Poesias sobre o Corpo

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⁠amo-te tanto

amo-te tanto amor que já não sei
se tens amor que chegue só pra mim.
do tanto amor que já te dediquei
receio que te canses ponhas fim

ao grande amor que sempre te ofertei
e que eu sempre quis fosse mesmo assim.
amar sempre também cansa eu bem sei
mas o amor nunca morre não tem fim.

amo-te como quem ama a primeira
vez em qualquer momento até lugar
e de qualquer forma qualquer maneira.

ninguém ama somente por amar
ninguém ama de forma interesseira
porque amar é sentir e eternizar...

Inserida por batista_oliveira

Me ganhou com seu sorriso,
Me conquistou com seu olhar,
Me enlouqueceu com seu corpo de mulher,
Que não consigo parar de olhar.

Seu sorriso é perfeito,
Seu olhar encantador,
Seu corpo uma beleza,
E com tudo isso me conquistou.

Com seu olhar me animo,
Com seu sorriso fico feliz,
Com sua presença fica perfeito,
Que pena que isso é tudo que nunca vi.

Depressão...
A mente turbulenta.
O corpo não aguenta.
É muita pressão!
A alma não reage.
A tristeza invade.
O silêncio apavora.
A porta se fecha.
Não quer ver ninguém,
nem pela fresta.
Lá fora...
Nada mais interessa.
Na escuridão do vazio,
o mundo está cinza.
Sem emoção e alegria.
Para muitos, isso é frescura.
É coisa de gente, com mente pequena.
Mas a mente pequena,
é aquele que não entende,
que depressão, muitas vezes,
é o excesso de sentimento e preocupação.
Dê mais amor e compreensão.
Sem julgamento ou discriminação.

Vem!

Me faça menina, mulher ,amante...
Ter um instante pra sonhar! Beijar o teu corpo gostoso,
e beber teu prazer constante, te agarrar com carinho...
te apreciar devagarinho... Me faça sua menina!

Eu não consigo esquecer o teu olhar, teu sorriso, teu doce beijo, seus carinhos, teu corpo sobre o meu.
O que fazer? Se eu não consigo esquecer o que me faz te querer. O que eu faço? Se mesmo querendo não consigo parar de lembrar, lembrar daquele momento, lembrar do jeito que me olhava, que me tocava...
Essa paixão louca... esse sentimento inexplicável que eu sinto por você me faz querer viver contigo o que eu não teria coragem de viver com mais ninguém. Com você eu acredito no impossível, eu faço loucuras, eu cometo delitos, eu arrisco tudo para estar ao teu lado, mesmo que seja por pequenos momentos, de uma coisa eu vou ter certeza: desses pequenos momentos.

Estou fugindo de mim, acabo de me declarar um corpo vazio.
vazio de alma, vazio de sentimentos,vazio de vida.
Há nesse corpo muitos lugares bons pros sentimentos se alojarem,
no coração por exemplo existe uma suíte presidencial para o Amor, foi usada por muito tempo,aliás muito bem usada, o Amor que aí vivia era exigente, e sempre gostou de tudo no lugar,era delicado também,e tão verdadeiro,pobrezinho, foi tão menosprezado pelo ser que ele amava que não agüentou, se juntou a dor e juntos foram morar com a morte.
A tristeza,angustia,medo e solidão ainda estão alojadas, não querem ir embora, acho que por isso estou fugindo, pra me ver livre delas, elas são como velhinhas fofoqueiras que corrompem a mente de todos com suas histórias.
Ah! Tínhamos a adorável esperança, tão dócil e meiga que era, todos diziam ter um caso com o Amor, nada nunca foi comprovado, mas devo confessar que depois que ela se foi o Amor começou a sofrer mais, e a andar junto com a Dor.A Teimosia era a minha queridinha, por mais que só me desse dor de cabeça,estava sempre do meu lado me ajudando em tudo, foi realmente doloroso perder a Teimosia, ela morreu nos meus lábios de onde hoje não saem mais palavras.Nos meus olhos antes você poderia conhecer uma senhora simpática chamada Felicidade que dividia a casa com sua irmã gêmea Alegria, mas elas também se foram, se foram alguns dias depois que Esperança faleceu, já que seu grande amigo Amor já não era mais uma companhia interessante, ele estava fraco, morrendo aos poucos.
Agora meus olhos estão vazios, através dele nada vê, apenas o vazio, a fuga me confortou, me chamou para viver longe dali, por esse motivo eu me declaro um corpo vazio.

