Poesias do Leonardo da Vinci
Perícia teológica * Minha Sintonia com Leonardo Boff
A técnica ou seja a perícia teológica disponibiliza aos integrantes, de uma clerezia o ensejo de identificar minuciosamente conforme tradução grega o sopro de Deus, divinamente inspirada na Bíblia, á vista disso, viabilizando um aprendizado vasto de fé segurança, e variados temas alusivos à religião, numa notação científica e sistemática. Solange Malosto
Você sabia que o nome Leonardo tem conexão com o leão, mais conhecido como o rei da selva?
Pois é, seu significado é corajoso como um leão ou forte e valente como um leão".
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
1.
Não nego Deus.
Mas me recuso a aceitar um paraíso comprado com o choro de uma criança torturada.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
2.
Minha dor não é a do ateu.
É a dor de quem foi expulso do paraíso da certeza.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
3.
Carrego a lucidez como lâmina.
Ela me corta mais do que conforta.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
4.
Entre o silêncio de Deus e o clamor dos homens, eu sigo com a alma em ruínas e a mente em labaredas.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
5.
Não é ausência de fé.
É excesso de consciência diante de um mundo que sangra sem explicação.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
6.
Devolvo o ingresso à eternidade se para entrar for preciso aceitar a injustiça como preço.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
7.
Invejo os que creem sem feridas.
Eles dormem. Eu vigio.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
8.
Talvez minha travessia seja essa:
Habitar o exílio da certeza e suportar o peso de um Deus que talvez não me veja.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
9.
Não creio por conforto.
Se creio, é apesar da dor — não por causa dela.
Fragmentos de “O vazio de Ivan em mim”
(por Leonardo Azevedo)
10.
Entre a loucura e o vazio, escolhi a lucidez.
Ela não consola, mas me mantém de pé.
O eco que não veio
por Leonardo Azevedo
Publiquei minha alma,
esperando ao menos um aceno dos que me dizem amor.
Mas o que veio
foi o silêncio mais ensurdecedor que já conheci —
o silêncio dos íntimos,
que preferem calar diante da verdade que os atravessa.
Foram os estranhos
os que primeiro estenderam a mão,
os que leram sem filtros,
os que disseram: “eu vi você.”
E, nesse instante, percebi
que ser lido por um estranho vale mais
do que ser ignorado por quem me conhece.
Eu não escrevi para agradar.
Escrevi para sobreviver.
E, se sobrevivi sem os que deveriam me aplaudir,
então já venci.
Sem Métrica
por Leonardo Azevedo
Paralelismos à parte, prefiro viver sem métrica.
Meu ritmo é desafinado, sem cadência, notas não diagramadas em partituras.
Vivo em solos, às vezes breves, outras em tom de discurso.
Não me faço entender, pois habito o caos da ignorância
e busco o conhecimento quase platônico.
Na busca pelo ser, encontro o eu:
perdido, atônito, com medo.
Erva DaninhaErva Daninha
por Leonardo Azevedo
Há em mim um cultivo inconsciente do que me destrói.
Permito que o parasita cresça, talvez por costume, talvez por inércia.
Carrego uma casca rachada por abandonos,
e um núcleo que, mesmo em crise, busca sustento em silêncio.
Sou o que cresce apesar, ou por causa, da ausência.
E, na tentativa de compreender o que me movimenta, recolho-me.
Porque certas respostas exigem raízes mais profundas do que a superfície suporta.
“O ciclo do cotidiano como vertigem ontológica”
— por Leonardo Azevedo
O verdadeiro peso da existência não reside na finitude biológica da morte, mas na consciência da repetição. É na experiência reiterada do viver, na mecânica dos gestos diários, que se inscreve o esgotamento do sentido. O despertar para mais um dia não é, em si, um ato de esperança, mas um reinício automático de um roteiro previamente ensaiado: as mesmas perguntas sem resposta, os mesmos rostos carregando máscaras, os mesmos vazios preenchidos por estímulos descartáveis. Este não é apenas o drama do tédio — é a constatação de que a vida, em sua forma bruta, oferece pouco além da permanência do esforço.
Há um tipo de horror silencioso que emerge quando se percebe que a mudança é, na maioria das vezes, cosmética. Que os sistemas se retroalimentam para manter a ilusão de movimento, enquanto o indivíduo permanece paralisado no centro da engrenagem. Não é a morte que assusta, mas a vida que se perpetua sem ruptura, sem catástrofe redentora, sem clímax ou epifania. A angústia contemporânea não nasce da falta de sentido, mas da multiplicação de sentidos voláteis que não se enraízam — como ecos dispersos que não encontram corpo para habitar.
Esse medo da vida não é covardia. É lucidez. Uma lucidez que reconhece que a consciência é, em si, uma maldição e um privilégio. Pois ver com nitidez a própria prisão não garante a libertação, mas inaugura a tragédia do saber impotente. E ainda assim, paradoxalmente, é nessa consciência do absurdo que se pode vislumbrar uma rebelião: a escolha de resistir, não porque há um sentido último, mas porque há dignidade no ato de continuar, mesmo sabendo que a rotina pode não cessar — e que a liberdade talvez não seja romper o ciclo, mas encará-lo de frente, sem se anestesiar.
Morre Anderson Leonardo
Vocalista do Molejo
“Sabe o que aconteceu?”
Todos cantam no cortejo
“Tudim morreu... Tudim morreu”
Chora o morro, o vilarejo
E quem com ele conviveu!
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Sucessos: "Brincadeira de Criança", "Cilada", "Dança da Vassoura", entre outros
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Poesias, nossos amores e desamores.
O amor, traz consigo uma esperança que jamais se cansa, e que nos traz a memória alegrias e tristezas. Sempre nas certezas, e incertezas dessa vida que ora irradia e pulsa a vida, e ora nos remete a tristezas e desilusões que expõe a fragilidade das nossas emoções.
Emoções essas, que se fortalecem no penhor do amor, e nas suas realidades que são capazes de nos curar de qualquer sofrimento ou dor. E, o que seria do amor senão fosse a maturidade que as tristezas, e as dores da alma nos trazem a memória, e que fortalecem nossas vidas e dão sentido a nossas histórias.
Histórias essas, que tem como valores e princípios os vínculos perfeitos desse verdadeiro amor que nos faz a cada dia superar as dificuldades dessa vida, e que em cada superação dela nos revela que esse mesmo amor, é o vínculo de perfeição com ela.
Poesias: Deus nos amou primeiro.
Quão imensurável é essa graça inefável, esse dom tão profundo que nos alcançou em meio ao caos, à tristeza e à dor. Deus nos amou primeiro, antes que o amássemos, e nos trouxe de volta à vida através de Seu eterno amor.
Ele é nossa fortaleza, nosso Senhor e redentor, que nos chama a cada instante para retornarmos à santidade, ao primeiro amor.
Sua bondade, a expressão mais pura de Sua santidade, nos redime, capacita e fortalece em meio às nossas adversidades, conflito e clamor.
Autor: Leonardo Pimentel Menin
Dizem que a verdade pode libertar você, Isso é uma mentira!
A verdade e que as mentiras podem nos proteger, as mentiras nos mantém a salvo da verdade.
