Poesias sobre a Cultura Indigena

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⁠Aurora matutina
sobre a Primavera Azul
escreve em mim a poesia
do Norte ao Sul,
e assim retribuo com
os meus Versos Intimistas.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Bougainvillea rosa quase roxo
que espalha encantamento
sobre nós e por toda a terra,
Sob a beleza da aurora matutina
a celebro com os meus ternos
Versos Intimistas o dom de ser
poeta inspirando outros peitos
ter a mesma coragem de viver.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Quando a orbe girar
e a aurora vespertina
dançar com folia
sobre a Primavera
rosa quase roxo,
Os meus sonhos
estarão prontos
para ser entregues
aos seus olhos
com amor, paixão
e Versos Intimistas
para fazer o coração
inspirado todos os dias.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Solene aurora vespertina
que dança sobre a linda
Buganvillea azul que a vida
embeleza com poesia
concreta e absoluta,
Assim vou querer ser
com os meus Versos Intimistas
para sempre fazer
o melhor para nos viver
do anoitecer ao amanhecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Como o Pau-d'arco
floresce sob o céu
do Mato Grosso
eu escrevo sobre
os teus olhos
que inundam com
tudo os meus sonhos,
De Versos Intimistas
em Versos Intimistas
vou escrevendo
a rota que irá mostrar
o caminho da mútua
conquista porque no final
sempre é o amor que dá
todo o sentido para a vida.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O Pau-d'arco-amarelo
reverencia a chuva
sobre o Pará,
Os meus Versos Intimistas
cobrem o caminho
para o seu amor
divino que vai chegar,
Tenho certeza que
a gente vai se amar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Deixar que a Bahia
me leve com a sua poesia
e dengo sob um Ipê
que as flores caindo
sobre mim me leve
a escrever Versos Intimistas
para te ver sorrindo,
e pronto para viver
comigo o amoroso destino.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Versos Intimistas
em pleno Espírito Santo
sobre o sentimento
e a dádiva de escrever
sob o Ipê-preto
inspirador neste peito.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Desce a noite sobre
o Ipê-róseo no belo
Mato Grosso do Sul
de amores eternos,
E assim abro o meu
livro Versos Intimistas
para manter a chama
poética viva para dizer
que a vida nos desafia
e também nos acarinha.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A noite na Pátria do Condor
de fato sobre todos caiu,
muitos não se deram conta,
uns fingem que não sabem,
e outros que ninguém viu:
daqui a pouco teremos
mais de cem mil mortes
pelo COVID-19 aqui no Brasil,

O quê interessa é mais
adiante manter vozes silenciadas,
As nossas covas
estão sendo cavadas;

A noite na Pátria do Condor
de fato sobre todos caiu,
eleições três vezes adiada
na terra da filha de Bolívar
visivelmente sendo roubada,
frágil e brutalmente golpeada
pelo lítio no centro do jogo
a sua gente indígena foi
e continua sendo massacrada,

O quê interessa é mais
adiante dar espaços às novas caras,
As nossas covas
estão sendo cavadas;

A noite na Pátria do Condor
de fato sobre todos caiu,
não se tem mais notícias
da tropa, dos civis e do General,
há 140 dias os tribunais estão fechados,
passou a ser rotina
não saber e fingir que não viu.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠A bruma mais
funesta da noite
desceu sobre
a Pátria do Condor,
as disputas entre
adversários têm
violado a ética
a moralidade
e solapado
o sentimento
de Humanidade
dançando sobre
os cadáveres
do meu povo,
(Estou na
fronteira entre
a amargura
e o total desgosto).
Uns insistem
em justificar
erros para ter
a desculpa
para combater
outros tantos,
muitos estão sem
freio atropelando
a memória dolorosa
e viva de povos
feridos pela guerra,
(O capricho está
afundando esta terra),
Vozes estão
sendo silenciadas
e aprisionadas
na terra que ainda
é a mais frágil
filha de Bolívar
e os massacres
de Yapacaní,
Sacaba e Senkata
estão sendo
diluídos da memória,
(Insisto em gritar
para não
esquecerem a História),
Tentando ficar de pé
e não perder a fé,
insisto em pedir
a libertação da tropa,
do General injustiçado
e do velho líder tupamaro
pela segunda vez
aprisionado em pouco
tempo por uma trama
traiçoeira inflamada
por um serial desgraçado
e caprichoso em fazer
que companheiros
sejam agredidos...
(Este continente
submergiu e virou
um oceano
profundo de perseguidos).

