Poesias sobre Viver
Viver é convalescer na Vida!
Viver é superação diária.
Viver é insistir que os acontecimentos não são bons ou ruins porque não são eternos, e são apenas experienciamentos. Acredite você ou não!
Viver consiste numa crença: ACREDITAR
Saiba que muitas coisas boas não se perpetuam em nossas vidas?
Porque acreditamos menos no melhor e mais no pior.
É sério isso, viu.
O sofrimento e a dor são, o grande tecido da vida, com pequenas conta-gotas de alegria. Viver sorrindo o tempo todo, é a forma que muitos encontram para tecer este tecido, porém, também é uma forma de auto enganar-se, pois a realidade no dia-a-dia, nos confronta com o caos preponderante!
Olhar o mundo de forma a ver ele maravilhoso, é inspirador, mas, a cada passos dados na vida, são indicadores que um dia ela terá seu fim ! Viver o presente, é sonhar...
É pela sua voz que eu procuro todos os dias
É com você que eu escolhi para viver uma linda história de amor
É de teu carinho que sou dependente
Sem ti em meio a multidão me encontro sozinha
Pois a sua presença me faz ser mais eu
E o seu sorriso me encoraja a seguir
Você nem precisa dizer nada e eu já entendi
Temos um elo, somos um por isso eu te escolhi!
Ser criança é...
perdoar com facilidade,
amar com sinceridade
e viver como se não houvesse posterioridade.
Ser criança é ser feliz de verdade!
"Quem diz que o oceano é um sonho, não sabe o pesadelo que é viver com tubarões."
Estou em paz no meu aquário.
Liberte-se de você mesmo! "Se é para viver, que viva intensamente. Se é para curtir, que curta loucamente. Se é para amar, que ame eternamente."
O amor não é feito de palavrinhas bobas; o amor é feito de grandes gestos, como faixas levadas sobre estádios, pedidos em telões ou palavras gigantes escritas no céu. O amor é ir mais além, mesmo que doa, deixando tudo para trás. Difícil é amar uma mulher e ao mesmo tempo fazer alguma coisa com juízo.
Falta de juízo, coisa de Gente...
Vida de Solteiro
Alexandre Sefardi
Meu filho, hoje é dia de buscar a minha palavra. Hoje é dia de viver a palavra. Sê grato por tudo o que vives. Sê grato por todo o teu viver.
Sê grato, pura e simplesmente: sê grato. Porque ser grato alivia a alma, expande a sabedoria e anima o espírito.
Ser grato é essencial pois faz-te crescer enquanto meu filho. Sê grato porque há alegria no céu por quem reconhece em mim a graça sobre as suas vidas.
Ser grato na vida implica crescer enquanto pessoa de bem, enquanto crente e enquanto gente.
Ser humano sucedido implica desenvolvimento social, profissional e pessoal.
Mas ser um humano bem-sucedido com base na tua palavra eleva o ser humano a um novo patamar. Um patamar a que muitos poucos chegam.
Obrigado por tudo, meu Pai.
Gosto da ideia de que felicidade é viver bem dentro das suas reais condições e reais possibilidades.
Laerson Endrigo Ely em Método R.E.N.D.A de Investimentos
Eu sempre quis viver bem dentro da medida do possível, dentro da palavra de Deus e ouvir sempre em meu coração, e assim que se diz, como é o grande o meu amor.
Essa é uma busca profundamente bonita e legítima. Viver "dentro da medida do possível dentro da palavra" e sintonizar o coração para ouvir a voz do "seu grande amor" — seja esse amor uma força divina, uma pessoa real ou a sua própria essência mais profunda.
Ricardo Viga
Eu só peço a Deus a bênção de viver cercada por aqueles que me amam pelo que sou e não somente pela minha utilidade. Pois, só podemos entender o nosso real significado na vida das pessoas, quando elas insistem em permanecer ao nosso lado; mesmo quando tudo o que nos resta são apenas boas lembranças, dor e cansaço.
— Jucelya McAllister
E se você não estiver nesse futuro pelo qual tanto se cobra e, em nome dele, se impede de viver o agora?
Talvez o amanhã tenha se tornado um credor impiedoso, cobrando juros altos demais sobre uma vida que só pode ser paga no presente.
