Poesias sobre Preocupação Social
Voluntariado se trata de uma atividade social que não tem fins remuneratórios, mas sim tem fins reconstrutivos.
Cooperativismo se trata de uma atividade social que não tem fins arrecadatórios, mas sim tem fins distributivos.
Não importa sua aparência,
Sua idade, seu status social!
O que importa é o que você É, não o que querem que seja!
Reflita: se tira sua paz … é caro!
Ame o que você É!
Posição social, dinheiro, diploma, carro, casa, pouco me importa numa pessoa, únicacoisa que me importo é com seu CARÁTER!!!
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Quando conheço uma pessoa, não me importa o seu dinheiro, sua posição social, seu diploma, sua casa, seu carro!!!
O que me importa de verdade é unicamente seu CARÁTER!
Fomos enganados quando assinamos o contrato social (troca) da liberdade pela segurança?
O poder se sobrestou e o dinheiro veio à eles como recompensa.
No dia do fim, independentemente de idade, gênero ou posição social, e mesmo que eu me aprofunde ou busque significado em tudo que a vida representa ou no que a partida significa, eu jamais me resignarei à morte.
Em minha fé, creio que a vida aqui na terra é uma provação, um teste, uma seleção, não para sofrer ou ser feliz após a morte, mas para determinar a magnitude da recompensa da alma generosa, que compartilhou alegrias, semeou esperança e esbanjou empatia ao longo do percurso.
A vida prossegue, mais intensa, com maior presença e com muita luz, lá do outro lado, em outra estação na qual desconheço o local exato, mas que está à disposição de todos.
Só o saberei quando eu também a atravessar; enquanto isso, podemos fazer o melhor possível por aqui.
A vida é difícil, pois somos um ser social, que não nasce e nem vive só.
A realidade nossa é uma e do nosso meio é outra, perdeu-se a noção da virtude, do certo e errado e da ética.
Como recuperar os valores das pessoas?
Alguns acham que um diploma é um, senão o maior deles. Aumentou o número de diplomados, mas não melhorou a relação Humana.
O que mais me preocupa e
envergonha no Brasil não é a indigência social, mas sim a indigência intelectual, moral e política.
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Qual seria a definição de status “antigamente”?
Era ter uma favorável posição social ocupada na sociedade! Qual era o nome disso? (consideração, prestígio ou renome!) E hoje em dia qual é a definição? É ter que colocar qualquer coisa mesmo que seja insignificante para mostrar alguma coisa! Qual é o nome disso? (WhatsApp)
Estamos vivendo um fenômeno psicológico e social gravíssimo, e eu digo gravíssimo, porque destrói o caráter do indivíduo sem que ele sequer perceba!
Primeiro vem a dessensibilização. A pessoa se acostuma ao estímulo, repete, repete, repete… e pronto: já não sente nada. Não percebe quando fere, quando humilha, quando atravessa limites morais! A mente se torna cauterizada, como uma ferida que queimaram para não sangrar mais — e com isso perde a sensibilidade, perde a noção do outro!
Depois, meus amigos, aparece o monstro da dissonância cognitiva. A pessoa age errado, sabe que é errado, mas para não enfrentar o espelho, justifica!
Todo mundo faz isso!
É normal!
Não tem nada demais!
E assim vai surgindo a racionalização, uma fábrica interna de desculpas. A mentira repetida vira verdade. A contradição vira coerência. E o comportamento errado passa a ser aceito, reforçado, defendido!
E não para por aí! Hoje encontramos aos montes pessoas tomadas por falta de empatia, por desumanização. O sujeito vive tão centrado em si mesmo — um egocentrismo hipertrofiado, uma verdadeira metástase do “eu!” que o outro deixa de existir, deixa de ter importância, deixa de ser relevante!
E aí entramos no processo de moldagem do comportamento:
Se ganha algo - dinheiro, poder, atenção repete!
Se não há punição moral - culpa, vergonha, consequência - repete!
E o comportamento se torna automático, cristalizado, permanente!
E enquanto alguns chamam isso de “mau caráter”, eu digo com todas as letras: tem nome! Tem diagnóstico!
Chama-se TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL, meus caros!
Eu disse e reafirmo: TRANSTORNO DE PERSONALIDADE ANTISSOCIAL!
E isso não é brincadeira, não é ironia, não é exagero.
É ciência. É psicologia.
É a realidade nua, crua e preocupante da sociedade contemporânea.
E deixo aqui meu alerta!
Hoje testemunhei uma situação que revela o caráter coletivo de nossa convivência social. Um porteiro, diligente em sua função de manter a ordem, se dirigiu a um veículo que estava estacionado em local proibido para orientar o condutor. Ainda assim, o motorista ignorou sua presença: não respondeu, não justificou sua ação e sequer reconheceu a autoridade ou a educação básica envolvida naquela interação.
