Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Há pais que não criam filhos; criam dependentes e chamam isso de amor. Alimentam cada capricho, negociam cada limite, compram cada silêncio, removem cada consequência e, no fim, aplaudem uma obediência que nunca foi virtude, mas conveniência. O que chamam de proteção é, muitas vezes, medo de frustrar; o que chamam de cuidado é incapacidade de educar; o que chamam de amor é apenas a recusa em suportar o desconforto de dizer “não”. Cada responsabilidade assumida no lugar do filho é um pedaço de caráter que deixa de ser construído. Cada dificuldade evitada é uma força que deixa de nascer. Pais que fazem da própria vida um escudo permanente não estão preparando os filhos para o mundo; estão preparando o mundo para carregar filhos que eles mesmos decidiram não formar. A tragédia não começa quando os pais morrem. Ela começa no exato instante em que deixam de educar e passam a servir. Porque o pior abandono não é deixar um filho sozinho; é entregá-lo à vida sem consciência, sem disciplina e sem a capacidade de existir sem depender de alguém.
A vida nunca premiou os amaDORES que confundiram amor com superproteção, nem os poupaDORES que sequestraram dos filhos o direito de enfrentar a realidade. A vida sempre pertenceu aos enfrentaDORES. Porque quem poupa um filho da dor não o livra do sofrimento; apenas adia o encontro com ele, tornando-o maior, mais caro e, muitas vezes, irreversível. Pais que retiram cada pedra do caminho acabam retirando dos próprios filhos a capacidade de caminhar. No afã de evitar lágrimas, fabricam fraquezas. No medo de decepcionar, educam para a dependência. No excesso de ajuda, condenam à escassez de caráter. O amor que não disciplina deixa de formar e passa a deformar. E a pior deformidade não é a do corpo, mas a de uma consciência que acredita que viver é encontrar alguém disposto a carregá-la para sempre.
Pais que transformam o amor em superproteção deixam de criar filhos e passam a fabricar dependência. O conforto que oferecem hoje pode ser a incapacidade que condenará o amanhã.
O amor é um contrato celebrado por duas pessoas que não leram as cláusulas e que, quando finalmente as conhecem, já não desejam rescindi-lo.
Na vida, é preciso amar o trabalho ou o emprego, trabalhando com responsabilidade e amor. Mas, os hobbies não precisam ser deixados de lado para manter a mente saudável e equilibrada.
Esperar pelo grande amor da sua vida é aguardar o convite para um banquete; mas, para não morrer de fome, é preciso contentar-se com alguns quitutes.
E o amor que tive sem merecer, do arquiteto fundador do universo que me desprendeu das guaras Invisìvel
A vida nos ensina através daquilo que sentimos. O amor nos aproxima, a dor revela nossas fragilidades, o tempo amadurece nossa compreensão e a fé nos ajuda a continuar. Nem sempre entenderemos tudo o que vivemos, mas podemos aprender com cada experiência, sem perder nossos valores, nossa essência e nossa confiança em Deus.
Não se nasce patriota, torna se os nascidos em todos os lugares por amor ao lugar, que chama de seu.
O amor é um sublime sentimento no caminho mas o falso amor um instrumento de conquista, agonia e queda. A vida é bela quando não queremos mentir pra ela.
Amor tem três fases: o Amor Espiritual; o Amor Condicional, isto é, o amor equilibrado por um débito transcendental, amor pelas nossas vítimas do passado; vem, então, o amor construtivo, que é o Amor Incondicional.
O amor que deixei ir era a minha liberdade, mas eu estava ocupada demais tentando curar quem não queria ser curado.
Fé sem amor, sem gratidão, sem humanidade, sem humildade é como um eco vazio que ressoa em um templo sem alma; não é divina, pois o divino se revela onde o essas virtudes são verdadeiras, sem isso a fé se torna uma crença sem essência, algo distante da verdadeira natureza de Deus.
Um grande amor naturalmente acontece. Ele é como o vento que, sem nos avisar, simplesmente vem e beija nosso corpo.
Dizem que o amor é cego. É nada! Cego mesmo é a paixão, que deixa a gente sem chão, faz doer, descontrola e ainda domina tudo quanto é sentido. Perto disso, o amor sabe o que faz.
Quanto mais sinto, mais me perco nas garras deste chamado amor. Achado, busco cada vez mais motivos para dele falar, pois parece vamos ficando íntimos. Depois do possível, agora eu acredito que ele é algo que escolhemos usar. Feliz quem usa, mais ainda quem o recebe. Impossível medir, pois não há tamanho, cor ou idade. Ingastável e disponível para quem quiser usar, com quem quiser e em qualquer tempo.
Por um mundo onde os relacionamentos sejam Alicerçados pelo Amor, e Sustentados pelo modo de Relacionar, não pelo MEDO.
"O amor deixaria de ser um mistério para se tornar a única equação matemática onde um mais um resulta em um inteiro indivisível."
