Poesias sobre a Cultura Indigena

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⁠Me conta...

Me conta sobre os teus dias, me revela os teus segredos compartilhados a noite com as estrelas,
Me conta o que os meus olhos não conseguem ver olhando para ti, uma simples poeira pra você pode ser um caminhão de alívio pra mim,
Me conta quem é essa menina linda e cheia de graciosidade que certo dia eu a vi passar e hoje quero tanto descobrir os sins que a agrada,
Me conta sobre os teus dias, eu quero ser capaz de compreender o teu mundo para poder te oferecer o que a de melhor dentro de mim.

Inserida por Ricardossouza

Beijo essencial

⁠Eu te avisei sobre os benefícios que o nosso primeiro beijo teria em nossas vidas,
Brincamos de ser inocentes mesmo sentindo as faíscas saindo em cada aproximação,
O teu beijo é magico é transformador, me faz perceber o quanto é importante a mudança de hábitos antes comuns e ao mesmo tempo me conectam ao teu mundo aonde só reflete amor,
A cada beijo o meu coração senti o impacto, o meu mundo descobri uma nova realidade, as vezes me sinto uma cobaia perdida em meio as emoções, mas logo respiro aliviado porque sei que em cada beijo teu eu recebo a essência da nossa história. ⁠

Inserida por Ricardossouza

Sem teu Sol

⁠Caminhando sobre o lago congelado coberto com uma camada fina de gelo em meio a neve e sendo observado por uma alcateia de lobos, pude perceber quanta falta faz estar ao teu lado, abaixo do teu Sol.

Inserida por Ricardossouza

Deixando para trás...

⁠Nunca vi nada igual.
As nuvens passavam rápido sobre o berço da imaginação,
Uma montanha rochosa com picos pontiagudos, aos seus pés enormes pinheiros,
A temperatura abaixo de zero identificava o grau de dificuldade proposto,
Eu e a minha mochila não parávamos éramos incansáveis na realização de alcançar os nossos desejos,
Uma parada repentina, entre um lince e um lobo, resolvi descer pinheiros a dentro me debatendo e freando a queda abraçando os galhos como dava,no final da colina já livre do perigo, me vi de braços abertos deitado acima de um rio congelado olhando para o céu dando várias gargalhadas,
Recomecei minha subida de onde havia perdido algum tempo me recuperando do tombo, logo estava alcançando o terceiro e último estágio de uma difícil caminhada em direção ao topo da minha própria montanha,
Daqui de cima vi muito do que antes ficava escondido entre as sombras das árvores,
Abri a minha mochila e tirei alguns retratos, com a força dos ventos todos se espalharam com a paisagem e ficaram invisíveis, retirei também um livro com poucos capítulos melancólicos e os recitei bem auto para nos abismos entre as montanhas eles encontrarem o seu devido lugar, agora estou retirando duas pedras pesadas e aqui no cume irei deixar, uma me trouxe muitas dores a outra me trouxe muitas perdas, não há melhor lugar para elas serem lapidadas e esculpidas pelo tempo,
A noite esta chegando é hora de ascender uma fogueira, amanhã sinto que será um dia lindo, pela manhã irei partir.

Inserida por Ricardossouza

⁠Dedilhado na guitarra


A minha guitarra fala palavras doces sobre nós,
As notas tocadas são exaladas com sabor de mel,

Em cada dedilhar na guitarra o som de amor se expande levando a nossa história para os que amam e os que desejam amar,

Quando eu toco intensamente os nossos dias e momentos únicos, eu sei que a minha guitarra faz você sonhar, te leva nas nuvens, eu sinto isso,

Dedilhar na guitarra eleva a sinfonia dos nossos corações, fazem eles vibrarem na mesma sintonia.

Inserida por Ricardossouza

⁠Sabe, gostar de alguém, no fim, é sobre se deixar ser possuído, como se render-se fosse a única coisa possível.
Aos momentos bons, aos momentos ruins.
Com a pessoa errada, cinqüenta minutos de solidão, dez minutos de alegria.

Inserida por Loren_Esmeralda

Um livro relata a visão de um autor sobre fatos ou ficções diversas.


Filmes e encenações ainda que destes mesmos livros, saindo dessa única definição, mostram não apenas visões, mas as cores, olhares e sentimentos sendo expressos, tudo em um conjunto harmônico e cuidadosamente selecionado, nada em acaso e chegando à perfeição; arrancando lágrimas ou risadas quando escolhidos e montados com o cuidado correto..


Essa, é uma arte final fantasticamente singular, única e irresistível!

