Poesias sobre o Brasil

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Conheço o meu Brasil Brasileiro,


na palma da mão e por inteiro,


Do Maranhão ao Rio Grande do Sul


o meu oceano é o Atlântico Sul.






Seja na terra, na água ou no ar,


o coração por ele bate intocado,


Nutro o romântico e apaixonado,


e não há que seja capaz de desviar.






Se amar é questão de acertar,


nem mesmo a tempestade será


capaz do amor na vida dispersar.






Sempre que quando todos se vão,


a permanência integra ao chão


não me permite jamais a evasão.

Ah! Sinto forte e bem daqui,
do meu Brasil Brasileiro
que estas oitavas de final
nos trazem à tona e com tudo
a lembrança sentimental:
de que a América Latina
deve seguir inabalável, unida,
consistente, igual para igual,
e de maneira transcendental.


Elevo, com a máxima ternura,
a minha América do Sul,
na altura do Hemisfério Austral,
desejando o mais monumental
com o amor que é fundamental.


No coração, as inabaláveis,
Argentina e a Colômbia,
ocupam o espaço sobrenatural
do desejo que surpreendam
o mundo com o mais fenomenal.

Aprecio a dança das flores


do Sabugueiro-do-brasil


enfeitando o caminho,


Destino tal que por aqui


ainda não nos encontrou.






O mundo não me mudou,


nunca me esqueci


do que sempre encantou.






Continuo a mesma


arraigada ao que é do chão,


Coração singelo que é


também canteiro de flor,


rende culto ao amor.






Tive infância de tosse


curada por xarope de mel


com assa-peixe porque


cresci no meio do nada,


Ali, a poesia de hoje,


convicta já acompanhava.






Conheço a Mata Atlântica


que é Pátria da minha Pátria,


fazendo-a sempre relembrada.






Com inspiração emocionada,


mostro flores e frutos de tudo


o que foi, é e entre nós será,


Porque todos os dias nasce


uma razão que nos apaixonará.

O senhor pode abrir o portão,
no Brasil não quero invasão,
Se assim for, irão
sobrar cabeças batendo
no portão e ora no chão.


Vai ter bolinhas de gude de montão
sendo jogadas no chão
dia sim e no outro dia também,
vai ter muito escorregão.


Amém, amém e amém.

Não sou contra a cooperação com os EUA no combate ao crime. Cooperação com Brasil já existe há anos e pode vir a ser aprofundada.


Cooperação é diferente de intervenção, mas depois da última reunião que o Secretário da Guerra teve com o Escudo das Américas, ele pediu para que os países deixem o Tribunal Penal Internacional (TPI) que sei que não é perfeito e carece de muito aperfeiçoamento.


O TPI é um tribunal que não serve só para crimes de guerra, mas também crimes de genocídio que governos podem praticar contra os próprios cidadãos.


O que o Secretário da Guerra pediu pode custar muito caro para todos os povos das Américas.


Que os EUA não queiram continuar sem entrar é uma escolha que atende aos anseios da administração deles, e penso que cada um no seu quadrado.

⁠Às vezes, a Justiça resolve dar o ar da graça no Brasil só para o povo insistir em acreditar que ela ainda existe.


E, quando isso acontece, vira quase um evento.


Um alívio coletivo, uma fagulha de esperança em meio a um cotidiano marcado por descrédito, morosidade e seletividade.


A sensação é de que algo finalmente funcionou — não como exceção deveria ser, mas como regra que raramente se cumpre.


O problema é que a Justiça não deveria surpreender.


Não deveria soar como milagre, nem como concessão ocasional de um sistema que parece escolher quando agir e, principalmente, contra quem agir.


Quando o básico vira motivo de espanto, é sinal de que o alicerce já não sustenta com a firmeza que deveria.


Essa aparição esporádica da Justiça cumpre um papel curioso: alimenta a esperança ao mesmo tempo em que mascara a falha estrutural.


Porque basta um caso emblemático, uma decisão firme, para reacender no imaginário coletivo a crença de que “agora vai”.


Mas o “agora” quase nunca se sustenta no depois.


E assim o povo segue — oscilando entre o fio da navalha da descrença e da necessidade de acreditar.


Porque desacreditar completamente é admitir um vazio perigoso demais.


A fé na Justiça, ainda que ferida, funciona como último fio que impede a normalização total do absurdo.


