Poesias sobre o Frio
Há um ar de tristeza quando chove
Frio, saudade e muta solidão
É uma melancolia que nos absorve
Nessa úmida desolação
Se eu deixei de te amar? E óbvio que não,
Por que estou tão frio? Pra não doer mais,
O que tá doendo? O simples fato de você não perceber o quanto eu pedia pra você se amar e me amar, o tanto que eu tentei te amar mas você só matou esse sentimento com rajadas de vento levando meus sentimentos, agora tudo acabou e o que sobrou foi um menino sofrendo se perguntando como vim parar aqui dentro.
Olhando pra cima a luz da saida se distância.... Sera que eu deixei de amar ?
Se eu deixei de te amar? E óbvio que não,
Por que eu estou frio ? Pra não doer mais,
O que ta doendo? O simples fato de você não perceber o quanto eu pedia pra você se amar e me amar, o tanto que eu tentei manter esse sentimento vivo mas você sempre me deu rajadas de vento pra apagar essa sentimentos. Agora o que sobrou? Um simples menino perdido tentando entender onde ele errou...... Acho que infelizmente nada sobrou
Na noite de verão, em que eu estiver na minha cama
E o clima se misturar com o vento frio feito pelo ventilador
Que os buracos no meu peito feitos pela faca
Se fechem com o sangue se secando
Que não escorra nada além de lágrimas do meu rosto
Que não seja deixado sujeira alguma
A não ser o rastro vermelho de quando meu corpo for carregado
E se o divino permitir
Que haja meu amor ao meu lado na mesma situação
Ai do meu bem se recusar a ir comigo
Pois será o único que me terá na consciência
E outros, não saberão nem dos meus pecados.
Hoje eu lembrei dela
Uma vez quis pintar ela em aquarela
Mas não senti aquele frio na barriga
Será q foi por causa da intriga?
É tão engraçado
Alguém que estava do meu lado
Virou só uma lembrança
E nem me deixou convida-la para uma dança
Bom, não sei se a vida é assim
Afinal, ninguém voltou do fim
Mas se for
Espero criar calos para a dor
Hoje já nem dói mais
Hoje tanto fez, tanto faz
Onde moro não tem sacada
Mas se tivesse, jogaria as memórias pela escada
Sinto frio ao olhar para os olhos das pessoas, aquela cor vivida foi embora junto com a humanidade.
Ultimamente estão ficando muito azul, sinto falta das cores quentes!
Sobre o frio e a escuridão, encontrei uma luz, vi nessa luz o seu sorriso com ele tinha um ar de inverno, e com seu brilho do olhar tinha a primavera a florescer, nas pegadas dos bosques vi teu rumo a seguir, vi o brilho da estrela a me guiar, ouvi sua voz a ecoar, na final de tudo era um arco-iris e você estava lá.
Aurenir Rodrigues
O meu coração está ficando progressivamente mais frio. Estou tentando expressar o tamanho do meu amor, porém ele se desfaz com a falta dessa reciprocidade. O frio e o calor batalham em mim até que o mais delicado se infiltre e, gradativamente, leve à morte dos meus sentimentos mais profundos.
Meu coração torna-se progressivamente mais frio.
Busco expressar a imensidão do meu amor, porém ele se dissipa diante da ausência de reciprocidade.
O frio e o calor travam uma batalha em meu ser,
até que o mais sutil se infiltre e, pouco a pouco, conduza à morte dos meus sentimentos mais profundos.
No brilho frio das telas,
uma alma se despe de segredos,
entre notificações e status
desabrocha um coração em streaming.
Palavras digitadas,
em meio a emojis e hashtags,
transformam angústias em posts
e silêncios em stories efêmeros.
Como se confessar nesta era?
Deslizando o dedo na esperança
de que, em cada clique,
a dor se transforme em conexão.
Não há mais o altar de velhas confissões,
nem o sussurro íntimo de uma igreja;
hoje, a verdade se expõe em pixels,
num feed onde a vulnerabilidade encontra público.
É um grito digital,
um manifesto de identidade
entre likes que acalmam e comentários que ferem,
um convite à coragem de ser visto
no vasto e caótico universo virtual.
