Poetas Modernos

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O smartphone é a agulha hipodérmica dos tempos modernos, fornecendo incessantemente dopamina digital para uma geração plugada.

Anna Lembke
Nação dopamina: Por que o excesso de prazer está nos deixando infelizes e o que podemos fazer para mudar. São Paulo: Vestígio, 2022.
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⁠Amores modernos são um saco! Tipo caraaaa, as pessoas não se amam mais?
Tudo que eu queria era encontrar uma pessoa para sempre, como um romance antigo tá ligado?
Mas os relacionamentos hoje são curtos pessoas magoam as outras e dizem " acontece , me desculpa acho que devemos terminar"
Onde o bom e velho amor foi parar? Acho que os relacionamentos atuais não sabem o que é isso
A resiliência não existe mais em relacionamento modernos, nos relacionamos tanto, mas nós relacionamos tão pouco
Amores são como diamantes brutos, não parecem valer muito, mas um tempo sendo lapidado se torna uma jóia valiosa.
Gostaria que mais pessoas soubessem disso, gostaria de saber disso a um tempo atrás.
Mas esse tipo de coisa só se é aprendida com o passar do tempo olhando para o lugar certo.

⁠Nesses tempos pós-modernos qualquer um de nós pode ser recortado, rotulado e cancelado.

A liderança dos tempos modernos é feita por influenciadores.
Descubra seu cerne e terá sucesso.

Suas obras no meio secular deverão ser maiores do que os fariseus modernos das igrejas.

Somos gênios, definhados pelos hábitos modernos; procriados por homens de pensamentos libertários. Há em todo ramo científico uma degradação do seu propósito principal, e a origem está relacionada exatamente à prioridade da evolução como objetivo final.


Gabriel W.J

Os negócios modernos estão famintos de pensamento filosófico. Livro Nietzsche para Negócios

Os evangélicos modernos estão cheio da Nova Era: usam 10% da santidade e 90% de carnalidade.

Se os Beatles ainda estivessem unidos, muitos outros conjuntos modernos invejariam o seu sucesso.

Homens modernos ainda focam suas discussões na sexualidade, porém suas dúvidas mudaram . Mulheres que conquistaram maior autonomia, não estão mais satisfeitas em se sentirem amadas e cobiçadas, uma situação que parecia ser mais direta. Os homens estão perdidos diante dessa figura feminina moderna que agora explicita suas vontades, o que os leva a duvidar de sua própria agilidade pra Paixões dentro desta nova dinâmica. Esta mudança natural, tão afirmada por Freud, provoca uma crise de identidade . Consequentemente, na solterice, todo mundo parece perdido.Homens com medo de mulher, kkkkk
Essa é a minha opinião.
Coisa de gente!
Alexandre Sefardi

NEOLOGISMOS MODERNOS
Ah Tenha “santa” paciência
Com falsas roupas do moderno
O toque da resiliência
Não é espera do eterno

A solitude não é luto
Nem sozinha é perfeição
Quais são as coisas que computo
Pra partilhar na comunhão

Na carona de um propósito
Com a mirada no existencial
Embarca um pouco do que é óbvio
Também é alvo o material

Irmã mais velha é a compaixão
Da sua caçula empatia
Refutar o mesmo perdão
Não é nenhuma covardia

Podem até julgarem tóxico
E me acusarem de matuto
É um verdadeiro paradoxo
Achar progresso no vetusto!

⁠A fraqueza dos cristãos modernos é que eles se sentem à vontade no mundo.

A. W. Tozer
Man: The Dwelling Place of God, 2009.

⁠O senhor comunismo se alimenta de poder, e nessa sede insana, usa hoje artistas modernos, e como nos primórdios, porém o que era distração (pão e circo), virou educação. Os reis da cocada, alguns czares, bilionários de lá e de cá, bancam os "influenciadores" com suas fortunas roubadas do povo.
Entidades criadas para lavagem de dinheiro, ong's, shows pela paz, pela lacração, pelas ideologias e afins, arrastam multidões de analfabetos, enquanto pregam suas mentiras.E enchem os bolsos dessas celebridades que no final acabam presos na mês teia.
O choro é livre, diz a imprensa lacradora!
Segue o baile!
G.M.

Tempos Modernos. Buscamos cada vez mais construir corpos ideais nas academias e com procedimentos cirúrgicos estéticos, perdendo de vista nossa verdadeira natureza, transformando-nos gradativamente em algo similar a uma linha de montagem de uma fábrica qualquer, que deixa cada um cada vez mais idêntico ao outro fisicamente. Veremos ao longo do tempo, sermos substituídos por algo mais contemporâneo e belo, já que a inteligência artificial está cada vez mais substituindo CÉREBROS!

⁠Em tempos modernos, a inovação confia na tradição do passado,
mas busca fazer algo melhor para o futuro.

Os pós-modernos jogam a verdade pela janela da sala e no momento seguinte o autoritarismo arromba a porta com um fuzil nas mãos!