No fundo, não é que a Justiça não exista…


É que, muitas vezes, ela parece muito distante, intermitente — quase como uma visita muito mal-educada, daquelas que chega sem aviso, resolve algo muito pontual e vai embora antes de explicar por que demorou tanto.


E enquanto ela aparece apenas “às vezes”, o que se consolida no restante do tempo não é a ordem, mas a dúvida.


E um país que duvida constantemente da sua própria Justiça — aprende, aos poucos, a conviver com aquilo que jamais deveria aceitar.

É perigoso o resto do mundo acabar e sobrar só o Brasil… Para cada maluco aparece um maluco e meio.


E talvez o mais inquietante não seja a quantidade de “malucos”, mas a naturalidade com que nos acostumamos a eles.


Aqui, o absurdo já não pede licença — ele entra, se espalha pelo chão ou senta no sofá, opina sobre tudo e ainda ganha plateia.


O exagero vira folclore, o delírio vira narrativa, e, quando percebemos, já estamos rindo do que antes deveria causar silêncio.


O Brasil tem essa estranha capacidade de transformar tensão em piada, crise em meme, tragédia em comentário espirituoso.


É um mecanismo de defesa, sem dúvida — mas também pode ser uma anestesia muito perigosa.


Porque quando tudo parece ridículo demais para ser levado a sério, a gente corre o risco de não levar mais nada a sério.


E nesse terreno fértil, onde o improvável brota fácil, cada voz dissonante encontra eco.


Não importa o quão desconectada da realidade ela seja — sempre haverá alguém disposto a amplificá-la, a reinventá-la, a levá-la um passo além.


Um maluco nunca anda só; ele é sempre o início de uma pequena multidão ainda em formação.


Talvez o verdadeiro risco não seja “sobrar só o Brasil”, mas sobrar um Brasil que já não estranha mais o que deveria estranhar.


Um país onde o espanto foi substituído pela ironia permanente, e a crítica deu lugar ao entretenimento.


Porque, no fim, quando tudo vira espetáculo, até o caos encontra aplauso.


E aí, o problema já não é quantos “malucos” existem — é quantos de nós ainda conseguem reconhecer que algo saiu do lugar.⁠

"Sabe porque há grama em alguns parques e praças no Brasil? Somente para eles porem aquela placa ridícula: 'É Proibido Pisar na Grama'. Só pra isso!"
Frase Minha 0385, Criada no Ano 2009

USE, MAS DÊ BOM EXEMPLO.
CITE A FONTE E O AUTOR:
thudocomh.blogspot.com

“Patriotismo, para alguns, é apenas Futebol na Copa do Mundo. Mesmo assim, só se o Brasil ganhar!”
Frase Minha 0009, Criada no Ano 2006

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thudocomh.blogspot.com

"Já que no Brasil, para Alguns, jogo é 'game'; animal de estimação é 'pet'; criança é 'kid'... Por que papagaio não é logo chamado de 'parrot' e papagaiada, de 'parroted'?"

Frase Minha 0022, Criada no Ano 2006
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thudocomh.blogspot.com

"Descobri: O Brasil está BEM À FRENTE dos Estados Unidos e UM POUCO ATRÁS de Portugal! É em relação ao fuso horário... Mas que tá, tá!"
0776 | Criado por Mim | Em 2014

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"Ouvi-Dizerem e Li-Escreverem que as Biografias mais vendidas no Brasil foram e são as Biografias Autorizadas. Isso mesmo: As AUTORIZADAS. Poizé!"
Texto Meu No.1010, Criado em 2021


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"Já que no Brasil, para Alguns, jogo é 'game'; animal de estimação é 'pet'; criança é 'kid'... Por que papagaio não é logo chamado de 'parrot' e papagaiada, de 'parroted'?"


Texto Meu 0022
😮

"Em toda a Historia do Brasil, só um cidadão venceu cinco Eleições para Presidente... Eleições, Golpe, não!"


TextoMeu 1311☺️

1705
"Descobri, pelos fatos, que o Brasil tem um só Presidente e uma só Primeira Dama. E descobri, pelas Redes Sociais, que tem Inconformados que não aceitam isso. Poizé!"

2818 📜 Desde Criancinha eu ouvia dizer que os Verdadeiros 'Donos do Brasil' eram os Indígenas, que aqui já estavam quando da chegada de Cabral. Mas...
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E quem estava aqui antes dos Indígenas? Também foram Donos? Hein?

