Poesias sobre o Brasil

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Joga com ginga ( Brasil )


Azul e amarelo riscam o céu,
Na rua o batuque escreve no papel,
No peito um país que aprende e insiste, Cai, levanta, apanha…
mas não desiste.


Tem fé na voz rouca da multidão,
No pé descalço virando canção,
Cada esquina guarda um sonho inteiro,
De um povo teimoso, bonito e guerreiro.




Brasil, Brasil,
coração na palma da mão,
Entre o suor e o sorriso,
é só emoção,
Brasil, Brasil, quando a bola vem,
Até o mundo aprende a sambar também.


Brasa, fogo no coração,
joga com ginga
— é arte em ação.




E quando a bola rolar,
É mais que jogar…
É rua, é raiz, é lembrar
De onde a gente vem.




Brasa, deixa o fogo levantar,
Joga com ginga, o mundo vai parar”
É nossa hora de conquistar,
Mais uma estrela pra eternizar.

22 de abril,
Dia do “Descobrimento” do Brasil.


Ou melhor,
o dia da invasão
dos portugueses
em terras indígenas.


22 de abril
não me peça celebração.


Não houve descoberta.
não havia vazio.
não havia silêncio
à espera de um nome estrangeiro.


Havia vida.
corpos.
línguas ancestrais
respirando o mundo
antes de qualquer cruz fincada na areia.


O que chamam de descobrimento
foi ruptura.


foi chegada armada
de um outro deus,
de outra fome,
de outra sede:
de terra,
de ouro,
de domínio.


22 de abril
não é nascimento.


é ferida aberta
na pele originária
deste chão.


No calendário,
marcaram em tinta oficial:
“descobrimento”.


Mas a terra já sabia de si.


Já se reconhecia
no canto dos rios,
na memória das árvores,
no passo leve
dos que a chamavam de mãe.


Então vieram eles,
com mapas nas mãos
e ausências nos olhos,
e ousaram dizer:
“encontramos”.


Como se fosse possível
encontrar o que nunca esteve perdido.


22 de abril
não é o dia em que o Brasil nasceu,


é o dia
em que tentaram renomear
o que já tinha alma.
✍ @MiriamDaCosta

Brasil e Amazonas: vozes da liberdade


De um povo heroico o brado retumbante
Ecoou no tempo a voz independente
Com o coração livre e triunfante
Ergue-se o Brasil, sublime e ardente
Gigante pela própria natureza.
Ó Pátria Amada, cheia de luz e de grandeza.


Nos teus bosques têm mais vida e fulgores
Nossa vida no teu seio mais amores;
Verás que um filho teu não foge à luta
Pois tu és nossa esperança absoluta
Mostra-te ao mundo em luz resplandecente,
Com fé no futuro e força no presente.


E o meu Amazonas de bravos que doam,
Teus cantos de lendas para sempre ecoam,
Nas paragens da história, o passado
É de lutas e de glórias o teu legado
És tronco viril de um povo bravio,
As tuas paisagens são orgulho do Brasil.


Que os tambores da glória despertem a nação,
Pois viver é destino dos fortes
Ó Amazonas, tu és vida, tu és força e canção,
Rompeu com o Grão-Pará, se tornou o rei do norte
E entre as riquezas que o Brasil encerra,
Tu és tesouro, és jardim sobre a Terra.




Autor: Silvano Pontes
Amazonas em poesias.
"Um diálogo entre o hino Nacional e o hino do Amazonas."

Quero realmente acreditar que o futebol
do Brasil,é o melhor do mundo,
mas é só assistir uma partida pra ficar
maluco.

FREDERICO FIGNER.
Trouxe para o Brasil o fonógrafo, o gramofone e o disco. Criou a primeira gravadora de música nacional, a Odeon.
A ação industrial de Frederico Figner, carinhosamente chamado de Fred, em um período no qual o rádio ainda não existia, possui o valor de um verdadeiro apostolado patriótico. Sua visão transcendia o comércio e alcançava a preservação cultural de uma nação em formação. Com admirável idealismo, preocupou-se em registrar, conservar e distribuir por todo o território brasileiro o patrimônio artístico genuinamente nacional, permitindo que vozes, ritmos e tradições atravessassem o tempo e alcançassem incontáveis gerações.
Seu legado não pertence apenas à história da tecnologia sonora, mas também à memória espiritual e cultural do Brasil. Enquanto muitos enxergavam apenas máquinas, Figner compreendia a força afetiva da música e a necessidade de perpetuar a identidade de um povo através do som.
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O Etnocídio Silencioso através das IA's


O Brasil e os países da América do Sul precisam ficar atentos ao perigo do "softpower" das inteligências artificiais para que não venha acontecer a destruição da cultura e do modo de vida dos nossos povos, ou seja, todos nós estamos sob o risco de um silencioso etnocídio.


Se não houver olhares atentos sobre a falta de treinamento das IA's no tocante as nossas culturas, modos de vida, fauna e flora, tudo o quê é nosso estará sob o risco de desaparecimento daqui a alguns anos.


Uma forma de verificar o quê estou falando é pedir imagens para as IA's de qualquer elemento das nossas culturas, flora e fauna, que vocês verão a imprecisão grotesca das imagens.

Da onde a minha ancestralidade
veio e por onde teve que caminhar,
não troco o meu Brasil Brasileiro
serenamente nenhum outro lugar.


