Poesias sobre a Cultura Indigena
1a. aula sobre cérebro: Mentes se dividem em 2 categorias: as preparadas e as popozudas. As mentes popozudas um dia terão de ser preparadas; as preparadas jamais voltarão a ser popozudas, apenas.
“Observo o mundo contemporâneo onde a cultura do ter, invade o espaço do ser, já fui tentado, e tentei conquistar muito para dividir com quem tinha de menos, e perdi, o bem maior que eu tinha, a liberdade. Quando eu a perdi descobri a verdadeira liberdade, de pensar, sonhar e lutar de forma livre, ser livre é estar preso á valores como: respeito, solidariedade, amor a vida e acima de tudo ser temer a Deus”
Tem muito homem baixa renda se inspirando no polígamo Mr. Catra. Estamos num país de cultura predominantemente brasileira e não árabe, logo, para manter um 'harém' é preciso ser bem mais do que um bom 'comedor'. Esse estilo de vida requer que o homem tenha muitas posses, e não somente virilidade, porque tem que ter bala na agulha para prover as necessidades de todas as mulheres, filhos, enteados e agregados. Será que o Brasil se transformou numa nova versão de país muçulmano? Isso aqui virou o quê? Arábia Saudita? É muito homem noveleiro se achando Cadinho, só pode!
"A vida é importante: A arquitetura não é.Até é bom saber das coisas da cultura, da pintura, da arte.Mas não é essencial. Essencial é o bom comportamento do homem diante a *Vida*
Eu, Marisa Monte, Niccolo Maquiavel, Dan Brown pensadores de várias épocas, eu carrego a cultura na pele.
A inovação e o ajustamento das artes na verdadeira cultura brasileira devem sempre estar ligadas as politicas publicas de educação, de cultura e o fomento a maiores oportunidades profissionais, embasando se na coerente e ativa cidadania cultural, responsabilidade social e fortalecimento da identidade nacional.
Cada ser tem o seu valor; não pelo seu status social, o local onde mora, a sua cultura, beleza, bens ou sucesso alcançado… Cada ser tem o seu valor na essência, no amor sem preconceito, na bondade, na caridade e principalmente no reconhecer que somos iguais, estamos todos de passagem na terra, temos uma única vida propensa às vitórias e derrotas… A diferença está na razão que cada um dá a sua vida e como olha para o outro… Sem preconceito!
Algo anda mal na cultura de um país se os seus artistas, em lugar de se proporem mudar o mundo e revolucionar a vida, se empenham em alcançar proteção e subsídios do governo.
Um governante que antagoniza os pobres, os povos indígenas, a cultura nacional, bem como os defensores da liberdade, do meio ambiente e da igualdade de direitos não pode entender de Brasil, muito menos de democracia.
Existe em nós uma tendência de querer agradar a nós, aos outros e à moral de nossa cultura. Com isso vamos gradativamente nos perdendo de nós mesmos.
A democratização da cultura é sempre uma política autocastradora. Num primeiro momento ela consiste em distribuir entre as massas os bens culturais mais altos antes desfrutados só por uma elite, mas logo em seguida as massas não aceitam mais os bens culturais escolhidos pela elite e passam elas próprias a escolher os bens que desejam. O resultado é que voltam a consumir os mesmos bens inferiores que recebiam antes da democratização, ou outros ainda piores. Os bens mais altos voltam a ser privilégio de uma elite, não porque sejam sonegados às massas, mas porque as massas não os desejam. Isso é universal e inevitável.
A cultura minimalista é um caminho sem volta para uma sociedade mais equilibrada e com menos desigualdades.
A cultura do candomblé com suas energias primais de resistência faz parte indivisível da rica diversidade cultural brasileira e nunca deve ser vista como uma religião ancestral africana.
Algumas das melhores conquistas da cultura não são ditadas pela necessidade, e sim pelo apuro estético, por valores subjetivos, pelo refinamento.
Promiscuidade, avareza, aversão à cultura, deslealdade e apatia. Essas são as características dos jovens da minha era.
A cultura é um fator crucial para o ser humano. Pois é através dela que encontramos as várias expressões artísticas, presentes na homologação dos indivíduos e grupos sociais.
Se a cultura brasileira for levada a serio pelo governo cultural como ferramenta ágil de educação, inclusão, civismo e cidadania resultará em votos em todas as suas múltiplas plataformas. O que a cultura nacional não quer, é se sentir esquecida e vendida a um preço baixo camuflado por agentes politiqueiros alienígenas que vivem por oportunismo no entorno do meio que só aparecem nas proximidades de eleição. A politicagem partidárias é a contra-mão da vocação da cultura, que privilegiam fantoches de gabinetes escolhidos sem critério e esquecem da população criativa que distingue diuturnamente a imensa diversidade artística e cultural da nação.
Quando se estabelece a cultura de Coaching dentro da empresa, se desenvolve primeiramente a arte de ouvir para entender o que é dito e principalmente, para detectar o que não é dito.
“A filosofia exige não apenas uma cultura amadurecida, mas também uma experiência espiritual desenvolvida até sua maturidade.”
A arte e a cultura brasileira não pode se calar ou desviar suas criações para um local feliz abstrato, inverídico, do faz de conta. A arte e a cultura deve ser participe se nas lutas contra as violências urbanas das periferias e os vergonhosos atos criminosos anti democráticos que fragilizam toda nossa sociedade. A cidadania artístico-cultural não é hoje uma postura diletante, é sim mais uma voz dentro das plataformas criativas exigindo mudanças e amor pelo local que se vive. A arte sem o engajamento sócio-politico do que acontece, é uma plataforma alienada, decorativa e triste.
