da vida.
Há sempre... saídas.
É o tempo namorando o vento.
Transformando páginas em brisas.
Dizem do descanso dos braços.
Reflito ao som de suas moléculas.
Há perfeição em que relaxo.
Bailado do meu amado.
Levaram meus cisnes e eles se multiplicaram.
Qual foi o dia!
O Sol sentiu... A Lua sorriu...
Milhares de respiros vil!
Moravam em canais...
Soterrados de amargos doces.
Poeiras em coleções.
Algo digno das fortunas de superáveis ilusões.
Não sou o que escrevo!
Lanço aos átomos as fórmulas.
Da alegria desintegrando desarmonias
Prolixos versos "mímicos"
Das ladainhas brotam lodos...
Verdes sufocados pelo tempo.
Brotam, brotam... das ações .
Motivos do tempo.
A depressão surge da falta de ventilação das planícies, obstáculos vinculados normalmente provocados pelas fonéticas causais do inconsciente, deflagrado pelos sentidos dos desejos coletivos irracionalistas.