Eu já exerci minha cidadania. Já votei. Já desejei prefeitos e vereadores melhores para o Brasil, para meu Estado e para minha Cidade. O que espero das eleições de hoje, espero que votos não sejam comprados, que políticos fichas sujas não sejam eleitos, que as sujeiras não fiquem debaixo do tapete. As corjas do mensalão, seus "nada sei" sejam presos.
Eu desejo um país livre de pessoas que só pensam no próprio umbigo. Eu desejo honestidade, desejo que ações que pensam na coletividade sejam repensadas, que os menos favorecidos e esquecidos sejam os amparados e exaltados, que as diferenças sociais diminuam, que a cultura da partilha e não consumo se propaguem.
Eu desejo justiça social, que todos tenham uma excelente administração, que a coletividade saia ganhando numa votação histórica e coerente.
Um país melhor é o sonho de cada cidadão, o meu, o seu, o nosso sonho, nossa melhoria no transporte público, nas ruas, calçadas e vielas, nas escolas e hospitais, melhoria no esporte e no combate a violência. Melhoria de vida e bem-estar.
Somos cota-parte desta responsabilidade de eleger pessoas do bem, de ser patrões da democracia, de sermos o bem maior que todas as gerações possam recebem em forma de presente.

Inserida por Arcise

Dia do Professor & Numerologia

Comemora-se no Brasil no dia 15 de Outubro.
O natalício 15 (o mesmo que o da nossa República) representa a ambição, o ideal, a meta.Quando é feita a soma do 1 com o 5 resulta em 6 que traduz amor, lar e nutrição.Analisando os algarismos de 15 separados vemos que o 1 da dezena representa a liderança que muda e o 5 da unidade potencializa emoção e aventura.
Outubro é mês 10 tendo como significado mudanças.
O número da ação, ou atitude, é conseguido com a soma do dia e mês de nascimento.Em seguida esta soma é reduzida a um só algarismo.
No caso do Professor somamos 15 com 10 obtendo o 25 que tem por significado "mente brilhante". Os algarismos de 25 são novamente somados surgindo o 7, número que sintoniza caminho, fé, desenvolvimento,progresso.
O ano pessoal dos professores no Brasil vale até 14/10/2013.
Vamos somar todos os algarismos de 15/10/2012 (1+5+1+0+2+0+1+2)
para obter o 12. É ano de muita dedicação e altruísmo:valorizar o "ter", mas prevalecer o "ser".12 é o número de meses do ano e dos apóstolos de Cristo.
Queridos professores, estamos num ano pessoal 3 (1+2) e a principal ferramenta tem que ser a comunicação e a criatividade.


Um abraço em todos e parabéns!

Inserida por NeusaStocco

Se o Brasil é democrático, por que
o voto é obrigatório e o voto branco
e nulo não valem nada?

Inserida por ericssonw

Rascunho do paraíso

Esta vendo esse sol? Alaranjado? Exagerado? É daqui do Brasil!
Essa cor palpitante! Eletrizante! Que qualquer um fica em transe a sentir...
Esse verde perfeito?! Que Deus deu seu jeito, de ficar aqui, no meu Brasil assim...
Essas florestas, cheias de dança e festas, são daqui!
Esse céu estrelado, esse mar azulado, refletindo pecado é muito amado pelo mundo aí!
Terra dourada!
Brota água gelada, desesperada, em qualquer cachoeira perdida aqui...
Brasileiro é diferente...
Vivemos apaixonadamente, loucamente, ardentemente e desesperadamente... Não tente entender!
Lua brasileira é guerreira, mas cuidado, que ela deixa gringo amaldiçoado a querer ficar por aqui...
As cores aqui são elevadas, em um tom delgado, que só quem vive aqui sabe entender. Deus estava maravilhado, que perdeu seus potes de tintas aqui, nesse país que nasceu abençoado, na maneira de ser e fazer.
Brasileiro não é branco, não é negro, não é índio. Somos misturados, desvairados e alucinados... Sim!Sim!Sim! Sabemos que somos de uma cor só, pois se o criador nos virasse do avesso, seriamos inteiro em vermelho, não em dor, mas de amor e honra de poder ser brasileiro.
Mas uma coisa, Deus gritou pro mundo. Que ficou mudo, mas soube se render, pois se o grande pai revelou o que ele sonhou, planejou e veio nos dizer...
Se o Brasil não for o paraíso é o rascunho mais bem feito dele a ser...

Inserida por KAROLLBIANNA