Poesias sobre palavras
Tenha o puro domínio sobre o seu instrumento, e use ele em qualquer lugar.. em qualquer música, respeitando claro! O espaço do seu semelhante.
Não ligo para o que dizem sobre mim. Pelo o que Pré julgam seus Conceitos. Meu tempo, minha vida e em meu coração, só ficam quem tem Algo de Especial!
Não me importa o seu nome, sobre nome ou status. Sou seletivo, gênio difícil, indomável e se não fizer por onde não irei gostar de você!
Sinceramente... Não dou a minima para o que possam vir a pensar sobre mim, ao meu respeito. não me moldo para me encaixar dentro do conceito de alguém.
O "vício" das pessoas tolas: — Falar sobre o que desconhece, fingir Amar o que não ama, e, não calar-se quando lhe é dado a oportunidade.
A tarde era um cálice demarrado sobre os campos verdejantes de ramagens escarlates na boca que pronuncia a verdade sublime no instante exato de brilhar estrelas no céu e suas grandes constelações. E eu diria que seus olhos são dois abismos onde a eternidade repousa em minha memória densa de lembranças esquecidas, pois passa rápido a vida e as mãos desconhecem despedidas se acenam e não seguem em frente. Paradas, absortas no esvair de uma saudade abstrata, cuja raiz pousa os pés na terra vermelha e nascem constatações intermitentes, pois afirmar pode ser uma forma de negar indubitavelmente. E tudo é sempre mais do que parece ser, quando bem me faço entender, se a lógica diz e cala na escuridão da sala. A memória é um jardim de estátuas cobertas de musgo, já que a ação inexorável do tempo envelhece artefatos humanos enquanto a natureza cresce para além de si mesma em sua opulência e grandeza. O perfume dourado das magnólias adormece o crepúsculo e eu busco um impulso para encarar a noite e suas torrenciais correntezas. Ao ouvir o azul da tarde a doçura prateada da lua adormecia na perspicácia dos centros comerciais onde tudo tem um preço, até mesmo esquecer tinha a moeda do tempo no silêncio macio de sol envolvendo pensamentos na arquitetada paisagem da cidade planejada em minúcias para muitos e para poucos, quando se janta o almoço, em um alvoroço de viver freneticamente enquanto ainda temos um corpo. A aurora despertou lentamente os montes adormecidos e no café quente do copo eu questionava os minutos de sossego na inquietude melódica do dia a espraiar certezas vagas como um relógio antigo há muito tempo atrasado. Mas porque comer o passado se o presente tem sempre novos recomeços e a ternura genuína dos afetos alcançam glórias humildes no aconchego de um dia feliz?
"A verdadeira liberdade financeira não é sobre ser rico, mas sobre ter controle sobre suas escolhas." — Laerson Endrigo Ely em Método R.E.N.D.A. de Investimentos
A tarde alastrava sobre as várzeas encantadas e as almas vagavam na claridade sagrada das catedrais construídas com trabalho escravo, na vasta aragem a se espraiar nas páginas da eternidade. Eu me questionava quem fica e quem parte, quem é inerente e quem já vai tarde, pois acordei e a lógica me olhava atenta e me entreguei à razão, que muito sabe dos dividendos, a cobrar a velocidade do vento. A névoa alaranjada abraçava a paisagem abandonada de seres que não são mais nada. A chama da palavra rasgava a calma da alvorada. E muito mais eu pensava se na vida há quem permanece e na estrada muitos se esquecem. Era minha reflexão nas flores orquídeas de minha constatação. E deixo passar suave, sem alarde, quem parte. E me sinto mais serena se sei em quem depositar meus vales verdejantes nas colinas de ramagens esvoaçantes na exuberante luminosidade da tarde. Entre templos silentes, o azul tece preces de um tempo ascestral e me conduz ao natural elemento da natureza onde mora a certeza da sinceridade, pois tudo cresce no seu tempo. A essência perene desce lentamente pela veredas e eu me entretenho com segredos entre espelhos, que refletem nosso estado de espírito quando o crepúsculo veste a pele das serras e escurecem ecos celestes que percorrem vertentes. E cada verso fala em despedida se nunca sei o caminho da vida, mas o brilho invisível dos lírios se dilui, em sinos antigos que cintilam na vigília da alma em estado de perene calma. O passado se lembra sem viver, pois é uma forma de regresso e eu escolho seguir em frente, sempre em frente, pois a íris exibe caminhos de abundância em quem segue adiante. O meu boi morreu, o que será de mim? Manda buscar outro, oh maninha, lá no Piauí. Minha vida segue em cantiga de roda e eu mesma traço a minha rota. Eu sou meu poema autoral que nasceu na aurora boreal. Eu traço no infinito o meu próprio destino. Sempre em frente, sempre em frente.
Cada vez que o maçom participa dos trabalhos em Loja, ele é convidado a refletir sobre a construção de seu próprio templo interior
Agora somos eu e você...amanhã já não sei o que fazer sobre esse breve estado de "nós". Ainda não aprendi a sentir sem me deixar levar.
Muitas vezes, a vida não nos oferece clareza sobre quem seremos, mas nos concede discernimento para reconhecer aquilo que jamais deveríamos nos tornar.
"A zombaria e a humilhação que você lança sobre o outro nada mais são do que o reflexo da sua própria fraqueza; o verdadeiro poder não está em diminuir ninguém, mas em ter um coração limpo e a coragem de estender a mão."
Te incomoda me ver vivendo? Não me importo, porque uma vez eu falei sobre o que me incomodava e você também não se importou.
Não há dificuldade em se entregar à dor. Mas a covardia e a coragem andam sobre uma linha tênue. De um lado, a negação; do outro, a compreensão.
As palavras mais bonitas que dirão sobre você talvez só apareçam quando você não estiver mais aqui para ouvi-las.
Há algo errado quando você sabe tudo sobre quem aparece nas telas, mas quase nada sobre Aquele que sustenta a sua vida todos os dias.
Gosto de me debruçar sobre biografias daqueles que criaram caminhos... Que fizeram e fazema diferença, se colocando como agentes de transformação de realidades - com a certeza de que o pódio é um lugar chamado dignidade, honradez... Que fazem do propósito - que é dado por Deus - a base primeira dos seus sonhos.
No original grego, Paulo não estava falando sobre uma vida sem fracassos. Ele estava olhando para tudo o que viveu e dizendo que não abandonou a fé no meio do caminho. Houve perdas, rejeições, lágrimas e momentos em que continuar parecia mais difícil do que desistir. O combate não era contra pessoas. Era contra o desânimo, o medo e tudo aquilo que tentava roubar sua esperança. Porque existem batalhas que ninguém vê. Feridas que ninguém conhece. E às vezes somos nós. Tentando continuar em pé por fora... enquanto por dentro já estamos travando uma guerra há muito tempo.
Jesus não estava falando apenas sobre aprender algo novo. A palavra usada aponta para uma verdade que revela, confronta e transforma. Porque muitas vezes não estamos presos ao que aconteceu conosco, mas ao que carregamos desde então. Culpas que não soltamos, feridas que escondemos e dores que aprendemos a disfarçar. A verdade liberta porque ela traz à luz aquilo que passamos anos tentando esconder. Porque existem prisões que não têm grades. E às vezes somos nós. Parecendo livres diante de todos... enquanto por dentro ainda estamos presos ao que nunca conseguimos enfrentar.
Engenharia Patrimonial não é uma forma melhor de investir. É uma forma diferente de pensar sobre o problema.
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