O Mérito, a Propriedade e a Confusão dos Tempos Modernos

Há uma curiosa tendência do homem moderno de confundir conceitos distintos e depois declarar que encontrou uma contradição. Muitas vezes ele toma duas ideias diferentes, mistura-as em um mesmo recipiente e, quando o conteúdo se torna incoerente, culpa a realidade pela confusão que ele próprio produziu.

Entre essas confusões, poucas são tão frequentes quanto a que envolve mérito e propriedade.

O mérito é uma coisa. A propriedade é outra.

O mérito responde à pergunta: "Como alguém conquistou algo?"

A propriedade responde à pergunta: "De quem é esse algo?"

São perguntas diferentes, e exigir que uma responda à outra é tão absurdo quanto exigir que a certidão de nascimento substitua uma escritura de imóvel.

Quando um homem funda uma empresa, investe recursos próprios, assume riscos, trabalha durante anos sem garantia de sucesso e finalmente constrói um empreendimento próspero, existe uma justificativa meritória para sua riqueza. Seu patrimônio não surgiu do nada; foi resultado de decisões, sacrifícios e responsabilidades que outros não assumiram.

A riqueza, nesse caso, não é um acidente. É consequência.

Por isso, quando se pergunta por que o proprietário recebe mais que o funcionário, a resposta inicial é simples: porque não desempenharam o mesmo papel. Um criou a estrutura; o outro foi contratado por ela. Um assumiu o risco do fracasso; o outro aceitou um salário previamente definido. Um poderia perder tudo; o outro não.

Não há ofensa alguma nessa diferença. Pelo contrário, seria estranho se não existisse.

O homem que construiu uma ponte não é recompensado da mesma forma que aquele que apenas a atravessa.

Entretanto, surge um segundo problema. Após reconhecer o mérito do fundador, muitos passam a questionar a continuidade de sua propriedade. Perguntam por que ele continua recebendo lucros anos depois. Perguntam por que seus filhos podem herdar seus bens. Perguntam por que alguém pode controlar uma empresa mesmo sem participar de todas as suas operações diárias.

É aqui que ocorre a confusão.

Essas perguntas já não pertencem ao campo do mérito.

Pertencem ao campo da propriedade.

Uma vez que um bem foi legitimamente adquirido, a questão deixa de ser quanto mérito ele exigiu para ser conquistado. A questão passa a ser quem possui autoridade legítima sobre ele.

Um homem não deixa de ser dono de sua casa porque está viajando. Não deixa de ser dono de seu carro porque outra pessoa o dirige. Não deixa de ser dono de sua empresa porque contratou administradores.

A propriedade não é um salário. É um direito.

O proprietário não precisa justificar diariamente sua posse por meio de novas demonstrações de mérito. Se assim fosse, ninguém possuiria coisa alguma por muito tempo. O agricultor teria de provar todos os dias que merece sua terra. O escritor teria de provar continuamente que merece seus livros. O pai teria de justificar incessantemente a posse de sua própria residência.

A sociedade tornar-se-ia um tribunal permanente.

A objeção frequentemente retorna sob outra forma. Diz-se que o trabalhador produz valor e, portanto, deveria participar da propriedade da empresa.

Mas o trabalhador já participa da relação econômica segundo os termos que aceitou livremente. Seu contrato especifica salário, benefícios, direitos e deveres. Não existe engano oculto nessa troca. Ele não foi contratado como proprietário. Foi contratado como empregado.

Se deseja assumir riscos empresariais, buscar participação nos lucros, abrir um negócio próprio ou trabalhar sob modelos de remuneração variável, essas possibilidades existem. O mercado oferece inúmeras formas de associação econômica.

Mas não é razoável aceitar um contrato específico e depois reclamar que ele não era outro contrato.

A liberdade contratual perde o sentido quando uma das partes exige alterar retrospectivamente os termos que aceitou.

Há ainda uma verdade frequentemente esquecida: o esforço não garante sucesso.

Um homem pode trabalhar arduamente e fracassar.

Outro pode trabalhar arduamente e prosperar.

As circunstâncias existem. O acaso existe. As crises existem.

Reconhecer isso, porém, não destrói o princípio do mérito.

Pelo contrário.

Se o sucesso fosse garantido, o mérito teria pouco valor. O mérito existe justamente porque alguém escolhe agir sem garantias.

O navegador é admirável porque o mar oferece tempestades.

O empreendedor é admirável porque o fracasso é possível.

O estudante é admirável porque a aprovação não é automática.

O mérito não promete resultados inevitáveis. Promete apenas a possibilidade de alcançá-los.

E essa possibilidade é uma das maiores forças de uma sociedade livre.

Quando um homem pobre se torna rico por meio de trabalho, estudo, disciplina ou empreendedorismo, não se prova que todos alcançarão o mesmo resultado. Prova-se algo mais importante: que a ascensão é possível.

E uma sociedade na qual a ascensão é possível é radicalmente diferente de uma sociedade na qual ela é proibida.

Por fim, toda a controvérsia parece retornar a uma única pergunta.

A propriedade privada é legítima?

Se a resposta for não, então nenhuma quantidade de esforço, risco ou sacrifício justificará sua existência.