Inserida por Loren_Esmeralda

Paraísos

Debruçado sobre a varanda do meu quarto de hotel, começo á prestar atenção em cada detalhe daquele belo lugar, percebo cada movimento da lua e sua influencia sobre o mar; vejo as ondas golpeando fortemente os pequenos barcos de pesca atracados; continuo olhando admirado para o mar quando acontece o inusitado, alguns golfinhos começam a dar várias piruetas com muita energia e alegria, foi uma apresentação ao vivo digna de arrepios e lágrimas, acredito que nem o canto das sereias conseguiriam acalmar a euforia dos saltos ornamentais dados por eles. Passado o show gratuito dos golfinhos, o vento começou a bater forte balançando os coqueiros que cercavam o hotel, as cortinas do meu quarto começaram a dançar sem o passo certo e as janelas não paravam de bater, algumas meninas que caminhavam no deck paralelo a orla foram obrigadas a segurar seus vestidos afinal de contas não estávamos em uma praia de nudismo; esse cenário surreal, porém verídico foi presenciado em uma daquelas belas praias de Natal, tudo que presenciei parecia um sonho; posso lhes assegurar que nenhum pintor famoso teria a capacidade de desenhar as imagens perfeitas que meus olhos tiveram o privilégio de apreciar. Existem diversos paraísos escondidos do nosso cotidiano como esse espalhados pelo Brasil e mundo á fora, não sei quantos deles nessa vida irei desbravar, só posso dizer que tenho força, coragem e muita vontade de viver essa experiência de visitar lugares como as praias Maragogi, de Fernando de Noronha, da Bahia, do Ceará,ou pisar na neve do chile, da china, que tal caminhar nas montanhas da Islândia ou talvez no solo vulcânico do Japão; sim; são incontáveis os paraísos na terra, peço ao meu Deus que me dê oportunidades para realizar esses sonhos por toda minha vida.

Inserida por Ricardossouza

Deixa

Deixa
Deixa eu escrever sobre nós, trazer nossas lembranças a tona;
Deixa eu contar nossa história sem incluir os acontecimentos que quase nos derrubaram;
Deixa eu procurar nas minhas memorias os momentos mais gostosos de nossas vidas;
Deixa eu explicar para o mundo como eu descobri e acredito em você;
Deixa eu mostrar em versos quem é você na minha vida;
Deixa eu revelar, publicar o espaço que você ocupa no meu universo;
Deixa eu oferecer os meus aplausos, o meu coração e o meu amor em forma de poesia.

Inserida por Ricardossouza

Faça por onde...


Acalma-te coração, mantenha a pressão sobre controle;
Coloca-te no lugar do outro, busque a compreensão;
Confia na espera, nela estão as melhores decisões;
Ofereça a escrita de uma nova história, sem olhar para trás;
Mexa-se, prometa para si mesmo que lutará contra a força dos ventos contrários, caminhará contra o poder do tempo e fará as mudanças possíveis e impossíveis para ser merecedor, de viver um grande amor.

Inserida por Ricardossouza

Admiro


Admiro as pessoas que tem a sensibilidade de aprender com as lágrimas sobre as coisas que machucam o coração e ao mesmo tempo sabem lidar com isso.
Muitas vezes as lágrimas vêm acompanhadas de sorrisos ou de um enorme pacote de alegria, elas são solidárias com os românticos e rudes com os tolos.
Admiro as pessoas que valorizam o esforço das lágrimas em nos explicar algo que está acontecendo conosco, pois elas tem intimidade e muito respeito com os nossos valores, momentos e sentimentos.
Admiro as pessoas que através das lágrimas enxergam luz aonde está escuro, sentem calor, aonde está frio e conseguem com as experiências e o sofrimento, refletir esperança e amor.

Inserida por Ricardossouza

⁠Nevoeiro

Uma ponte suspensa sobre um precipício,

sua metade coberta por um denso nevoeiro,

a ultima estação é logo a frente uns dois quilômetros,

o trem vêm galopante, frenético,

antes do nevoeiro a uma estação,

Devo descer ou seguir em frente?

Inserida por Ricardossouza

⁠Gotas


Gotas de chuva caem sobre o espelho mas não conseguem limpar o coração,

gotas de chuva caem como lágrimas mas não conseguem lavar os sentimentos,

gotas de chuva caem sem parar formando um rio, porém não tem o poder de penetrar na alma.

Inserida por Ricardossouza

⁠No aguardo

Um beijo foi jogado aos ventos e na sua passagem demorada sobre o mar apenas os olhares da lua o acompanharão,

Do outro lado do oceano, sem hesitar impulsionada pelos desejos pavimentados e a felicidade impetuosa, a minha amada resiste com o seu rosto umedecido por lágrimas.

Inserida por Ricardossouza

⁠O imitador


Sobre a ironia da água e do fogo, da luz e da escuridão e do caos e o conforto,

o leão parecia rugir auto de cima da colina, pois o sorriso das hienas havia sido consumido pelas sombras do seu caminhar,

aos olhos atentos da grande árvore , a brutalidade e a carnificina deixaram memórias feridas, paredes silenciosas foram ganhando forma,

um urso pardo aparece e tenta gozar da caça abatida, mas o leão volta a rugir alto espantando o amedrontado urso,

a noite é o azar de quem teve muita sorte durante o dia, cansado o leão dorme de barriga cheia nos galhos da árvore,

amanhece, um lobo solitário e voraz é visto abocanhando a caça e logo é surpreendido e expulso pelos rugidos ensurdecedores do leão com olhares da cor do inferno,

o leão desse a árvore pela última vez e degusta freneticamente da sua caça e após uma bela refeição ele bate suas asas e segue seu voo em direção a uma nova e intrigante aventura de sobrevivência na selva, mas antes de partir o corvo imitador de demônios da seu último rugido amedrontador.

