Poesias sobre a Cultura Indigena

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⁠O "vício" das pessoas tolas: — Falar sobre o que desconhece, fingir Amar o que não ama, e, não calar-se quando lhe é dado a oportunidade.

Não é sobre apontar o dedo ou achar que o outro é "falso", é sobre observar o esforço hercúleo que as pessoas fazem para caber em um molde de "perfeição" ou "utilidade", enquanto a essência delas — a parte original, crua e erronéia — fica escondida, pedindo socorro.

A tarde era um cálice demarrado sobre os campos verdejantes de ramagens escarlates na boca que pronuncia a verdade sublime no instante exato de brilhar estrelas no céu e suas grandes constelações. E eu diria que seus olhos são dois abismos onde a eternidade repousa em minha memória densa de lembranças esquecidas, pois passa rápido a vida e as mãos desconhecem despedidas se acenam e não seguem em frente. Paradas, absortas no esvair de uma saudade abstrata, cuja raiz pousa os pés na terra vermelha e nascem constatações intermitentes, pois afirmar pode ser uma forma de negar indubitavelmente. E tudo é sempre mais do que parece ser, quando bem me faço entender, se a lógica diz e cala na escuridão da sala. A memória é um jardim de estátuas cobertas de musgo, já que a ação inexorável do tempo envelhece artefatos humanos enquanto a natureza cresce para além de si mesma em sua opulência e grandeza. O perfume dourado das magnólias adormece o crepúsculo e eu busco um impulso para encarar a noite e suas torrenciais correntezas. Ao ouvir o azul da tarde a doçura prateada da lua adormecia na perspicácia dos centros comerciais onde tudo tem um preço, até mesmo esquecer tinha a moeda do tempo no silêncio macio de sol envolvendo pensamentos na arquitetada paisagem da cidade planejada em minúcias para muitos e para poucos, quando se janta o almoço, em um alvoroço de viver freneticamente enquanto ainda temos um corpo. A aurora despertou lentamente os montes adormecidos e no café quente do copo eu questionava os minutos de sossego na inquietude melódica do dia a espraiar certezas vagas como um relógio antigo há muito tempo atrasado. Mas porque comer o passado se o presente tem sempre novos recomeços e a ternura genuína dos afetos alcançam glórias humildes no aconchego de um dia feliz?

"A verdadeira liberdade financeira não é sobre ser rico, mas sobre ter controle sobre suas escolhas." — Laerson Endrigo Ely em Método R.E.N.D.A. de Investimentos

A tarde alastrava sobre as várzeas encantadas e as almas vagavam na claridade sagrada das catedrais construídas com trabalho escravo, na vasta aragem a se espraiar nas páginas da eternidade. Eu me questionava quem fica e quem parte, quem é inerente e quem já vai tarde, pois acordei e a lógica me olhava atenta e me entreguei à razão, que muito sabe dos dividendos, a cobrar a velocidade do vento. A névoa alaranjada abraçava a paisagem abandonada de seres que não são mais nada. A chama da palavra rasgava a calma da alvorada. E muito mais eu pensava se na vida há quem permanece e na estrada muitos se esquecem. Era minha reflexão nas flores orquídeas de minha constatação. E deixo passar suave, sem alarde, quem parte. E me sinto mais serena se sei em quem depositar meus vales verdejantes nas colinas de ramagens esvoaçantes na exuberante luminosidade da tarde. Entre templos silentes, o azul tece preces de um tempo ascestral e me conduz ao natural elemento da natureza onde mora a certeza da sinceridade, pois tudo cresce no seu tempo. A essência perene desce lentamente pela veredas e eu me entretenho com segredos entre espelhos, que refletem nosso estado de espírito quando o crepúsculo veste a pele das serras e escurecem ecos celestes que percorrem vertentes. E cada verso fala em despedida se nunca sei o caminho da vida, mas o brilho invisível dos lírios se dilui, em sinos antigos que cintilam na vigília da alma em estado de perene calma. O passado se lembra sem viver, pois é uma forma de regresso e eu escolho seguir em frente, sempre em frente, pois a íris exibe caminhos de abundância em quem segue adiante. O meu boi morreu, o que será de mim? Manda buscar outro, oh maninha, lá no Piauí. Minha vida segue em cantiga de roda e eu mesma traço a minha rota. Eu sou meu poema autoral que nasceu na aurora boreal. Eu traço no infinito o meu próprio destino. Sempre em frente, sempre em frente.

Cada vez que o maçom participa dos trabalhos em Loja, ele é convidado a refletir sobre a construção de seu próprio templo interior

Sobre o sono da morte, Inferno e Paraíso. Ninguém está no Inferno, quando a pessoa morre ela dorme. Quando Jesus voltar vai ressuscitar os salvos que dormem no pó da Terra. Se os mortos fossem direto pro Paraíso não precisaria Jesus voltar. O ladrão na cruz acordou no Paraíso.

Sobre a Eucaristia / Santa Ceia do Senhor nas igrejas cristãs, eu acredito que após a oração e consagração o pão e o vinho se torna algo santo.

Sobre Jesus ser magro ou não, forte ou não. Lembrem-se que Jesus era carpinteiro, imagina o peso das madeiras daquela época, materiais, o serviço braçal. E os homens de antigamente eram mais fortes, mesmo os mais franzinos. Os de homem de hoje tem mais estética, mas, menos força

Sobre namoro, noivado e casamento. Você deve relacionar por amar, por ser boa companhia, prazer satisfatório. Dinheiro nunca deveria entrar na pauta de relacionamento, afinal, o juramento é na riqueza e na POBREZA.

Agora somos eu e você...amanhã já não sei o que fazer sobre esse breve estado de "nós". Ainda não aprendi a sentir sem me deixar levar.

Muitas vezes, a vida não nos oferece clareza sobre quem seremos, mas nos concede discernimento para reconhecer aquilo que jamais deveríamos nos tornar.

​"A zombaria e a humilhação que você lança sobre o outro nada mais são do que o reflexo da sua própria fraqueza; o verdadeiro poder não está em diminuir ninguém, mas em ter um coração limpo e a coragem de estender a mão."

Eternamente eu irei para o banho e o shampoo estará no fim. Então escreverei sobre a minha desgraça, e, depois, escreverei sobre os meus escritos, eternamente. É a tirania do momento. Este instante foi, é, será toda a minha vida. É a consciência do limite, que não pode ser ultrapassado. O momento não termina nunca, por isso é muito difícil de ser percebido.

Quanto ao que os apóstolos escreveram sobre Jesus, será que ele disse tudo o que eles afirmaram? Ou terá dito uma parte? Ou não disse nada daquilo? Ou ainda ele poderia estar se referindo às lições do tio Bantuf. Em verdade, acreditamos no que agrada aos nossos preconceitos. A verdade é o que parece verdade.

Te incomoda me ver vivendo? Não me importo, porque uma vez eu falei sobre o que me incomodava e você também não se importou.

Não há dificuldade em se entregar à dor. Mas a covardia e a coragem andam sobre uma linha tênue. De um lado, a negação; do outro, a compreensão.

As palavras mais bonitas que dirão sobre você talvez só apareçam quando você não estiver mais aqui para ouvi-las.

Há algo errado quando você sabe tudo sobre quem aparece nas telas, mas quase nada sobre Aquele que sustenta a sua vida todos os dias.

Gosto de me debruçar sobre biografias daqueles que criaram caminhos... Que fizeram e fazema diferença, se colocando como agentes de transformação de realidades - com a certeza de que o pódio é um lugar chamado dignidade, honradez... Que fazem do propósito - que é dado por Deus - a base primeira dos seus sonhos.