Poesias sobre Preocupação Social
“A hipocrisia social se revela quando a deficiência se torna etiqueta: o indivíduo cuja expressão é genuína e original é celebrado apenas quando reconhecida como limitada; fora desse prisma, sua criatividade única é censurada, atacada ou desvalorizada, expondo a fragilidade da empatia e a tirania implícita das normas de visibilidade.
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A desigualdade social é uma fenda irracional, fabricada pelas mentes humanas ditas, enganosamente, racionais.
Nunca delegue a educação do seu filho a terceiros, essa é uma responsabilidade afetiva, social e emocional sua.
A pressão social não grita — ela sussurra, condiciona, disfarça-se de conselho e, quando se percebe, já dominou.
Só cumprir o que a lei manda não faz de mim um ser social. Falta considerar o que a ética pede. Sem ela sou meio cidadão, meio bandido.
A saída dos jovens rurais não implica uma crise da reprodução social da família rural e, respectivamente, da unidade de produção.
Os agricultores familiares possuem um histórico de lutas em prol da reprodução social, intercalando contextos de privações, porém, possuem projetos de vida desafiadores, expressos na enorme vontade de permanecer na terra.
A verdade de cada um, é o reflexo do que aprendemos social e psicologicamente, uma outra parte é herdado de nossa genética.
Quem deseja recolher cestos cheios de justiça social em prol das famílias, coopera com as ordens do Pai celestial, respeita as autoridades e ora por mais trabalhadores.
Lute contra o seu ego, quando houver erros internos e efêmeros, que não passam de uma máscara social.
A loucura da vida que mostra verdades e mentiras torna o costume da hipocrisia social irrelevante aos olhos da razão;
Eleja a educação como cerne e primórdio para a evolução social, ou sucumba ao falacioso ciclo de desesperança.
Apenas quem carece de consciência social sustenta um veículo barulhento, por não respeitar o valor do silêncio em uma sociedade desenvolvida.
"O valor não é uma lei do universo. É uma ferramenta social — uma régua que inventamos para medir os outros. O paradoxo terrível? Foi essa invenção arbitrária que nos convenceu de que precisamos ser medidos para existir."
Eu não invejo a vida social dos outros, mas dói saber que eu troquei pertencimento por sobrevivência psíquica, profundidade por solidão e aceleração por cicatriz, e que agora o preço disso é recomeçar vínculos num mundo que já desistiu de vínculos.
Por trás de cada máscara social habita um segredo que só se revela quando a escassez desse recurso se apresenta.
