Poesias sobre a Cultura Indigena
São poucos que possuem meu lado divertido, sorridente e nesse ano tornaram-se ainda mais raros. Como Saramago eu também não possuo o hábito de tentar colonizar o outro. Há certas fronteiras que considero inadmissível ultrapassar. Não há diplomacia quando a cultura do outro invalida a sua. Aceito experiências, câmbios, parcerias... mas jamais tolerarei submissão aos costumes dos outros. Há muitas pessoas de alma corrompida, mascarando com organização a sujeira que tem preguiça de limpar.
"Não precisamos construir muros para reafirmar nossa intolerância e nossa incompetência de conviver em sociedade. Precisamos erguer pontes para chegarmos até o outro, sem medo de compartilhar nossa humanidade"
Não precisamos estampar em camisetas, nem tatuar na testa o nosso inarredável compromisso com a honestidade; quem nos conhece sabe do nosso amor a cultura da honestidade.
Ser cosmopolita não significa abrir mão de sua identidade. Cidades prósperas são cosmopolitas e não abandonam as suas tradições e a sua cultura. A tradição parte dos valores e dos costumes que são passados de geração em geração. A cultura fundamenta-se a partir do entendimento sobre os valores, crenças, línguas e linguagens desenvolvidas.
Preservar o patrimônio imaterial é de fundamental importância para sociedade, por preservar sua identidade cultural e histórica.
O historiador, através do pensamento crítico e da narrativa, não só preserva e interpreta o passado, mas também influencia diretamente a formação cultural e o desenvolvimento das regiões, ajudando a construir uma sociedade mais consciente e informada.
O poder do ambiente define por exemplo se o som de helicóptero te causa medo e alerta por algum criminoso estar à solta, ou alívio porque seu táxi aéreo está prestes a te levar pontualmente para uma reunião.
Em termos culturais, os antes invisibilizados estão tão visíveis que sua presença massiva (logo, e tome um absurdo ou uma redundância: opressora) já cria novos invisibilizados.
Gostem ou não, a arte é uma instituição burguesa e o que chamam de “crise da arte” nada mais é do que uma crise do Habitus burguês.
O Manguebeat é o último grande movimento cultural brasileiro. A miscelânea rítmica entre o nacional e o internacional, projetou esse movimento pernambucano pelo mundo. A temática original do movimento é a sua maior riqueza. A década de 1990 viu o nascimento desse último grande movimento e toda a sua autenticidade.
"Reconheça tua origem e valorize tua identidade; num mundo superficial, é a garantia que temos para saber que somos nós mesmos."
Isso repousa na crença no poder normativo da inteligência, e esse poder é uma ilusão. Decorre, aliás, da tradição aristocrática da cultura, que supõe deverem os não-cultos submeter-se, naturalmente, ao governo tutelar dos cultos, para que a sociedade seja harmônica - A OFENSIVA REACIONÁRIA
Rasgo meu coração, para jorrar o sangue da liberdade, adubado com o fermento da coragem em expressar admirações profundas a quem merece receber flores em vida. Teófilo Otoni é terra de talentos culturais, e como menestrel do Vale do Mucuri, deixo minhas palavras de chilreio em prol da cultura da paz e do amor verdadeiro em prol do humanismo exacerbado que aflorou na sociedade para calcificar o vírus do ódio a fim de ceder lugar ao cromossomo da cultura da paz.
Só falha quem faz, quem não faz não falha..... Em tudo na vida só cresce quem tenta, aqueles que não tenta fala que É sorte de quem tentou.
A Guerra Cultural não visa apenas conquistar bens e territórios, mas, sobretudo, a mente, a consciência e o espírito dos seres humanos.
Que cada obra, cada verso e cada melodia de Novo Ano nos lembre do poder transformador da arte e da cultura em nossas vidas.
Conheci 3 tipos de comunistas ao longo da minha vida: a alma dominantemente invejosa que deseja destruir os outros; a alma impulsivamente altruísta que tem sede de justiça e pouca reflexão; e o psicopata, que instrumentaliza os outros dois.
É comum formarmos círculos de amizade com pessoas que compartilham nossos valores, ideias e preferências. Muitas vezes, isso resulta na criação de uma bolha social, que pode ser confortável, mas também limitadora. No entanto, a verdadeira riqueza da experiência humana está na diversidade, seja de pensamentos, culturas ou estilos de vida. Conviver com pessoas diferentes de nós, mesmo que haja divergências, amplia nosso olhar e nos proporciona crescimento pessoal. A pluralidade fortalece o tecido social e nos torna mais empáticos e verdadeiramente humanos.