Se a resposta for sim, então o proprietário possui o direito de conservar, administrar, vender ou transmitir aquilo que lhe pertence.

Nesse ponto, o debate deixa de ser econômico.

Torna-se moral.

E talvez esta seja a questão fundamental de toda a disputa: não se trata de decidir quem merece mais, mas de decidir se o homem tem o direito de chamar alguma coisa de sua.

APOSTASIA


No correr dos tempos modernos,
Vai mudando a geração,
Muitos trocam a verdade
Pela própria opinião,
Esquecendo os mandamentos
Que conduzem à salvação.


A palavra está escrita
Nas páginas da Escritura,
Mas há quem feche os seus olhos
Para viver na aventura,
Trocando a luz do Evangelho
Pela sombra mais escura.


A fé que movia montanhas,
Hoje alguns deixam de lado,
Buscando somente os bens
Que o mundo tem ofertado,
E o altar do coração
Fica vazio e abandonado.


A apostasia se espalha
Como fogo pelo chão,
Quando o homem se distancia
Da divina orientação,
E transforma a própria vontade
Na sua única razão.


Muitos dizem: "Não preciso
Do Senhor para viver",
Mas esquecem que a existência
Dele veio a proceder,
E sem a graça divina
Nada pode florescer.


As Escrituras Sagradas,
Tesouro de imenso valor,
São deixadas nas estantes
Cobertas pelo pó e dor,
Enquanto falsas doutrinas
Ganham espaço e louvor.


Os mandamentos de Deus,
Que são farol e direção,
São tratados com desprezo
Por grande parte da nação,
Que prefere os atalhos
Da vaidade e da ilusão.


A incredulidade cresce
Como erva no terreiro,
Faz do pecado um costume
E do erro um companheiro,
Levando muitos caminhos
Para um destino traiçoeiro.


Mas Deus continua firme
Em sua misericórdia,
Chamando o homem perdido
Para sair da discórdia,
Oferecendo perdão
E uma eterna concórdia.


Ainda existe esperança
Para quem quer regressar,
Pois o Pai abre seus braços
Pronto para abraçar,
Todo filho arrependido
Que deseja se achegar.


Quem retorna ao Evangelho
Encontra paz verdadeira,
Descobre que a salvação
Não é promessa passageira,
Mas presente preparado
Pela mão do Deus que impera.


Portanto, meu povo amado,
Escute esta reflexão:
Não abandone a Palavra,
Nem rejeite a salvação,
Pois longe da luz de Cristo
Só existe escuridão.


Guarde a fé e os preceitos,
Com respeito e devoção,
Pois aquele que persevera
Com sincera contrição,
Encontrará no Senhor
A eterna redenção.

TEMPO DE DEUS

No correr dos dias modernos,
Numa pressa sem direção,
Tem gente querendo colher
Antes mesmo da plantação.
Quer o fruto sem a semente,
Sem trabalho e dedicação.

Vivemos tempos apressados,
De ansiedade e agonia,
Onde tudo tem que ser rápido,
Da noite para o outro dia.
Mas a vida tem seus ciclos,
E Deus tem sua harmonia.

Muitos pulam os degraus
Que ensinam a caminhar,
Trocam lição por atalho,
Sem tempo de observar.
Depois sentem a fraqueza
Quando chega a hora de lutar.

O conhecimento amadurece
Como o fruto no pomar,
Precisa de sol e chuva,
De tempo para se formar.
Quem acelera o processo
Pode até se machucar.

A conquista mais bonita
É aquela construída,
Com suor, fé e coragem
Em cada etapa vivida.
Pois o valor da vitória
Está na estrada percorrida.

Esperar o Tempo de Deus
Não é ficar sem fazer nada,
Nem cruzar os braços à sombra
Vendo a vida estacionada.
É plantar todos os dias
E cuidar da caminhada.

É trabalhar com firmeza,
Ter esperança e ação,
Preparando o próprio campo
Com amor e dedicação.
Pois Deus abençoa a colheita,
Mas requer participação.

Quem confia no Senhor
Segue em frente sem parar,
Faz a parte que lhe cabe
Sem viver a reclamar.
Porque sabe que o impossível
Deus também pode realizar.

Cada fase tem seu tempo,
Cada tempo tem valor,
Há momentos de silêncio,
Há momentos de labor.
Tudo acontece na hora
Determinada pelo Criador.

Se a porta ainda não abriu,
Não entregue o coração
À tristeza ou ao desânimo,
Nem à precipitação.
Talvez Deus esteja apenas
Preparando a ocasião.

Porque aquilo que vem cedo
Nem sempre permanece,
Mas o que Deus determina
Floresce, cresce e fortalece.
Chega firme, chega certo,
E jamais enfraquece.

Por isso siga sua estrada,
Com trabalho, fé e união,
Aprendendo em cada passo,
Em cada nova lição.
Que o relógio do homem corre,
Mas o de Deus não falha, não.

Jesus andava a pé e dividia o pão; os apóstolos modernos andam blindados e multiplicam o próprio patrimônio.