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Uma grande sucessão
de absurdos trágicos
vem despencando
sobre o nosso continente:
A noite está escura,
e a vida não anda fácil.
Como quem constrói
insistente uma ponte
_ou ao menos tenta:
Escrevi um poemário,
que ainda
não está terminado.
Recordo que faz
um ano do golpe
nefasto e maldito
do dia 30 de Abril,...
Tão indigesto como
uma refeição ruim
feita de bananas verdes,
A prisão dos tais
mentores ninguém
sabe e ninguém viu,
quantas pessoas mataram
há tempos atrás
direta e indiretamente,...
Do dinheiro povo
fizeram asas,
com elas voaram,
contas não prestaram,
uma Nação
toda bloquearam,
e o tempo pela
janela arremessaram,
Só sei que o tempo não
volta depois de arremessado;
Os presos civis e militares
estão pagando caro,
e pela consciência
continuam aprisionados,...
E o General preso injustamente
desde o dia 13 de março
do ano de dois mil e dezoito,
e eu fazendo uso desautorizado
e poético do nome dele,
pedindo para que ele e tantos
sejam pela justiça escutados e libertados.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Durante a madrugada
me sentei ao lado
do poeta da revolução
que versejava sobre
o tempo que intrépido
dilui as memórias,
o quê as estações
fazem com as histórias
e os passos em repetição
pelo ciclo da História,

Temo que daqui adiante
sejam esquecidos
a tropa e o bom General;
Intimismo caudal
aguardando o amanhecer
que dissolve o insolúvel,
afasta as tempestades
e reúne velhos amigos,...

No afã de o quanto antes
juntos esclareçam tudo,
contornem os pensamentos
não digeridos e ajudem
tantos corações que
no caminho foram feridos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Diante da tempestade
virótica sobre
cada um de nós,
peticiono pela liberdade
incondicional da tropa,
dos civis e do General
que continua preso
injustificadamente
há mais de dois anos
sem notícias de justiça
e num calvário sem igual:
E assim por nossas
e tantas Pátrias que
por elas sofro como
se fossem todas minhas
tenho escrito um infinto
o meu poemário social;
O drama de La Guajira
venezuelana
não é diferente
do drama de La Guajira
colombiana:
Não sei nem se dos Wiwas
saciaram a sede,
por eles escrevo e clamo
porque para a escassez
de tudo me indigno
e minh'alma treme,...
La 'corona hambre'
da mesma forma
mina as forças
dos Wayuu de Guarero,
a população foi a pico
total de desespero;
e recebeu pancada
como resposta de Páscoa;
Em minhas letras registro
para que estes nefastos
acontecimentos não
caiam no esquecimento,...
A nossa Pátria é Grande
e o meu coração mesmo
nos países vizinhos
não se sente estrangeiro.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Não se fala em outro assunto:
é sobre os quadrantes de paz,
não acho o fim do mundo.

Reconhecem sem admitir:
que na História lá no fundo,
que o General tem razão.
Não trocaram o nome,
sinal de alguma virtude,
não vejo nenhum mal.

Só não entendo como
insistem em manter
preso o General.

Há poucos dias
de completar
dois anos de injusta
prisão falam
em defender a democracia,
mas prenderam o General
por pensar diferente
no meio de uma
reunião pacífica.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠O sobrevoo silencioso
do condor sobre
o nosso continente
anda mais forte,
Não há possibilidade
de ficar contente,
Com o massacre
Senkata e Sacaba
que matou tanta gente.
Eis-me a poética
pelos anônimos
que insiste em saber
como são os rostos
dos desaparecidos
e para onde
ele foram levados,
Não saber quem
são e como são
tem deixado o meu
coração aos pedaços.
A América do Sul
de ponta a ponta
está sequestrada
por controle remoto,
Buscando saber
o quê aconteceu
com a tropa castigada,
E com o General
que foi injustamente
preso no meio
de uma reunião pacífica
no dia treze de março
há quase dois anos,
Por todos eles
e o tempo todo
tenho escrito versos
latino-americanos
porque sem eles
não sei o quê será de nós;
Sem exagero sei
muito bem aquilo que falo.

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Só não vê quem não quer
que a lei do mais forte
sempre acaba pesando sobre
quem tem a boa fé de crer
na liberdade de se entregar
de corpo, alma e coração.

