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Poesias sobre Alimento

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⁠Levíticos 6.13: "O fogo arderá continuamente sobre o altar; não se apagará."

Precisamos estar onde o fogo nunca se apaga.

Os pingos d'água que caem sobre meu rosto são promessas flutuantes, e a própria estrada, uma linha infinita de possibilidades.
Ro Matos

Não é sobre correr mais rápido que os outros, é sobre não parar de correr por mim ♥️
Insta: @elidajeronimo

O LIVRO DOS ESPÍRITOS - QUESTÃO 632.
SOBRE O BEM E O MAL SEGUNDO A LEI NATURAL.


A questão seiscentos e trinta e dois de O Livro dos Espíritos, traduzido por José Herculano Pires, situa-se no âmago da ética espírita, onde a consciência humana é convocada a discernir, com rigor, o bem e o mal. O questionamento é direto: sendo falível, poderia o ser humano enganar-se, atribuindo ao bem aquilo que, em profundidade, é mal?


A resposta dos Espíritos superiores, sintetizada pela remissão ao ensino do Cristo, é lapidar e absoluta: tudo se resume ao critério do que desejaríamos receber. Este princípio, enunciado como medida universal, evita sofismas e protege o espírito contra ilusões morais. O erro humano não se origina na lei, mas na deformação dos desejos e na projecção egoísta das próprias paixões.


A lei natural, conforme elucidada por Kardec em mil oitocentos e cinquenta e sete, é inscrita na consciência. O equívoco ocorre quando o homem, em vez de consultá-la, inclina-se à sombra de seus interesses, perdendo a clareza interior. A ética espírita, entretanto, oferece um método: a diligência reflexiva, o autoexame diário, a comparação entre aquilo que faço e aquilo que gostaria de receber caso estivesse na posição oposta. É um retorno permanente à simplicidade da sentença do Cristo.


A aplicabilidade deste princípio é inalterável. Não depende de época nem de circunstância, pois se funda na reciprocidade moral que estrutura a convivência e regula o progresso espiritual. Toda ação que resiste ao teste da reciprocidade revela-se legítima; toda ação que o reprova denuncia desvio.

O Pensamento sobre as Eras:


​O Passado:O Silêncio Forçado
​Durante séculos, a sabedoria feminina foi confinada ao ambiente doméstico, sob a égide de um patriarcado que via a mulher como coadjuvante. A estrutura familiar era uma hierarquia de comando, não de parceria. O "lugar da mulher" era um conceito geográfico e social rígido, onde o silêncio era a maior virtude esperada.


O Presente:O Despertar e o Atrito
​Vivemos o tempo da transição. As conquistas são inegáveis: ocupação de espaços de poder, independência financeira e o direito à voz. Porém, esse progresso gera atrito.


​A Violência: O aumento visível da violência muitas vezes é a reação desesperada de estruturas antigas que se recusam a morrer.


​A Família e Sociedade: Estamos renegociando o que significa ser família. O desafio atual é equilibrar a autonomia individual com o cuidado coletivo, combatendo o preconceito que ainda rotula a mulher que escolhe caminhos fora do padrão tradicional.

O Futuro: ASabedoria da Integração
​O futuro que o sábio vislumbra não é uma inversão de poder (a substituição de uma opressão por outra), mas a superação do gênero como limitador de humanidade. A sociedade sábia será aquela onde a "conquista" de uma mulher não seja vista como um evento extraordinário, mas como a normalidade de um potencial humano sendo plenamente exercido.


​A reflexão central:


A sabedoria da vida nos ensina que o patriarcado não feriu apenas as mulheres, mas desumanizou os homens ao proibi-los de sentir e cuidar. O Dia da Mulher é o marco dessa correção histórica: uma busca por um mundo onde a força não precise ser violenta e a sensibilidade não seja vista como fraqueza.

O Rio e a Represa: Uma Reflexão sobre a Liberdade Feminina.


​A sabedoria da vida nos ensina que o tempo não é uma linha reta, mas um fluxo.


Se observarmos o patriarcado como uma antiga represa, entenderemos que ele não apenas "organizou" a sociedade, mas represou a potência de metade da humanidade.


Por séculos, o passado foi o tempo do represamento: águas paradas, onde a vida acontecia sob pressão e silêncio.

que exatamente eu fiz de tão grave assim?

Eu realmente teria controle sobre tudo?


Eu cobraria outra pessoa do jeito que me cobro?

“Você devia se cuidar mais.”
“Há um tratamento.”
Sobre mim mesmo eu disse: “Eu nunca me cuidei ou me tratei.”

