Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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Lindo é...

O corpo da mulher são os versos, são as rimas, poesias... amor com cheiro de flor,_
É perceber em um abraço da pessoa amada o mesmo amor...
Em um simples gesto reconhecer a amizade,
É desenhar no papel todos os sentimentos, fantasias e verdades...
É querer tudo que tenho vontade, lembrar das pessoas que amo e que vivo morrendo de saudades...

Por: Igor Barros

Amor eu poderia “copiar” poesias,cartas de amor,frases de grandes poetas e escritores,mais eu estaria omitindo um fato muito importante pois nenhuma delas consegue retratar o que eu realmente sinto por vc,nenhuma consegue expressar o jeito q meu coração bate mais forte quando estou do seu lado,sua beleza q ofusca o brilho da mais forte estrela,seu sorriso, encantado que traz paz e harmonia para minha vida..!Seriam necessárias toneladas de papeis para escrever tudo q eu penso de vc,pois desde que penso só penso em vc!

Amor eu gostaria de explicar o que foram esses meses que nos passamos junto,mais todas as explicações possíveis me levam a um mesmo lugar:EU TE AMO MUITO!!!!!!

Poesias de Cartas

Nessas mal traçadas linhas, neste amor não correspondido, lhe escrevo esta carta com a esperança de não lhe ter só como amigo, mas como alguém com quem eu possa compartilhar, de todo fruto desse amor proibido.

Tudo que lhe digo é verdade, tudo que espero é compreensão. Gostaria que você acreditasse e não magoa-se desse pobre coração.

“Saudade é uma das palavras mais presentes nas poesias de amor da língua portuguesa e também na música popular, "saudade", só conhecida em galego-português, descreve a mistura dos sentimentos de perda, distância e amor. A palavra vem do latim "solitas, solitatis" (solidão), na forma arcaica de "soedade, soidade e suidade" e sob influência de "saúde" e "saudar".”

Esse sentimento embora bastante triste tem uma beleza única, pois só o possui quem ama ou amou muito alguém... Quem amou de maneira especial uma fase da sua da vida... Quem deixou a sua terra para trás... Sempre que a saudade invade a minha alma, sinto as suas mãos segurando o meu coração que agitado se debate tentando não agonizar. Sinto as suas mãos impiedosas me revirando por dentro. Ainda assim prefiro senti-la, pois isso prova que vivi e vivo intensamente a minha jornada. Quem não derruba lágrimas, seja de alegria ou de tristeza, quem não se perturba com nada e está acima das próprias emoções, já está morto sem saber. A saudade é um grito de vida, já conheci pessoas que foram resgatadas de suas ilhas emocionais por ela... Pessoas que se entregaram à depressão, ao desamor e ao isolamento, mas que ao se reconectarem com vida que tiveram um dia, através das saudades, relembraram do quanto foram capazes de amar e de serem felizes! Isso as impulsionou a resgatarem o amor pela própria existência. Quantos filmes, livros e poemas são narrados pelas lembranças? O que seriam dessas obras se a história contada não fosse embalada pela saudade? A minha saudade terna, triste, feliz e doce sussurra aos meus ouvidos... E em segredo confessa: “Tudo está valendo a pena... Agora é hora de olhar para frente e seguir adiante... Pois logo ali, daqui a pouquinho... Você também estará com saudades desse momento...” E suavemente se despede até o nosso próximo encontro...

o amor não é apenas frases e poesias,
não é apenas um toque de mãos,
não é apenas um cruzar de olhares,
amor é uma substancia viva que nasse em dois corações.

O neoliberalismo deve aceitar a ênfase liberal do séc XIX na importância fundamental do indivíduo, mas deve trocar o objetivo do laissez faire do séc XIX como um meio para este fim pelo objetivo da ordem competitiva. Deve buscar usar a competição entre os produtores para proteger os consumidores de serem explorados por eles, a competição entre os empregadores para proteger os trabalhadores e os proprietários, e a competição entre os consumidores para proteger os próprios empreendimentos. O Estado deve fiscalizar o sistema, estabelecendo condições favoráveis à competição e a evitar monopólios, fornecer uma fundação monetária estável, e aliviar a miséria e a extrema pobreza. Os cidadãos estarão protegidos do Estado por um mercado privado livre; e um do outro pela preservação da competição.