Em vez de condenar planos
de poder por covardia,
eles optam em calar vozes
como a do General que foi
preso numa reunião pacífica
e que espera sem êxito até
hoje por liberdade e justiça.

Só não vê quem não quer:
a jogatina geopolítica
jamais reconhecida
que pisoteia toda a gente,
e a roda da vida que vem
se suportando porque
quase nada está evoluindo.

Eles fingem que não
veem tal problemática
porque para eles
anda sendo conveniente,
O quê menos importa
é a dor da tropa
que também é gente.

Eles optam por gosto
com quem é conivente
com a dor famigerada
da espera gota a gota
do diálogo da rodada
em pleno México,
porém se esquecem
que Deus está vendo....

Inserida por anna_flavia_schmitt

⁠Desde o dia treze de março
do ano de dois mil e dezoito,
tenho escrito um poemário
sobre a História de um General
preso injustamente no meio
de uma reunião pacífica,

(Não me esqueço jamais da tropa vítima
de igual injustiça
e cito fatos da América Latina).

Cada verso que vem se
construindo pelos fatos
é de minha inequívoca
e total responsabilidade;
De olhar erguido assumo
porque sei que ainda há
vestígios vivos de crueldade.

Depois de mais de três anos
sem audiência preliminar,
Dos seis crimes que o General
foi injustamente acusado,

(Persiste o ar pesado
da semana passada);

Porque uma severa e falsa acusação
de instigação a rebelião militar
nela ainda persistem e insistem
abusivamente em aprisionar o General,
Sou poeta e não posso me calar;
escrevo para a História não se apagar
e para que não tentem a recontar.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Não gosto de conversar contigo,

Gosto de sussurrar ao pé do teu ouvido;

Sobre o nosso tempo e as suas areias:


Eles podem até se desencontrar ao [vento,

Todos no fundo possuem um oásis,

E ao mesmo tempo uma história de [deserto.

Em matéria de amor só temos duas opções:

Podemos ser oásis ou [deserto.

O amor não aceita ambiguidades,

Ele só enxerga o [concreto.



Do teu ser quando em posição horizontal,

Garimpo o quê há de mais dourado,

e mais [belo.


O desencontro só existe para aumentar

Ainda mais a poesia,

Porque só o tempo educa o amor.

Para amar existe tempo de ser:

Veludo, seda, cetim e organza.

Depende sempre do deslanchar da hora

[até se for durante a aurora],

Não importa, para amar não existe hora,

Mande a vergonha embora!


Deixa a vida se encarregar,

Apenas se entregue,

Permita que o prazer te deixe levar,

Ame em todos os tons e texturas,

O amor requer dedicação e bravuras,

Ele te conduzirá até as alturas,

Traduzindo além das falas,

Fluindo como um rio de água doce

- mil ternuras -

Extraindo dum beijo - mil doçuras.



A fulguração do desejo em teu rosto,

Aumenta o sentido e me dá gosto,

Faz com eu prepare algo ainda

Mais saboroso,

Para que eu me torne mais do que tua mulher:

uma poesia inteira.

Rompendo métricas [sem perder]

a estética,

Uma prece faraônica - perfeita.



Para revirar os teus sentidos,

E fazer-te perder a noção de quem comanda

ou obedece,

Sou a diversão que lhe mantém

entretido,

Com os meus lábios mantenho os teus

emudecidos,

Com poesia mantenho os nossos

corpos aquecidos,

Tracejando em nós segredos infinitos.

Inserida por anna_flavia_schmitt

Protegidos estamos sobre o céu azul esmalte,

O teu amor é a minha fortaleza,

Desejo-te como um lindo amanhecer,

Sei que me amas com grandeza,

Estamos fazendo história com beleza.



Nos descaminhos do destino,

Sabemos que há muita rudeza,

Superamos com poesia e grande sutileza,

Vamos com fé preparando o nosso caminho

Caminhando para buscar o ninho

No campo elísio.

Por quê? Por quê escrevo tanto?

Escrevo para distrair as saudades,

E para nos ver de mãos dadas

Entre as florações lilazes dos jacarandás,

Que ainda sequer visitamos...

Escrevo para dizer que lhe tenho amor,

E que ocupa não só esse,

Mas todos os meus e inteiros planos.



Não me pergunte o porquê,

Resolvi te pertencer,

Porquê até o teu gesto tem um 'quê',

Capaz de me endoidecer,

Penso em nós atravessando o anoitecer.

Inserida por anna_flavia_schmitt