Poesias sobre Desilusão
Não sou poeta de caneta, não me inspiro com a desilusão;
Prefiro ter atitude, ser guerreiro de fogo e paixão;
Eu me perdi por entre o desencontro
que pintava a desilusão de um dia amar
alguém...
Talvez, eu tenha alguma indelicadeza
de desencantar ou seja falta
de sorte também!
Mas continuarei a me buscar...
Vai que algum momento
alguém me enxergue
e por mim possa gostar?
O amor me faz um grão de areia me concede a desilusão e me faz participar da solidão;
O amor tem sua riqueza, mas se entrelaça com a pobreza sem se preocupar com olhares impertinentes;
O amor não tem exclusividades, o amor é fogo que arde e não se ver e tudo isso não envaidece;
O amor se perde entre corações que pensava que não podia amar;
O amor corteja a insanidade mudando de ideia todo o plano para não dormir e sermos os mesmos;
Quando tudo se mostrar desilusão cate a primeira pedra para diferenciar suas preferências tão particulares;
Quando não tinha mais os seus espaços que descontrola os meus pingos de chuva, atirando rosas não tão vermelhas para te exaltar como mereces;
Vejo um jeito bom de te encontrar para viver um momento sossegado para beijá-la e vendo a sua felicidade;
Me atiro de onde eu estiver para que em seu corpo eu entenda o meu reflexo em seus olhos;
Não pense na convicção com alguma incerteza
Pois a desilusão espera o seu quase
Para que o seu talvez se transforme
Em uma frustração;
Saiba ter boas escolhas para que
As oportunidades não fujam
E não se dê por satisfeito;
Não acredite na distância, mas sim nos seus sentimentos...
Existente-mente a paixão queima com alguma razão
O amor ensandece por certo motivo;
A alegria das cores estão expressas nas flores.
Em meio a tanta desilusão, nada melhor que flores para aliviar o coração.
A C Meireles.
Muitos desistiram
de encontrar o amor
seja por desilusão,
vulgaridade ou conveniência,
escolhi preservar o coração
para de ti ser inteira.
Quando você vier que
a rotina não confunda,
que o romance seja
tudo aquilo o quê pactua,
sustenta e escreva
olhos nos olhos: o poema.
Ciente de tudo isso,
não tenho nenhuma pressa,
optei não me enganar
por quem não está destinado
a ocupar o teu espaço,
decidi ter calma e esperar.
Rebeliões alheias tenho
abraçado como se fossem
as minhas porque tudo
encaro como preparo
para quando você chegar
nenhum funâmbulo dominar.
Portô um do outro sei
que no dandi acrobático
desta vida assim seremos,
de nós não nos perderemos
e a itinerância acordada
sem interferência traçaremos.
Nem sempre do Jiló e da vida
só se tem amargor e desilusão,
Quando se menos imagina
é possível do Jiló e da vida
fazer um bom doce e poesia.
Acredito
que nem toda desilusão deveria
sujeitar-se à cura; por efeito de um
digamos sutil percentual de incentivos
que carrega... Uma vez que somente
nelaso capaz de nos proteger
de desilusões
maiores!
Receituário íntimo:
... como
um eficaz antídoto
a qualquer desilusão: doses
cavalares de autoestima!
Devolva-se ao prazer
de estar e viversob
a própria
pele!
Minha jornada começa pelo amor,
Mas caminha pelo vão da desilusão.
Perambula pelo perdão, percorrendo os vales do amor próprio.
E a marcha, finalmente é concluída na esperança.
A esperança do amor renovado.
Acreditei no AMOR...
Desacreditei...
Acreditei novamente...
Desilusão...
Nova tentativa...
Sofrimento...
Insistir...
Sangrei até ...
Mas ele veio novamente e como sempre mim machucou...
Enfim de tanta sofrer congelei e descobrir que...
Um coração congelado doí eternamente e nunca mais volta a ser como antes...
Paralisa e fica pedindo a DEUS que pare para descansar...
Parar de sofre...
O cupido nada mais é do que um anjo de coração partido, um espírito que um dia apreciou a felicidade que lhe foi tirada, que conheceu a dor de um amor perdido e aprendeu como é o sofrimento de ter seus sonhos desiludidos.
Hoje ele vaga entre nós atirando flechas e apaixonando casais de mundos completamente diferentes, no intuito de que algum dia eles sintam sua dor.
Antecedente da cicatrização
Como quando a orelha inflama porque o brinco estava um pouco sujo; ou quando colamos o curativo adesivo que fixa na pele de modo a puxar todos os pelos na hora de sair.
Mesmo sabendo que no fim iria doer, provoquei. Botei o brinco pra inflamar, colei o curativo pra fazer doer. Queria viver aquilo, nem se fosse por míseros segundos, minutos, horas, dias. Nem sei mais quanto tempo passei imersa naquela banheira de espumas.
Corria cada vez mais só pra vê-la. Queria era socorro, socorro da própria situação. Socorro de mim mesma. Mas por mais rápido que eu o fizesse, não a alcançava. Dormia sem conseguir descansar. Não sabia como evitar, como não sentir. Era, humanamente, impossível fechar o peito para aquela que, outrora, me visitava com flores e com pele macia a me acariciar.
Deitada sobre seu peito sentia que a perdia. Procurava sua mão. Meus dedos se entrelaçavam nos dela, mas os dela no meu. Ficava ali parada até o momento em que escorria pelo meu corpo. Indo embora sem dizer adeus.
Enquanto eu souber que a ferida não será fechada por completo, vou levando. Empurrando com o resto de forças que sobrara do restante da minha alma, que jorrava água escura, afim de fugir do precipício que eu mesma criara.
Aqueles que nascem para serem sozinhos, não podem permanecer juntos pra sempre
Vivíamos constantemente a buscar razões para seguirmos sós, até que aceitamos de forma iminente nossos destinos enfim
Para deixar de sonhar é preciso muito mais. Muito mais que uma simples desilusão; que uma dor; que uma perda. É preciso mais que um grande amor. Só se deixa de sonhar quando se esquece a poesia; se despreza a vida; se perde o caráter. Sonhar pode ser uma constante descoberta no horizonte infinito das possibilidades; pode ser ouvir a voz da experiência; escutar a melodia do saber. Pode ser compartilhar dúvidas e conhecimento; seguir o ritmo da paciência para dançar com os problemas. Sonhar pode ser tudo isto e muito mais, por isto sonhe sempre e permita que os amigos por ti cativados o ajude a realizá-los, pois, lembre-se, para deixar de sonhar é preciso muito mais!
Acho que ser poeta é isso. Escrever tanto alegria quanto desilusão. Tentar definir o que não tem explicação. Expressar escrito o que não se fala e está entalado no coração. Escrever a alma.
Sinto dor, ódio, tristeza, mágoa, raiva, desilusão, rancor. Esse é o preço que se paga quando se permite amar.
A desilusão traz tantas bagagens do passado que com frequência ocupam o lugar das boas novas. Por isso gosto tanto da esperança, que visita o futuro e quando em vez, de lá nos traz excelentes notícias.