Promete-se sentido depois, descanso depois, felicidade depois — e, enquanto isso, o hoje vai sendo adiado, silenciado, desperdiçado…
Vivemos como se a existência fosse um rascunho, um ensaio para um tempo que talvez nunca chegue.
Ora, negligenciamos tanto o percurso que alcançamos nossos objetivos, mas perdemos a empolgação por fragilizar-nos demais.
E quase sempre guardamos abraços, adiamos risos, engavetamos sonhos, tudo para honrar um futuro que não garante presença nem permanência.
Mas se — ao final — descobrirmos que ele nunca nos incluiu nos seus planos?
O agora não é um obstáculo a ser superado, mas o único território onde a vida de fato acontece.
Negá-lo é trocar o certo pelo hipotético, o palpável pela promessa.
Não se trata de abandonar o amanhã, de deixar de sonhar, mas de lembrar que nenhum futuro vale o preço de um presente não vivido.
Talvez a verdadeira imprudência não seja viver intensamente o hoje, mas hipotecar a própria vida em nome de um amanhã que pode jamais nos chamar pelo nome.
O melhor dia para viver é hoje, às vezes o amanhã tem a estranha mania de ser tarde demais.
Todos os testemunhos importam, mas nenhum é tão eloquente quanto viver segundo a vontade do nosso Pai Amado.
Pois, cada história carrega marcas de superação, aprendizados e cicatrizes que se transformaram em lições.
Há beleza nas palavras que relatam milagres, nas lágrimas que narram livramentos e nas vozes que proclamam gratidão.
Testemunhar é compartilhar a jornada da fé, é permitir que outros encontrem esperança nos caminhos que já atravessamos.
Ainda assim, há uma forma de testemunho que dispensa discursos longos e não depende de plateias atentas.
Viver segundo a vontade do nosso Pai Amado é o testemunho que fala no silêncio das atitudes, na coerência entre o que se crê e o que se pratica.
É quando a fé deixa de ser apenas palavra e passa a ser postura; quando a oração ultrapassa os lábios e encontra morada nas escolhas diárias.
Quem busca viver assim transforma pequenos gestos em pregações vivas, espalha cuidados sem alardes e oferece amor sem cobrar reconhecimento.
Porque o testemunho mais eloquente não é aquele que emociona por alguns instantes, mas o que inspira pelo exemplo constante.
É a vida que, mesmo diante das tempestades, insiste em confiar; que, mesmo ferida, escolhe perdoar; que, mesmo cansada, continua servindo.
No fim, talvez as pessoas esqueçam o que ouviram dizer sobre Deus, mas dificilmente esquecerão o que enxergaram de Deus em nossas Ações e Reações.
É muito estranho parte do povo viver na — e da — internet ignorando que o ruído seja a maior moeda de troca da espetacularização que retroalimenta os algoritmos.
Como se o excesso de vozes, opiniões e julgamentos não fosse, na verdade, o combustível de uma engrenagem invisível que transforma qualquer acontecimento em palco e qualquer pessoa em personagem.
Nesse ambiente, o silêncio perdeu valor, a pausa virou fraqueza e a reflexão parece um luxo dispensável.
A pressa em reagir substituiu o cuidado em compreender.
E quanto mais barulho se faz, mais visibilidade se conquista — não necessariamente pela relevância, mas pela intensidade.
É um jogo onde vencer significa aparecer, ainda que à custa da verdade, da empatia ou da responsabilidade.
O curioso — e talvez o mais inquietante — é perceber que muitos participam dessa dinâmica acreditando estar fora dela.
Criticam o espetáculo enquanto alimentam seus bastidores.
Compartilham indignações que, no fundo, servem mais ao alcance do que à mudança.
Viver na internet, hoje, exige mais do que presença: exige consciência.
Porque nem todo espaço precisa ser ocupado, nem toda opinião precisa ser dita, nem todo acontecimento precisa ser transformado em vitrine.
Talvez o maior gesto de resistência, nesse cenário, seja aprender a diminuir o volume.
Escolher o que ecoar, o que silenciar e, principalmente, o que merece, de fato, ser sentido antes de ser exposto.
No fim, a pergunta que fica não é sobre o que estamos consumindo — mas sobre o que estamos ajudando a amplificar.