Eu demorei para entender que minha fé não precisava de moldura. Não era sobre pertencer a um templo específico, repetir palavras decoradas ou provar algo para alguém. Um dia percebi, quase em silêncio, que Deus não estava distante nem escondido atrás de rituais; Ele morava em mim. E quando entendi isso, algo dentro de mim ficou tranquilo, como se finalmente eu tivesse chegado em casa.

Não depender de religião não significa desrespeitar quem encontra Deus nela. Pelo contrário, cada pessoa tem seu caminho, sua ponte, sua forma de conversar com o céu. A minha foi mais silenciosa, mais íntima. Foi no meio das minhas dúvidas, das quedas, das noites em que eu conversava sozinha com o teto, que comecei a sentir uma presença que não precisava de intermediários. Era uma fé simples, quase cotidiana, como respirar.

Eu descobri que Deus aparece quando eu cuido de alguém, quando eu escolho ser justa mesmo sem aplauso, quando eu perdoo, quando eu me levanto depois de um dia difícil. Ele está nos gestos pequenos, nos pensamentos que tentam ser melhores do que ontem. Mora nas decisões que tomo quando ninguém está olhando.

E isso muda tudo. Porque quando a gente acredita que Deus vive dentro da gente, a responsabilidade também muda. Eu passei a olhar mais para dentro, a vigiar minhas próprias atitudes, a tentar ser um lugar bom para Ele habitar. Não perfeito, porque ninguém é, mas verdadeiro.

Hoje eu caminho assim: sem precisar provar fé para ninguém, sem carregar rótulos pesados, mas com uma certeza calma de que não estou vazia por dentro. Há uma luz ali, discreta, constante, que me lembra todos os dias que Deus não está longe. Ele está aqui, comigo, vivendo cada passo da minha história.

Relacionamento 3+1


Se você não entender isso sobre relacionamentos… você vai se frustrar.


Não é falta de amor que acaba com a maioria das relações.


É a incapacidade de lidar com a vida adulta.


As pessoas entram achando que química resolve tudo.
Que vontade sustenta rotina.


Mas não sustenta.


Relacionamento no mundo real exige estrutura.


E existe uma regra simples:
3 + 1.


Primeiro: compatibilidade intelectual.


Se vocês não conseguem se entender no básico, toda conversa vira desgaste.
E onde não há comunicação… o respeito morre.


Segundo: compatibilidade emocional.


É maturidade pra aguentar pressão sem descontar no outro.
Porque ninguém foi feito pra ser depósito de frustração.


Terceiro: compatibilidade sexual.


Desejo. Conexão. Entrega.


Sem isso, vocês são só dois amigos dividindo contas.


Só que a vida não é perfeita.


Esses três pilares nunca vão estar fortes ao mesmo tempo.


Vai ter fase com muito desejo e pouco diálogo.
Fase com parceria, mas sem química.


E é aí que muita gente desiste…


Quando na verdade deveria entender:
os pilares fortes sustentam a relação até os outros se alinharem.


Mas tem um quarto fator.


O mais importante de todos.


Alinhamento de rota.


Porque não adianta se gostar…
se um quer crescer e o outro quer parar.


Se o futuro não é o mesmo, o relacionamento vira peso.


E mais cedo ou mais tarde…


alguém afunda.


Isso não é sobre romance.


É sobre realidade.

“Aprendemos coisas
que não sabíamos sobre
— o amor e agora —
estou aqui quando você
quiser falar comigo.”

Algumas pessoas não querem somar na sua vida, querem apenas o controle sobre ela. Elas destroem a sua paz e te prendem em explicações sem fim, só para testar até onde vai a sua 'coleira'.


Maturidade é entender que quem não tem futuro para oferecer, oferece caos. Quando as atitudes são instáveis e as desculpas são vazias, afastar-se não é orgulho. É a única resposta lógica.

O erro comum é tratar a Bíblia como um livro que fala apenas sobre Deus. Ela fala também sobre você. Sobre seus mecanismos internos. Sobre seus padrões de fuga, de orgulho, de medo, de negação. Os personagens não são apenas figuras históricas. Eles são arquétipos psicológicos. O traidor vive em você. O justo vive em você. O covarde vive em você. O fiel vive em você. E o conflito entre eles é diário.


Quando alguém afirma que sua interpretação é a única correta, essa pessoa revela mais sobre sua necessidade de controle do que sobre o texto em si. A Bíblia não se submete ao ego humano. Ela o atravessa. Ela o expõe. Ela o relativiza. Não existe leitura neutra. Toda leitura passa pelo filtro da história pessoal, das feridas, das crenças, das defesas. Por isso, duas consciências diante do mesmo versículo jamais estarão no mesmo ponto.


