Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix
Ninguém aprende o amor através do maltrato; a verdadeira instrução divina passa sempre pelo respeito e pela doçura.
Quem compreende o verdadeiro sentido do amor divino nunca usa palavras para esmagar o espírito de ninguém.
O amor ao próximo e o respeito genuíno são as únicas riquezas que levamos desta vida para a eternidade.
Repetir palavras sem entender o verdadeiro significado do respeito e do amor ao próximo não transforma o coração de ninguém.
A ilusão de que a riqueza material anula o amor ao próximo serve de escudo perfeito para quem não quer sair do lugar e prefere criticar quem ousa vencer.
O amor da sua família é o seu alicerce: Quando as pessoas lá fora forem duras ou frias, lembre-se de que Deus usa a sua mãe e a sua família para te sustentar, cobrir suas falhas e te lembrar que você é amado exatamente do jeito que é.
A sua paz e o seu amor-próprio valem muito mais do que qualquer julgamento ou crítica sem fundamento.
O passado de alguém não define o direito de recomeçar, ser feliz e construir um novo amor abençoado.
O amor-próprio nos dá a força necessária para fechar os ouvidos para o preconceito e abrir os caminhos para a verdadeira felicidade.
O amor-próprio e a esperança em um recomeço abençoado são forças maiores do que qualquer julgamento ou palavra maldosa.
Armam barreiras invisíveis e plantam dúvidas, esquecendo que o amor legítimo resiste aos vendavais da inveja.
O oposto do amor não é o ódio, é essa mania insistente de querer ditar com quem o outro deve ou não ser feliz.
Por trás de cada interferência barata, há apenas o medo de ver alguém vivendo um amor que eles nunca tiveram capacidade de sentir.
Por mais que tentem mudar a direção dos passos, o amor que é verdadeiro não se perde por capricho de ninguém.
Tentar arrancar à força o amor de alguém é uma violência contra o coração e contra a liberdade de ser feliz.
Quem tenta impedir alguém de viver o seu amor verdadeiro está lutando contra a própria essência da felicidade alheia.
Tentar destruir o amor de alguém é uma tentativa frustrada de controlar o que é incontrolável: a alma de quem já escolheu seu lar.
Ninguém tem o direito de roubar a paz de quem só quer viver o amor em que acredita e pelo qual tem esperança.
Tentar apagar do peito alheio um amor sincero é querer brincar com o destino de quem só deseja ser feliz ao lado de quem escolheu.