Caminhando na Chuva

Na vastidão do ser, o desejo de ser luz,
deixar o corpo se transformar em sol,
de não deixar marcas no chão,
caminhar livre, sem rastros,
apenas a pureza do agora.

Mas, em cada passo,
a chuva insiste em cair,
a tempestade de erros e escolhas
se faz presente, como um peso
que não se apaga,
não se apaga, mesmo no desejo de renascer.

É na dança do fogo da alma
e na chama da mente que busco fugir,
mas a chuva continua, incessante,
como se a dor não soubesse descansar.

E eu, que procuro entender o que fui,
que busco apagar o peso do ontem,
me vejo perdida nas correntes da memória,
nos primeiros erros que me definiram,
e ainda assim, a chuva cai.

Mas então, aprendo a aceitar,
a deixar o vento secar meus olhos,
a me encontrar na calma que vem com o tempo,
na serenidade que surge
não pela fuga das tempestades,
mas pela compreensão de que elas são parte de mim.

E, ao fim, encontro a paz,
não porque a chuva tenha cessado,
mas porque aprendi a caminhar na chuva,
sem medo de ser, sem medo de errar.

SOBRE PECADOS

quantas vezes sinto o meu corpo assim,
essa mistura de ódio, paixão, desejo, inveja, medo,
misturados com uma vontade intensa
de me luxuriar aos teus braços,
cometer os pecados capitais
mais frequentes da carne humana,
me deliciar com seus beijos,
sentir as tuas unhas rasgando as minhas costas,
sentir o cheiro do teu corpo
invandindo as minhas narinas
e em minha língua
sentir o gosto salgado do teu pescoço,
temperado pelo suor que teu corpo exala,
olhar em teus olhos e ver o prazer
tomando conta de todo o teu corpo,
enquanto o meu se aquece acolhido por teu colo,
esperando o hora exata de explodir em um duplo
(mas quase que um só)
sentimento que os anjos desconhecem,
que os demônios fogem ao ouvir a sua pronúncia,
que a mulher acredita que será o seu último,
que o homem tem a certeza de que será o primeiro,
mas que todos, entre anjos e demônios, mulheres e homens,
entregam seus corações (porque demônios têm coração)
a espera do que de mais sublime existe
debaixo dos céus e acima dos oceanos...

amor, eis o que mantém a ordem nos corações do mundo,
o eterno, mas amaldiçoado por todo poeta, o maldito amor...

Garota, você é uma obra de arte
Seu corpo brilha aos meus olhos
Suas curvas são desconcertantes
Sua pele lisa e morena
Sou capaz até de sentir o seu cheiro
Vê-la é como ver o mar e contemplar num olhar a beleza da criação.
Tu és bela, mulher.

Foi no arrepio do seu corpo
Que eu me entreguei e fiquei louco

Foi no calor dos seus braços
Durante alguns amassos
Que eu me senti Amado

Entre beijos e abraços
O meu coração
Ficou viciado

Não disfarço
Quero viver sem preocupação
Só Eu e você loucos de paixão

Gosto de te ver despida
De vaidades...
Amo seu corpo livre
De maquiagens...
Adoro sua boca
A sussurrar meu nome... Enlouqueço com seu olhar
Em frenesi, ao me amar...
É assim que te preciso... Tão linda... Tão mulher...
Tão minha...
Por que me quer.