Isso não significa que tudo é relativo ao ponto de não haver verdade. Significa que a verdade é grande demais para ser capturada de uma vez só. Você acessa fragmentos conforme sua capacidade de sustentar aquilo que vê. O arquiteto do universo não errou ao fazer assim. A perfeição não está na rigidez. Está na adaptabilidade simbólica. Um texto que ainda conversa com você milhares de anos depois não sobreviveu por acaso.

Sobre olhares navegantes ilusões...
São prestes a harmonia virtuosa...
Clarividente são as brumas reluzente de Paranapiacaba...
Ar de mistério místico e maravilhoso dos artesãos que vende sua arte contemporânea...
Velha estação de trem carrega seus fantasmas do passado.
E um relógio que atravessa as épocas com encanto da bruxaria...
Cachoeiras desafia nossa imaginação e detalha, há águas puras da natureza.
Os eventos festivos movimenta a pacata cidade. A fruta que amor da cidade e o cambuci ate cachaça tem....
Doces de cambuci. Famoso sorvete de cambuci.

Se o arrependimento matasse,
não restaria sopro algum sobre a terra —
nem vento, nem voz,
apenas o silêncio pesado
de tudo o que poderia ter sido diferente.


Carrego comigo essa estranha sina:
a de nunca pisar sem antes duvidar do chão,
a de nunca falar sem antes ensaiar o eco do erro.
Cada gesto meu nasce já cansado,
como se soubesse que será revisto,
revirado,
remoído até perder o nome.


Penso antes, durante, depois —
e, ainda assim, falho na paz.
Há sempre um segundo pensamento
que corrói o primeiro,
um sussurro tardio que diz:
“não era isso”,
“não assim”,
“não deveria ter tentado”.


Minhas palavras saem vestidas de despedida,
como se cada uma carregasse em si
um pequeno morrer —
o morrer daquilo que poderia ter sido dito melhor,
ou calado por inteiro.


E então me recolho,
refaço diálogos que já não existem,
reescrevo frases em um tempo que não volta,
tentando salvar, em atraso,
o que nunca esteve seguro.


Se o arrependimento matasse,
eu já teria partido incontáveis vezes.
Mas permaneço: erguendo versões de mim
sobre os escombros do que pensei ter errado,
pintando o quadro da aquarela de meu engano e soprando o vento do meu amago.


E, ainda assim,
há um sopro teimoso em mim
que insiste em continuar,
mesmo sabendo
que amanhã também haverá dúvida,
e então depois,
e depois.

Às vezes eu quase te conto
sobre os abismos que carrego no peito, mas tenho medo que o peso das minhas marés
afogue a leveza do teu sorriso.


Não é tristeza,
é intensidade demais
para um mundo que ama raso.
Eu sinto fundo, eu amo largo,
eu me entrego sem margem
de segurança.


Sorrio para todos,
mas é você
quem percebe quando
meu olhar se perde.
Você não entende cada
silêncio meu
— e mesmo assim, fica.


E é por isso que eu te amo:
porque não tenta me consertar,
apenas me abraça como quem diz
“eu não entendo tudo, mas escolho você.”

Porque amar nunca foi sobre equilíbrio, foi sobre entrega —
e eu sempre te amei
com tudo que o mundo nunca viu.

Você é um enigma deixado sobre a mesa do meu peito, uma caixa antiga sem manual, cheia de símbolos que não se repetem.
Cada gesto seu muda a ordem das peças, e eu quebro a cabeça, não por falta de entender, mas porque decifrar você exige mais sentir do que pensar.

O Nosso Verão


O sol caía como ouro derretido sobre nossas peles,
E a brisa trazia cheiro de mar e de mangueira,
Risos escorriam pelos becos da cidade antiga,
Enquanto a música do verão tocava em cada esquina.


O vento embalava histórias que ninguém contava,
Veleiros de papel flutuavam nos rios da lembrança,
E nossas mãos, cúmplices, desenhavam no ar
Mapas secretos de cidades, de amores, de esperanças.


As cores do entardecer tingiam nossas sombras,
Laranjas, violetas e vermelhos de promessa,
Enquanto o cheiro de café e pão quente da rua
Misturava-se ao perfume dos nossos sonhos.


Mesmo quando o inverno tentou apagar a memória,
O calor voltou em lembranças de ruas e risos,
Guardando o nosso verão em versos e saudade,
Como quem transforma o tempo em poesia viva.

Fúria! Todos procuram defeitos para atirar pedras sobre mim, mas nem mesmo me procuram para saber sobre mim!


Acaso és perfeito, oh, julgador? Por que não crucifica a si mesmo? Pois apenas olhas a trave dos mais fracos, impiedoso!


Dizes tu que queres ajudar-me com críticas que ferem como espadas de dois gumes? Portanto, eu te afirmo: Médico, cura-te a ti mesmo!!