Parte de mim também é indígena
e convicta sob a Timbaúba florida
tenho razões para me inspirar
seja na terra, na água ou no ar.


Não adianta insistir porque
a minha mente não vai mudar,
e o seu tempo comigo irá gastar.


Sei que tudo e todos passam,
e escolhi não deixar me perturbar
porque tudo e todos vão passar.

A Muirajuba que floresce
também no meu Brasil,
traz a conexão profunda
com a América do Sul,
em dias alegres ou tristes,
Faz lembrar que no coração
floresce sob o céu perenal
com apego e total devoção
a nossa chama austral.


A herança do Sul do Sul;
o olhar de romance
que continua invicto
com um quê de lirismo,
mesmo diante de tudo
isso o quê se passa lá fora.


Tipo pinha plantada
pela Gralha-Azul na terra
assim sigo porque tenho
poesia que não se encerra
sem clamar por plateia.


História viva nas veias,
amor e ternura na memória,
quero crer que se perpetua
forte ti mais do que nunca.

Cultivar a Pátria Brasileira
onde leio e me enlevo
"Sobre a linha das montanhas do Brasil"
de Villa-Lobos,
Assumo ser parte do que levo
da "Aquarela do Brasil"de Ary Barroso,
e a fusão de Samba com batidão do morro.


Ter a honra altaneira das regiões,
dos sinais do tempo que corre nas veias,
E do pertencimento por tudo
aquilo que une e reconhecemos
no trote e no galope que enleia
levando a herança viva campeira.


Não basta querer, e nem sempre ser,
com toda a gente é preciso conviver,
Como quem ainda se senta na praia
para cantar canções de outra e é rendeira,
Que assume que o seu rebolo poético
é a minha magnífica Cultura Brasileira.

Conheço o meu Brasil Brasileiro,


na palma da mão e por inteiro,


Do Maranhão ao Rio Grande do Sul


o meu oceano é o Atlântico Sul.






Seja na terra, na água ou no ar,


o coração por ele bate intocado,


Nutro o romântico e apaixonado,


e não há que seja capaz de desviar.






Se amar é questão de acertar,


nem mesmo a tempestade será


capaz do amor na vida dispersar.






Sempre que quando todos se vão,


a permanência integra ao chão


não me permite jamais a evasão.

Anos em Londres me ensinaram a ler o mundo pelos rostos. Ao voltar ao Brasil, não vi estranheza, vi espelho. Um país inteiro desenhado com os mesmos traços
das etnias que cruzaram minha vida na cosmópole.

O Brasil 🇧🇷
(suas instituições governamentais, jurídicas e o próprio povo brasileiro) tem o dever ético e moral de deixar de tratar o clã Bolsonaro e seus aliados como representantes legítimos de uma corrente ideológica de direita ou extrema direita.


O bolsonarismo, pelo que demonstrou ser ao longo dos anos, ultrapassou os limites da disputa política e passou a simbolizar um projeto profundamente marcado por práticas antidemocráticas, pela violência política, pela disseminação do ódio, pela desinformação e por relações obscuras com estruturas criminosas e milicianas.


A direita e a extrema direita brasileiras,
assim como setores das instituições nacionais (inclusive das Forças Armadas) tiveram suas imagens profundamente manchadas por essa onda nefasta.


Nunca, na história política recente do Brasil,
um movimento produziu efeitos tão devastadores em tantas dimensões da vida nacional: social, institucional, ética, democrática e humana.


E aqueles que continuam sustentando, normalizando ou defendendo esse projeto político tornam-se, de alguma forma, coniventes com tudo aquilo que ele representa.


✍@MiriamDaCosta

... no
Brasil às avessas,
Leis outrora respaldadas
no bom senso - na aplicação
e proteção do que seja o justo,
conciliador - foram reduzidas
a artigos de uso
pessoal!

... vive
o Brasil a sua fase
mais 'kafkiana', em que
o poder não é fundamentado
na retidão e equilíbrio dos
moderados, mas sim na
inépcia e deformidade
dos abusivos!

... o cenário
de terra arrasada que
tomou conta do poder no Brasil,
nos remete à frase do saudoso jornalista
Paulo Francis: "Godzilla sempre morre
no fim, mas causa um estrago
dos diabos"!

No Brasil, tem tanto golpe que até os santos só aceitam promessa com pagamento antecipado.


Benê Morais

Brasil Fiado!


Comprei fiados no Natal,
Ano Novo dobrei os fiados,
no bloco dos endividados,
pularei feliz meu Carnaval.


Benê Morais

No Brasil, cerca de 60 milhões de pessoas dependem de benefícios sociais, excluídos os aposentados. Um pais que se acomoda nesses programas, sem gerar empregos, entra em colapso.


Benê Morais

No Brasil, 60 milhões de pessoas recebem auxílios do governo, excluindo-se as aposentadorias. Um país que mantém tais programas sociais sem promover a geração de empregos está fadado ao fracasso.


Benê Morais

Obrigado aos meus amigos espalhados pelo Brasil - São Paulo, Campinas, Santos, Goiânia, Belém, Recife, Fortaleza, Teresina, Maceió, Natal, Juazeiro, Barbalha, Barro, Aurora, Iara - pelo gesto de solidariedade à Vila Tipi-CE. Que Deus lhes pague.


Benê