Esse episódio pode parecer trivial para alguns, mas nos mostra algo essencial: o respeito mútuo e o senso de responsabilidade cívica não são meras formalidades — eles são pilares que sustentam uma sociedade funcional.
Mesmo diante da indiferença e da falta de reconhecimento, o porteiro manteve sua postura profissional, cumprindo seu dever com disciplina e integridade. Isso nos lembra que o verdadeiro valor do trabalho não depende da aprovação imediata dos outros, mas da consciência de que nossas ações refletem princípios maiores — ordem, respeito e dignidade.
Assim, observamos que o exercício do dever, mesmo quando invisível ou ignorado, fortalece o tecido moral de nossa comunidade. A dignidade pessoal se enraíza na consistência entre o que se sabe ser certo e o que se escolhe fazer, independentemente da reação alheia. E nesse espaço entre ação e reconhecimento, reside a verdadeira natureza do respeito e da civilidade.
HIPOCRISIA SOCIAL
A palavra hipocrisia, em sua origem, denota a representação de uma personalidade diferente de quem a representa. Em cena, cômica ou trágica, atores mascarados desempenham bem ou mal um papel, fingem ser outra pessoa, contra sua própria natureza.
O fato é que todos nós vivemos em um grande, porem medíocre teatro, e a representação perfeita de quem realmente somos é proibida.
Ao nascer neste palco de loucos, somos convidados a representar, com máscara de hipocrisia aquilo que agrada ao mundo.. Então aceitamos, uns menos convencidos que outros do papel que terá que representar, outros afoitos vão além do enredo, do texto escrito pela circunstância histórico-cultural.
Se do nada, nada pode sair, penso que tudo que criamos poderia ser de outra matéria, caso este destino fosse escrito e encenado de outra maneira.
Texto diário para o blog evandocarmo.com
Ore pela sua família e pelo meio social em que convive para que a alegria e segurança sejam frutos da presença de Deus em nós. “Mas o Senhor é fiel; ele os fortalecerá e os guardará do Maligno.” 2 Ts 3:3
Sempre que fazemos uma introspectiva, constatamos que passamos por fases em que nos sentimos mais frágeis e em algumas vezes enfrentamos lutas e obstáculos que parecem grandes demais para nós. E nessas ocasiões, procuramos a solução em nossas capacidades ou nos lugares ou pessoas erradas e esquecemos de buscar o Senhor. Indubitavelmente a palavra do Salmista assevera: “Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade. Por isso não temeremos...” Sl 46: 1,2
O designo de Deus ao nos criar, foi estabelecer uma vida abundante; para tanto precisamos confiar aos ditames dEle para usufruir de uma vida caracteriza pelo amor, pela paz e esperança.
Enfim, que Deus nos conceda força e nos proteja e sejam extensivos aos nossos semelhantes e substanciados nesta esperança, exaltemos com serenidade e: "Deem graças em todas as circunstâncias, pois esta é a vontade de Deus para vocês em Cristo Jesus." 1 Ts5:18, Amem?
“Há uma crueldade social em chamar de força aquilo que, muitas vezes, é abandono institucional.”
Do livro Mães Atípicas: As Filhas do Silêncio, de Nina Lee Magalhães de Sá.
“Responsabilidade social na saúde é compreender que nenhuma vida deveria depender da sorte de ser vista.”
Do livro Humanização, Ética e Responsabilidade Social na Saúde, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“A deficiência não diminui a pessoa; o que diminui sua vida é o olhar social que ainda não aprendeu a incluir.”
Do livro Deficiência Intelectual e Física — Compreendendo, Apoiando e Incluindo, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O anonimato protegia a vergonha social, mas muitas vezes roubava da criança o direito sagrado de saber de onde veio.”
Do livro A Roda dos Excluídos — Histórias Giradas ao Silêncio, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
“O manicômio não começou no prédio; começou no gesto social de afastar aquilo que não se queria compreender.”
Do livro Por Trás dos Muros — A História dos Manicômios no Brasil, da autora Nina Lee Magalhães de Sá.
Dia do Trabalhador
O trabalhador é essencial
na economia e no social.
O trabalhador é desenvolvimento
e luta pelo sustento.
O trabalhador é a profissão
em busca da realização.
Ter trabalho é dignidade
e o arranjo da sociedade.
Ter trabalho é sobrevivência
e a prática da eficiência.
Ter trabalho é identidade
e faz crescer a liberdade.
Ter trabalho é produção
e o anseio da valorização.
Santarém - PA, 01/05/26
O libertarianismo entende que a verdadeira ordem social nasce espontaneamente da liberdade individual, e que nenhuma coerção coletiva deve ter o poder de silenciar a soberania da própria consciência.
Reno Fioraso