Mesmo que a privacidade se dilua
na imensidão das redes interligadas,
a confissão permanece –
um ato de fé no agora,
um pedido silencioso de ser ouvido
em meio ao ruído incessante do século 21.
Quando você soltou de vez a minha mão, eu caí nas profundezas do precipício mais fundo, frio e escuro que existe, chamado desilusão...
FIM
Ontem achei que minha hora havia chegado
Senti que a morte me tocou
Eu sei era frio havia uma dor na alma
E o medo me congelou eu sabe a que era ela
A morte que está perto
Eu senti seu toque frio estático um
Arrepio invadiu meu corpo enfraquecido
Eu pensei que era o fim
Mas em algum momento a morte se ausentou e pude reviver a minha alma já desfalecida só com a presença amedrontadora da morte.
À Beira da Cova
No frio da noite, a chuva cai,
Silêncio e sombra, o vento trai.
No peito um peso, um grito mudo,
Lembranças mortas no chão escuro.
O ferro canta no couro negro,
Correntes frias, passado azedo.
Uma garrafa, um último brinde,
Ao que se foi, ao que ainda finge.
LOWLIFE gravado na carne e na alma,
Caminho sem volta, sem rumo, sem calma.
Um túmulo aberto, convite ao fim,
Mas sigo em frente, a morte é pra mim?
Na lápide o nome, espelho cruel,
O destino escrito num tom de fel.
E ali parado, entre a lama e o breu,
Vejo no fundo... apenas eu.
Morfeu uchiha
Trocou meu amor por prazeres banais,
no frio de um quarto, em braços fugaz.
Vendeu-se ao toque que nada preenche,
um fogo que arde, mas logo se esfrente.
Enquanto eu era ternura e abrigo,
você escolheu se perder no perigo.
Corpos sem nome, beijos sem cor,
desejos comprados sem cheiro de flor.
Mas quando a noite enfim te silenciar,
e o falso encanto não mais te embriagar,
sentirá no peito o eco do erro,
pois jogou fora um amor sincero.
Tempo nublado
Sonho dourado
Frio gemido.
Corpo cansado
Olho o passado
Fico perdido.
Foi tudo ligeiro
No tempo de um raio
Perco o sentido.
Pés descalços, alma livre
Pés descalços tocam a terra,
o frio da manhã, o calor do meio-dia,
o áspero, o macio, o real.
Andar assim é ouvir a vida sussurrar,
é não temer o que tem no chão, nem o olhar dos outros.
Minha mãe dizia: liberdade não é ausência de julgamento,
é caminhar sem se importar com ele.
O mundo observa,
mas o vento não carrega pesos,
só aqueles que seguramos dentro de nós.
Ser livre é deixar que falem,
é pisar firme sem pedir licença,
é sentir o chão e saber:
eu sou.
Chega do frio, das brisas, das marés, dos mares... vou te mostrar meu mundo onde o fogo e a terra se encontram, o calor e o amor se misturam, permita perder-se na imensidão do deserto... segure minha mão e sonhe.
Flávia Abib
Parafraseando Diogo Nogueira
Quem não gosta do frio, bom sujeito não é
É ruim da cabeça ou não conhece o calor.
MEMÓRIA
Uma xícara de chocolate quente,
No frio do inverno gelado
Ao lado dessa lareira,
Aquece meu coração solitário.
Lembranças surgem em segundos
E o cãozinho ao meu lado me faz companhia,
Enquanto volto ao passado...
Mãos trêmulas, já não posso mais escrever
Saudade daquele vigor que havia em meu ser,
Aproveite a vida, ela é pra se viver!
Hoje, das minhas memórias,
o tempo ainda não se tornou ladrão.
Mas chegará o momento, que não mais existirão!
Ficará apenas saudade, de um período
Por mim já desconhecido.
Contudo, minhas ações sendo boas,
Serão a inspiração, recordação,
De muitas e para as outras pessoas...
Uma xícara de chocolate quente,
No frio do inverno gelado
Ao lado dessa lareira,
Aquece meu coração solitário.
Lembranças surgem em segundos
E o cãozinho ao meu lado me faz companhia,
Enquanto volto ao passado...
