Poesias que Falam de Amor do Seculo Xix

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Viver minha liberdade, sem aceitar as liberdades dos outros , me faz um psicopata de desejos e impulsos.

Um adolescente doente, tentando mudar algo que nunca entendeu e talvez nunca entenderá, é uma fase da vida que não dá para replicar, a revolta antiga sonhos passados, o que queria para um futuro mas não vai alcançar.

As tragédias que o tempo não nos deixam revisar e voltar fazer diferente tentar consertar ...O paradoxo eu.

O grito da mídia domina você, quer dormir acordar sempre ao teu lado te fazer de irmão te fazer de escravo.

Por mais real que ainda pareça ser, as mentiras bem contadas dizem que nosso choro é em vão, mas são clichês repetitivos ao longo de milhares de anos, mas não me parecem reais.

O mundo pela janela e os muros dessa prisão, fazem da minha vida numa história um filme, de ficção, meus olhos nos olhos dela numa cena de emoção.

O sujeito pode passar a vida inteira dizendo que é racional demais pra essas coisas, que religião é invenção humana, que tudo se explica pela ciência. Mas basta o elevador balançar, o telefone tocar de madrugada ou o coração apertar numa rua vazia depois da meia-noite… e o homem procura alguma proteção invisível. Nem que seja dentro dele mesmo.

O Rio não permite soberba por muito tempo. A paisagem é divina, mas a vida cobra pedágio. Entre o mar e o morro, entre o cartão-postal e a sirene, o povo aprende cedo que ninguém controla tudo. E talvez seja daí que nasça essa mistura tão brasileira de fé, superstição, respeito e sobrevivência.

Morar no Rio de Janeiro é aprender que coragem não é ausência de medo; é vestir o medo e mesmo assim pegar o ônibus, atravessar a rua, abrir a porta de casa e seguir vivendo.

Quem carrega um terreiro de paz dentro de si percebe essas coisas. Aprende a selecionar companhia, palavra e energia. Não por arrogância, mas por sobrevivência emocional. Porque a alma também pega poluição.

Tem gente que entra na praia como quem entra numa igreja. Pisa devagar. Olha pro horizonte. Faz silêncio por dentro. Pede licença pra rainha do mar. Outros passam pela mata e sentem um arrepio antigo, como se os galhos observassem a humanidade com paciência milenar. Há quem, depois da meia-noite, diminua o tom de voz em certas esquinas, não por medo apenas, mas por respeito ao povo da rua, aos invisíveis, aos que caminham entre a fé e o mistério.

Talvez seja esse o maior ato de resistência dos tempos atuais: continuar oferecendo harmonia num mundo viciado em conflito. Continuar respeitando quando tudo incentiva o desrespeito. Continuar acreditando nas pessoas depois de tantas decepções.

A motivação profunda do CISFA sempre se importando vem diretamente dos ensinamentos de Jesus Cristo, que servem de guia para todas as suas ações. A passagem bíblica de Mateus 25:40, "Tudo o que fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes", é o pilar fundamental que sustenta o grupo. Para a CISFA, cada ato de bondade, por menor que seja, é um ato de adoração e serviço a Deus. Essa fé se manifesta no lema da organização: "Sempre se importando, unidos pelo cuidado, movidos pelo amor sobre a orientação do Senhor Jesus Cristo no seu mandamento, amar o próximo como a si mesmo.

A passagem bíblica de Mateus 25:40, "Tudo o que fizestes a um desses meus irmãos mais pequeninos, a mim o fizestes", é o pilar fundamental que sustenta o grupo. Para a CISFA sempre se importando cada ato de bondade, por menor que seja, é um ato de adoração e serviço a Deus. Essa fé se manifesta no lema da organização: "Sempre se importando, unidos pelo cuidado, movidos pelo amor sobre a orientação do Senhor Jesus Cristo no seu mandamento, amar o próximo como a si mesmo.

⁠O desconhecido… É onde minha imaginação deseja se aventurar. E a pergunta continua a me atormentar… Como se pode conhecer o inconcebível?

⁠Monstros. Eles são reais? Ou as histórias só existem para respeitarmos os segredos sombrios do mar?

Nada é inteiramente bom ou ruim. À medida que os problemas se desenvolvem, o mesmo acontece com a solução.

Dizem que só desejamos aquilo que não possuímos. Talvez seja verdade. Mas o que realmente se torna inesquecível não é, necessariamente, o que foi mais intenso, e sim o que terminou cedo demais. Porque o tempo não teve a chance de transformar encanto em rotina, nem promessas em decepções. Restou apenas a dúvida que nunca encontra resposta: e se tivesse dado certo? Às vezes, não é o amor que sobrevive... é a possibilidade que nunca morreu.

Ela é a força que me mantém de pé quando o mundo tenta me derrubar, mas também é a fraqueza que me faz tremer só de ouvir seu nome. Ela é o calor que aquece minhas madrugadas frias e o abismo para onde me lanço sem medo, mesmo sabendo que posso não voltar. Nos seus olhos encontro a paz que procuro e o caos que temo, e em seu abraço descubro que não há fuga possível, porque eu não quero fugir. Ela é minha vitória e minha derrota, minha cura e minha ferida, o paraíso e o exílio em que escolhi viver. E, apesar de tudo... ou por causa de tudo... ela é, e sempre será, o meu amor.

Meu segredo, escrevo-te como quem confessa ao teclado aquilo que a boca não ousa dizer, pois há em mim uma chama que nunca se apagou desde a juventude, quando teus olhos foram o primeiro altar onde depositei meu coração. O tempo passou, as estradas se multiplicaram, mas em nenhum lugar encontrei descanso igual ao que encontro na lembrança de ti. Talvez sejamos apenas dois prisioneiros de uma memória, talvez sejamos promessa suspensa no tempo, aguardando o instante certo para florescer outra vez. Não sei. O que sei é que, mesmo no silêncio, continuo sendo guardião do invisível que nos une. Há noites em que sinto teu perfume escondido no vento, como se a vida me lembrasse que ainda és a fonte capaz de saciar a minha sede. E se um dia este amor não passar de lembrança, que seja uma lembrança eterna, pois prefiro ser condenado à saudade de ti do que absolvido de te amar.