Admitindo que o século XIX tenha sido o do socialismo, do liberalismo, da democracia, não equivale a dizer que o século XX também deve ser o do socialismo, do liberalismo, da democracia. As doutrinas políticas passam, os povos ficam. Pode pensar-se que o século XX é o século da autoridade, o século das direitas, o século fascista; se o século XIX foi o século do indivíduo (liberalismo significa individualismo) pode pensar-se que este é o século do coletivo e, portanto, do Estado.

Estou sempre achando seres humanos no que eles têm de melhor e de pior. Vejo sua feiura e sua beleza e me pergunto como uma coisa pode ser as duas.

O ser humano não tem um coração como o meu. O coração humano é uma linha, ao passo que o meu é um círculo, e tenho a capacidade interminável de estar no lugar certo na hora certa. A conseqüencia disso é que estou sempre achando seres humanos no que eles têm de melhor e de pior. Vejo sua feirúra e sua beleza, e me pergunto como uma mesma coisa pode ser as duas. Mas eles tem uma coisa que eu invejo. Que mais não seja, os humanos têm o bom senso de morrer.

Por algum motivo, os homens agonizantes sempre fazem perguntas cujas respostas já sabem. Talvez seja para poderem morrer tendo razão.

Olhou para o rosto sem vida, e então beijou a boca do seu melhor amigo, Rudy Steiner, com suavidade e verdade. Ele tinha um gosto poeirento e adocicado. Um gosto de arrependimento á sombra do arvoredo e na penumbra de coleçao de ternos do anarquista. Liesel o beijou demoradamente, suavimente, e, quando se afastou, toucou-lhe a boca com os dedos.

⁠As pessoas são só cinzas de estrelas mortas. Somos um conjunto de átomos que ficam juntos por um breve período, e depois... nos desfazemos. Quando tudo isso terminar, e nos dispersarmos pelo nada novamente, teremos um novo começo. É como ter nossos pecados apagados.

Quando uma pessoa fica longe muito tempo, você começa a guardar na memória todas as coisas que quer contar. Tenta manter tudo organizado na cabeça. Mas é como tentar segurar um punhado de areia: os grãos mais finos escapam da mão, e, de repente, você só está segurando ar e grita. É por isso que não se pode tentar guardar tudo assim.

Os tímidos com sua característica silenciosa, são os mais sábios, pois no silêncio é dita a verdade.

Não quero ter esperança de mais nada. Nao quero rezar para que Max esteja vivo e em segurança. Nem Alex Steiner, porque o mundo nao os merece.

⁠Há um motivo pelo qual, quando todo autor, de Shakespeare a Salinger, escreve sobre jovens, não se pode evitar a verdade, de que ser jovem é doloroso. São quase sensações demais.

A cada dia que vivo, mais me convenço de que o desperdício da vida está no amor que não damos, nas forças que não usamos, na prudência egoísta que nada arrisca e que, esquivando-nos do sofrimento, perdemos também a felicidade.

Mary Cholmondeley
Livro Red Pottage

Nota: Texto repassado sob o título "Definitivo" ou "Viver não dói" e muitas vezes atribuído, de forma errônea, a Carlos Drummond de Andrade.

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Se um dia tiver que escolher entre o mundo e o amor lembre-se: se escolher o mundo ficará sem o amor, mas se escolher o amor com ele você conquistará o mundo.

Porque eu fazia do amor um cálculo matemático errado: pensava que, somando as compreensões, eu amava. Não sabia que, somando as incompreensões é que se ama verdadeiramente. Porque eu, só por ter tido carinho, pensei que amar é fácil.

Clarice Lispector
A descoberta do mundo. Rio de Janeiro: Rocco, 1999.

Nota: Trecho da crônica Perdoando Deus.

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No amor ninguém pode machucar ninguém; cada um é responsável por aquilo que sente e não podemos culpar o outro por isso... Já me senti ferida quando perdi o homem por quem me apaixonei... Hoje estou convencida de que ninguém perde ninguém, porque ninguém possui ninguém... Essa é a verdadeira experiência de ser livre: ter a coisa mais importante do mundo sem possuí-la.

Paulo Coelho

Nota: Trecho adaptado do livro "Onze Minutos", de Paulo Coelho.