Poesias sobre o Corpo
O peso demasiado castiga ombros já marcados pelo cansaço; o corpo não suporta tamanha intensidade quando a juventude já não está presente.
O fardo pesado é um incômodo, o fardo leve deixa o corpo manhoso, nem sempre a medida é compatível.
Trago no corpo a marca de você, feiticeira linda, amante debochada. Amo ser amado por ti, deusa do amor, que me envolve em ternura e paz.
A expressão "a carne é fraca" é uma frase comum que sugere que o corpo humano tem limitações e é suscetível a fraquezas, especialmente em termos de desejos e tentações. No entanto, o texto questiona essa ideia, dizendo: como a carne pode ser fraca se o corpo é o templo do Criador.
Espírito, alma e corpo lutam, forjados na mesma carne, e dizem que a carne é fraca. Mas como pode ser fraca, o espirito alma corpo é o templo do Criador deste o começo de tudo.
A dor que hoje consome o corpo fraco e cansado não é o fim, é a prova da luta que habita em você. Mesmo quando tudo parece desmoronar, a esperança insiste em florescer. Amanhã pode ser uma promessa de cura, um recomeço onde o peso do sofrimento se transforma em força. O tempo não apaga as cicatrizes, mas as torna testemunhas da sua determinação. Dias melhores virão, porque superar não é evitar a dor, é encontrar na queda a coragem para se levantar mais forte...
Na Educação Física, o corpo não apenas se movimenta: ele enuncia. Cada gesto carrega uma história, uma resistência e uma narrativa que a escola precisa aprender a escutar.
O espírito junto com o corpo se escafede dos prazeres da vida, dado pela morte. O espírito pairante além do corpo é apenas uma invenção do homem que serve a nada, mas é parte do estilo religioso. Quando através da fé se acredita em redenção, espírito ambulante/mutante, em algum corpo, espera-se que se aloje. A fidelidade de deus e a fé religiosa são produtos da fraqueza humana, como subjetivo e irracional. Deus como um ser imaginário não pode instalar no complexo sistema humano a verdade e a compreensão sobre o espirito, não passando apenas de um efeito alucinógeno dado pela fé.
Que o suor escorra pelo corpo! É folia, Galo da Madrugada, Homem da Meia Noite e muito calor. Se não aguentar corra…
O corpo pode até cansar. Mas a alma que descansa em Jesus sempre encontra leveza, abrigo e descanso.
“Príncipe gigante de olhos de mar… corpo de sol, sal e areia. Como conseguiu me arrancar de mim mesma só com a brisa da sua presença?”
"Compreendo o sujeito como um processo consciente que emerge do corpo e da mente, capaz de observar, regular e atribuir sentido às próprias experiências, sem estar totalmente determinado por elas."
Ao fazer o mal são liberados hormônios como adrenalina e cortisol, que faz o corpo ficar em constante estado de alerta e que por sua vez, causam uma série de doenças...
Um intervalo onde a dor aprende a não fazer barulho. Onde o corpo aprende a suportar mais um pouco. Onde ninguém vence, ninguém perde — todos apenas continuam. Isso não é fracasso moral. É o retrato exato do que acontece quando a sensibilidade sobrevive tempo demais sem testemunhas.
Você é tão linda, seu corpo é um desejo, uma obra-prima, quero te beijar, quero te encontrar, não prometo o céu, mas prometo te amar.
Eu poderia elogiar o seu cabelo, o seu corpo, até mesmo o seu olhar, mas é o teu sorriso que torna você inesquecível.
Na lateral da poltrona, onde descanso meu corpo da existência, está a porta do banheiro, onde muito bem centralizado há um quadro. Uma onça expressiva, com olhar vibrante, onde o amarelo envelhecido contrasta com o fundo preto. Olho para a onça e a onça me olha, sem sabermos quem será o predador da vez. Em frente da poltrona há outro quadro. Uma releitura mal feita de uma pintura de Monet. Há no campo de visão uma mesa, onde repousam três livros, que me lembram que eu deixei a leitura pela metade. O porcelanato brilhante no chão constrata com os móveis baratos do quarto. Do outro lado da poltrona há uma cama, que me lembra que eu tenho dormido demais. A casa está muito limpa, contrastando com o fato de eu não ter tomado banho hoje. Intervalo meu tempo entre momentos de um tédio sufocante e pequenos entusiasmos, que encontro em atividades banais. A mente está mais tranquila, após a catarse de escrever um texto grotesco, que assustaria quem me vê assim tão dócil. A televisão está ligada com o som no silencioso, e em um olhar rápido vejo o Roberto Carlos, pois é véspera de Natal. Embaixo do apartamento, há uma casa de festas e sou obrigada a ouvir "Parabéns pra você" todos os dias. As noites passo insone, já que tenho trocado o dia pela noite. Apesar de tudo me sinto feliz, pois estou presa em minha casa, mas tenho a chave da porta, e pra rimar, é isso que importa. A Bíblia em cima da mesa me lembra minha falta de fé, apesar de buscá-la bastante, lendo em aramaico, idioma que desconheço. Por uma velha submissão, peço perdão pelo texto anterior, em que escancaro a podridão humana. Eu não precisava ter sido tão literal assim. Mas fui. É véspera de Natal e eu peço a Deus que perdoe meus pecados e meu cinismo. E que um dia eu encontre Jesus.
“Meu corpo reconhece o teu antes do toque, treme de fome, se oferece inteiro, implorando para ser tomado no ritmo lento da tua vontade.”
“Depois o Macarrão chutou a Eliza, depois o corpo dela foi esquartejado e jogado para os cachorros''
Um corpo ideal refere-se à circunstância em que a cabeça pode assumir a função de uma perna, assim como uma perna pode desempenhar o papel de uma cabeça.