A morte é um grande mistério...
Tanta dor na despedida!...
Mas quem morre perde o corpo,
Nunca perde a luz da vida.

Chico Xavier

Nota: Trecho do livro Oferta de Amigo, psicografado por Chico Xavier.

Você é lindo!
Como posso ver seus lábios e não querer beijá-lo?
Tocar seu corpo como se estivesse em um sonho
Olhar profundamente em seus olhos e não querer pensar em mais nada
Acariciar seu rosto, deslizar em seus cabelos
Ser engodado pela chama do teu abraço
Querer te encontrar e dizer:
Beije-me
Atraia-me
Toque-me
Olhe-me, sinta-me e ames-me porque te amo
Ames-me porque amo você
Fecha teus olhos e abra os olhos do teu coração para mim
Embora tudo que acima escrevo parece ser sem sentido, decifre-me sem tirar meus mistérios
Mostre-me o mundo que desconheço
Meus olhos brilham ao pôr-do-sol e minha face recostada a teu peito ouve o teu pulsar que dispara ao meu encontro
Como se fosse um sonho...

Aproveite-se o tempo, antes que faça
O estrago de roubar ao corpo as forças
E ao semblante a graça.

QUEM SABE?

O corpo e a mente
têm biografias separadas,
cada um sua memória própria,
seu próprio jogo de charadas,
Meu corpo tem lembranças
- cheiros, tiques, andanças -
que a mente não registrou
e o corpo não tem as marcas
de metade do que a mente passou

Me deu uma vontade louca de estar com vc, te beijar e sentir seu corpo junto ao meu.... quero ser toda sua, te desejo ardentemente meu guerreiro!
Desejo suas mãos percorendo todo meu corpo, sua boca acariciando minha pele, todo meu e eu toda sua!!

Alma de menina faceira,
Gosta de banho de cachoeira,
Brincar, dançar, e colher flores.
Corpo de mulher,
Que encanta como as feiticeiras.
Seu rosto, suave e doce,
Tem a beleza da ingenuidade.
Mulher de boca adocicada,
Morango, cereja, o gosto desejado...
É toda sensualidade.
Dengosa, pede, grita e chora.
Vaidosa, exibe o corpo nu e bronzeado.
Sonha, tece fantasias,
Paixões e magia...
Menina mulher,
Foge, se esconde,
Tem medo de amar...
Ouviu falar que o amor,
Faz a alma sofrer e chorar...
Nikita

Alma de menina, em um corpo de mulher
Preparada pra vida, pro que der e vier
Menina mulher, um botão e uma flor
Uma beleza perfeita, um segredo de amor.

Os súditos do ditador do futuro serão governados sem sofrimentos por um corpo de engenheiros sociais altamente instruídos.

(Admirável Mundo Novo)

Ausência de Mim


Há fases em que a gente simplesmente desaparece, mesmo estando aqui.
O corpo existe, mas a alma se recolhe. As mensagens chegam, as notificações se acumulam, e cada uma delas parece pesar toneladas.
Não é descaso. É falta de fôlego. Falta de voz. Falta de nós.


Responder exige um tipo de energia que já não há.
Porque para responder, é preciso fingir — dizer que está tudo bem, quando nada está.
E às vezes, a mentira cansa mais do que o próprio silêncio.


A depressão tem esse jeito de transformar o mundo em eco.
Tudo parece distante, sem cor, sem sentido.
E, mesmo cercado de gente, é como estar trancado dentro de si — tentando achar uma saída que não machuque ainda mais.


O silêncio, então, vira refúgio.
Mas também é pedido de socorro.
Porque a ausência fala, grita, às vezes.
Só que nem todo mundo sabe ouvir o que não é dito.


Não é que falte amor, é que sobra exaustão.
Não é que não se queira viver, é que viver cansa demais.
E nesse intervalo entre o querer e o poder, a gente tenta sobreviver — do jeito que dá, do jeito que resta.


Às vezes, estar ausente é a única forma de continuar aqui.