Apesar do livre-arbítrio, Deus nos permitiu viver rodeados de anjos e demônios só para facilitar a nossa escolha.
Talvez não como seres alados ou criaturas sombrias que habitam cantos invisíveis, mas como presenças sutis que se manifestam nas pequenas decisões do cotidiano.
Eles não sussurram necessariamente em nossos ouvidos — muitas vezes falam através das nossas próprias justificativas, dos impulsos que acolhemos sem questionar, das escolhas que fazemos quando ninguém está olhando.
Os “anjos” aparecem quando sentimos o incômodo da consciência, quando hesitamos antes de ferir alguém, quando escolhemos o caminho mais difícil por saber que é o mais justo.
Já os “demônios” se revelam nas racionalizações convenientes, na pressa em culpar o outro, na facilidade com que cedemos ao ego, ao orgulho, à indiferença.
O livre-arbítrio, então, talvez não seja apenas a liberdade de escolher, mas o peso inevitável de conviver com essas duas forças em permanente disputa em nós.
Não somos necessariamente vítimas delas — somos o campo onde elas se encontram.
E, no silêncio de cada decisão, somos também o juiz.
O curioso é que raramente percebemos o que escolhemos.
Preferimos acreditar que fomos levados pelas circunstâncias, pelo momento, pelo cansaço ou pela emoção.
Mas a verdade é mais desconfortável: quase sempre sabemos.
Sabemos quando poderíamos ter sido melhores…
Sabemos quando optamos pelo mais fácil em vez do mais certo.
Se Deus nos cercou de “anjos e demônios”, talvez não tenha sido para facilitar a escolha no sentido de torná-la óbvia, mas para torná-la inevitável.
Para que, em cada gesto, por menor que seja, sejamos obrigados a nos revelar.
No fim, não é sobre quem está ao nosso redor — é sobre quem permitimos que fale mais alto dentro de nós.
APRENDEMOS TANTAS COISAS. MAS APRENDEMOS A VIVER?
Aprendemos fórmulas, regras, datas, técnicas e procedimentos.
Somos avaliados pelo que conseguimos memorizar, reproduzir e demonstrar.
Mas quantas vezes somos convidados a examinar os critérios com que escolhemos, convivemos, interpretamos conflitos e atribuímos sentido às experiências?
A educação formal é indispensável, mas não esgota as aprendizagens humanas.
Há conhecimentos que nos ajudam a conquistar o mundo. Outros nos ajudam a não nos perder nele.
Em meu livro O Bê-à-Bá da Vida, abordo reflexões sobre a existência e os aprendizados que atravessam a experiência humana.
Talvez uma das grandes dificuldades da vida seja perceber que amadurecer não significa acumular respostas definitivas.
É aprender a formular perguntas melhores, reconhecer limites e reconsiderar caminhos.
A vida não entrega um manual completo. Mas cada experiência pode nos ensinar a ler melhor suas páginas.
Carlos Eduardo Balcarse
31 de outubro de 2026
ORCID: https://orcid.org/0009-0005-3484-6914
Livro: O Bê-à-Bá da Vida.
ANTES DE RECLAMAR DO QUE FALTA, AGRADEÇA PELA OPORTUNIDADE DE VIVER MAIS UM DIA.
O dia está apenas começando, e com ele renascem as possibilidades, os sonhos e a esperança de que boas notícias podem estar a caminho.
A vida sempre nos oferece uma nova oportunidade, mesmo depois dos dias difíceis, das decepções e dos planos que não deram certo.
Não sabemos o que o dia nos reserva, mas podemos escolher recebê-lo com fé, esperança e gratidão.
A vida não nos promete que tudo será perfeito, mas nos oferece, a cada amanhecer, uma nova chance de fazer diferente.
Não desperdice essa oportunidade. Ela tem nome: HOJE!
Que seja um dia de paz, boas surpresas e motivos sinceros para sorrir!
O casamento é só um
contrato, não uma garantia
de fidelidade. Por isso
prefiro viver sozinho do que
mal acompanhado.
____Sim__
😴
"Vou viver este amor enquanto ele durar.
Depois eu me recolho numa ilha deserta à recordar..."
☆Haredita Angel
