Poeta

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⁠LEITOR

Resolvi escrever isso,
Não sei se vai rimar,
Mas vou tentar até certar.

Leitor o que te deixa feliz?
Será um amor de verão ou uma paixão de inverno?

Leitor não seja tímido,
Diga pra esse jovem escritor,
É biscoito ou bolacha?
É frio ou quente?
É homem ou mulher?

Leitor não se avexe,
Temos todo tempo do mundo,
Então diga: É Nescau ou Toddy?
Café doce ou amargo?
Adele ou Sia?
Ariana ou Lana?
Gaga ou Madonna? Pop ou rock? Indie ou eletrônica?
Cuida, responda!?

Leitor é sábado,
Dia dos namorados,
Só pra finalizar essa poesia louca,
Sul ou sudeste?
Leste ou oeste?
Norte ou nordeste?
Cama ou rede?
Messenger ou Whats?
Namoro ou amizade?
Direita ou esquerda?
Hétero, bi, gay ou tri?
Viva a diversidade.

Leitor abra a mente e a barriga,
Açaí ou Jaca?
Ficar ou namorar?
Rir ou chorar?
Tenho que terminar,
Se não vou parar, Inté à próxima leitor,
Quem sabe....

⁠ Desde dos tempos de colégio
Pra mim era um privilégio
Estudar do seu lado
Romântico e apaixonado
Não sei a onde você anda
Nem sei se adianta
Tentar outra vez
Olha só o que o destino fez.

Um do outro estamos distante
Não sei se ainda há chances
Se eu tivesse essa certeza
Ontem você era uma princesa
Hoje uma rainha
Que seja toda minha
E de mais ninguém
Ok, de sua mãe também.

Sonhar não paga imposto
Eu estou disposto
Enquanto vou rimando
No mesmo momento sonhando
Nós de cabelos brancos
Sentados no banco
Abraçados na pracinha
Alimentando as pombinhas.

⁠Nunca pensei que meu coração bateria assim novamente
Mas você orquestrou novas batidas
Realmente, não é justo
Enquanto uma ferida se fecha, outra se abre

Somos inconstantes, enquanto um vai, outro vem
Se ontem passou, o hoje também passará
Se hoje é cedo, amanhã pode ser tarde
Não quero que acabe, mas não sei como prosseguir
Não te procuro em outros corpos, aliás, pares são pares
E sinto que nunca serei ímpar
Mesmo que o momento não seja esse
Me permito sonhar como se fosse

"Não se apaixone" não serve de aviso quando já se é tarde
Mas ainda vivemos o hoje, o tempo não para
Então não deixe o amanhã pra hoje, e talvez o hoje pra depois

Não há necessidade de esconder, quando seus olhos contam todos seus segredos
Não tem como fugir enquanto andamos em círculos

Não sou poeta, mas por ti me atrevo a escrever
Não sou poeta, muito menos sei amar
Talvez algum dia me ensine
Até lá, vou te amar como um idiota ama

⁠Livros são caminhos abertos pelo tempo, deixados como rastros pela historia da humanidade.

⁠Quem Tem Escada Alcança o Teto Primeiro

⁠A Poesia Jamais Irá Morrer Enquanto o Homem Ainda Sonhar

⁠Escute com atenção, meu bem:
no final não há quem
não decepcione você.

⁠Eu descrevo o amor alheio com maestria sem ao menos ter vivido o meu próprio amor

⁠Para Os Tolos a Realidade Emoldurada Causa Mais Comoção Que a Realidade Observada

⁠Enquanto Você Estiver Cegamente Direcionado a um Amor Ilusório, Você Jamais Vai Perceber o Amor Real

⁠⁠É Bem Melhor Viver Na Eterna Dúvida, Do Que Conviver Com a Triste e Momentânea Certeza

⁠Antes, catavento. Hoje somente abro os braços e sinto o vento me atravessar. O que for de vir, vai vir. O que for de ficar, vai ficar.

⁠Hoje o amor norteia ao medo
E eu covarde, o temo
Me esquivo
Me escondo
Mas ele sempre sabe me alcançar
Então ele me encontra
Me tranquiliza
Mas não demora muito
Pra que eu volte a temer
Temo me entregar de mais
Temo me entregar de menos
Temo não me entregar
Sem nenhum motivo, o temo

⁠não me invadas
Se ficar não for sua intenção

⁠Bom dia

Desejo paz e calma nos momentos de turbulência,
cada um cultivando em si um pouco mais de esperança,
tudo de ruim há de passar quando cessar a violência
e voltarão nossos sorrisos em novo tempo de bonança

⁠Salpicão
Panetone
Arroz à grega...
Tudo passa!

⁠tempestade

Uma chuva de verão
no princípio do inverno
E a sã superstição
diz que vaga no Eterno

um espírito pagão
implorando por perdão
na entrada do inferno...

⁠Vinte e três de abril

Guarde a lança, cavaleiro!
No outro lado do alforje
vai a espada do guerreiro.
Eu não sofro mal algum!

Nem sei bem-dizer se Ogum
é devoto de São Jorge
ou Jorge é filho de Ogum...

⁠ode a odé

A imagem no andor
Sete flechas, dor serena
Na cabana, o benzedor
junta folhas de jurema

Na vontade de compor
sete linhas de louvor,
toda arte ainda é pequena...

⁠dois dois

É menino feito santo;
olha a luz dessa criança!
Escondido no seu pranto
um sorriso de esperança

Quando ouve o povo banto
entoar seu doce canto,
faz ciranda, grita e dança...