Inserida por Ricardossouza

“Quando o Mármore Respira”
- Camille Marie Monfort.
A noite se desdobrou sobre o cemitério como um véu de penumbra.
As árvores — velhas sentinelas balançavam suas copas como se quisessem abençoar ou advertir o homem que caminhava sem rumo.
Joseph trazia nas mãos um círio aceso. A chama, tímida, tremia — como se reconhecesse o frio que saía das tumbas.
Parou diante da lápide de Camille.
O nome dela — Camille Marie Monfort parecia gravado não em pedra, mas em sua própria consciência.
Sentou-se. O vento lhe tocou o rosto como um hálito que vem de dentro da terra.
— Camille… — murmurou — se foste tu quem morreu, por que sou eu quem não vive?
O círio oscilou.
Um perfume leve, impossível de identificar, espalhou-se no ar.
Não era de flor era de lembrança.
Então ele ouviu ou julgou ouvir uma voz.
Suave, distante, atravessando o tempo:
“Joseph… tu não me mataste. Apenas esqueceste que o amor, quando não cabe na terra, precisa aprender a ser silêncio.”
Joseph estremeceu. As lágrimas, frias, desciam como se fossem do túmulo para os seus olhos.
A voz continuou, agora mais perto:
“Foste tu quem me libertou do peso do corpo, mas foste também quem me prendeu ao eco do teu arrependimento. Não chores por mim — chora por ti, que ainda não sabes morrer o suficiente para me encontrar.”
Ele caiu de joelhos, com o círio apagando-se entre os dedos.
O vento cessou.
Por um instante, o cemitério inteiro pareceu respirar.

Camille estava ali não como lembrança, mas como presença.
O ar se tornou denso, quase luminoso.
E Joseph, tomado de uma febre serena, sentiu que a fronteira entre o delírio e o mediúnico se desfazia.
— Camille… és tu?
— Sou o que resta de ti, Joseph.
O homem sorriu, num gesto de quem reconhece a própria condenação.
E o silêncio os envolveu não como fim, mas como pacto.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Vivemos tempos de modernidade sombria. O
espectro do fundamentalismopaira sobre a liberdade. Pensar sóse for de acordo com os cânones religiosos ou politicamente corretos dos néscios irresolutos.
Decoram-se meia-dúzia de certezas e saem
os espadachins da obtusidade insana a nos pregar
a única liberdade que conhecem: a do não pensar.
"Sois livres desde que siga-nos sem questionar", propagam os ditadores da liberdade. Quero-vos longe.
Sou livre para escolher meu insensato devir. Vade retro.

Inserida por zatonio

A VIGILÂNCIA SERENA SOBRE O QUE JÁ FOI SUPERADO.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro.

A reflexão que afirma que alguém não deve tropeçar no que já está abaixo de si não é um chamado ao orgulho, e sim um convite à brandura interior. O que está abaixo representa etapas vencidas, dores que já compreenderam seu lugar e aprenderam a silenciar. Contudo, cada vitória moral é sustentada por uma disciplina fraterna, jamais por altivez.

Quando olhamos para o próprior caminho com humildade, percebemos que ninguém progride sozinho. Os aprendizados vêm do contato com outros seres, das circunstâncias que nos moldam, e da benevolência que recebemos em momentos de fraqueza. Portanto, manter vigilância não significa erguer muros, mas caminhar com cuidado para não ferir a si mesmo nem aos outros. É reconhecer que a alma humana ainda traz áreas sensíveis que precisam de cuidado, e que o progresso espiritual é sempre uma construção comunitária.

Já ensinava Allan Kardec que o avanço do Espírito se realiza pela educação contínua e pela caridade recíproca. Assim, mesmo o que já parece resolvido em nós merece atenção, não como ameaça, mas como lembrança de que somos seres em aperfeiçoamento constante. A fraternidade que exercemos com o mundo deve refletir se também em nossa própria intimidade, acolhendo nossas partes frágeis sem julgamento severo.

A verdadeira grandeza não está em se sentir acima de algo, mas em caminhar com serenidade, humildade e afeto, compreendendo que cada passo pode ser uma oportunidade de servir, aprender e crescer.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠O nepotismo estraçalha sonhos,
para alguns o poder nunca é o suficiente.
Não é sobre estar no comando
e sim designar os parentes.

Inserida por magadiel_roberto

A paz não é minha busca
É meu ser
Estar e entender
Que nada mais é só sobre mim.
Só sobra eu.

Inserida por Tisantana