Poesias do Leonardo da Vinci
Sou uma boa pessoa para você apenas quando lhe convém?
Ou você leva em conta o bem comum, o que significo ao restante das pessoas também?
Essa atitude é comum nas pessoas, e automática, quando deixamos a consciência abaixo de nosso ego.
É preciso abrir a mente, ter compaixão, olhar para aquela pessoa que as vezes taxamos de ruim e refletir se vale mesmo esse rótulo que criamos momentaneamente através do EGO.
Tenha perspectiva, olhe de fora!
Emoção e razão em equilíbrio.
Para quê nos preocuparmos com a vida alheia apenas por cunho bisbilhoteiro se existe uma imensidão de riquezas em nós para explorarmos?
Descobrir o que nos motiva e o que desmotiva, como responder a isso, como trabalhar isso em nós, pode levar décadas, e cada vez que nos dispusemos a trabalhar nisso, mais descobrimos que sempre existe algo novo.
Não deixe para depois.
Não seja introspectivo para se calar para o mundo, seja introspectivo-sociável, aquele que descobre o mundo dentro de si e ensina os outros a fazer o mesmo!
Há algo de diferente no tatame.
Algo que eu venho tentando explicar para mim mesmo, tentando procurar uma única palavra que possa resumir.
Uma energia tão boa, uma mistura de prazer, alegria, amor, amizade.
Pelo menos aqui, em minha academia.
É o que eu sinto, é o que eu transmito.
Procuro mudar o dia das pessoas, fazer daqui a melhor parte.
Fazer elas virem de novo, tratar elas como tratamos pela primeira vez em que veio.
Exaltar a união entre todos, mostrar que é um ambiente universal.
Esse é o meu sonho, meu objetivo.
Faça o que te desafia.
Quebre alguns padrões, procure ser surpreendido.
Na zona de conforto a vida não tem graça!
O que tu faz, te condiciona.
Consciente e inconscientemente.
Se tu escuta uma música triste, tu poderá ficar neste modo.
Se tu se cerca de pessoas tóxicas, poderá ser uma pessoa tóxica para alguém.
Se o que domina tua mente são pensamentos impuros, tu agirás de modo impróprio, crendo que está agindo de maneira correta.
Precisamos ser justos com nós mesmos, assumir que a responsabilidade sobre o que fazemos é nossa.
Todos podem, poucos querem!
Sejam honestos consigo mesmo, para serem com os outros
Você
Se pudesse, perderia-me em vidas passadas
Vidas que pernoitam no inconsciente de quem ama
Histórias trajadas em um doce mel
Luzes nascentes que anseio percorrer
Alcançar algo que ninguém concebeu
De mim e por mim, um coração que jamais desejou
Algo adverso como a mágoa que não anseia o amor
Daqueles que oprimem a valiosa vida
Posso me perder em tantos aspectos
Posso no hoje me deitar e lhe comparar com estrelas
Acordar amanhã e saber que nunca foi um sonho
Saber que onde passeio, são tapetes monarcas do teu interior
No qual caminho e guardo dentro de mim cada detalhe
Pequenas afeições de um coração imperial
No qual desejo reinar sobre campos de tulipa
Amaciar o âmago palpitar dos teus sonhos
Envolver-me consigo sobre lençóis de seda
Percorrer sobre suas mechas os meus dedos apaixonados
Sentir o perfume cálido ao transitar em tuas curvas
Contornar em meus braços o intocável conquistar de seu afeto
Saber que em teus lábios acalmarei o meu amanhã
Ouvir o seu respirar em minhas concepções distintas
Sobre lhe gravar em um quadro artístico
Sobre quem sabe virar um poeta perdido
Em suas manias
Em suas partidas tão breves
Em modos no qual você sorri
Em delicados detalhes que o teu olhar insinua.
O Conto da Roda Gigante
A minha memória encorajou estes versos
Lembro como se fosse ontem aquele verão
Uma noite tão distante deste singelo presente
Os teus olhos se exuberavam
Espelhavam as luzes daquela roda gigante
Balançavam-se rosas estampadas em seu vestido
Passeavam entre suas pernas oscilantes
Seus cabelos não paravam
Sua boca esboçava um paraíso
Uma noite linda
Minha paixão caia em suas armadilhas
Por não viver um olhar tão profundo
Com maneiras e gestos delicados
Me coloquei a mercê de subir na roda gigante
Só para apreciar os teus olhos viajantes
Sobre enfraquecidas luzes daquela cidade
Na certeza um homem simples como eu
Pude pressentir que naquela cabine habitava o meu mundo
Com um simples sorriso de canto teu
Escalava o sabor de mel ao meu paladar
E você não parava
Sobre aquela cabine ainda dançava
Envolto de meus braços harmonizou o seu perfume
Era você e seus traços que conquistavam
Sobre meu colo
Acariciei o seu rosto como se não houvesse um amanhã
Viajei sutilmente o meu toque em suas fragrâncias
Imperceptivelmente o teu coração adentrou-me
Meu peito agraciou o meu ser em deliciosas afeições
Enquanto a cabine voltava para nossa noite
Em 7 minutos para estranhos foi uma alegria
Para mim, presenciei viver uma vida
Beijei carinhosamente os teus sonhos
Alcancei o amor de uma paixão outrora iludida
Descemos ao parque após infinitas estimas
Encostei seu corpo sobre um local cativante
O que nos desuniu por 7 anos
Em 7 minutos nos ocorreu adiante
Permanente serás, seu gracioso perfume aflorado
Como uma rosa me amarás
Quando amanhecer
Serei o teu amor veraz
Seu sorriso é o bom dia mais lindo
No qual um homem como eu poderás amar.
Do melhor que Deus fez
A vivência é sublime
A cada dose de coragem
Uma gota de whisky
Não existe tom igual
Só ela é perfeita igual ao sol
Com sua força nítida e sem filtros
Você é de tudo com mais rítmo
Da cor preta, você não é morena
Você é black, você é a luz negra no final dos túneis
De tudo que há, você é tudo
De nada que há, você é tudo
Nesse mundo de ideias brancas que beiram o absurdo...
Apesar disso e aquilo aqui está você
Rainhas da terra e do mar
Yemanja me desculpa mas tenho que falar
São como sereis extraterrenos
Que esperam sua vez de reinar
Num pequeno mundo aleatório que lhe espera sobrepujar.
Preta, preta, pretinha
Nega, nega, minha neguinha🎶
É sua vez, chegou sua vez, vá brilhar vá ser rainha 👑 você é linda...🎶
A fé é a forma transcendental da coragem de vossos corações, dê crédito a tua coragem e voe longe com tua fé.
A coragem são os raios matinais, a fé é o radiante sol de 12h que brilha, brilha, brilha sem cansar.
Estações
Por versos longínquos viajei meus pensamentos em você
Transpassei veleiros navios sobre um caloroso mar
Pude enxergar obsoletas histórias sobre o significado de um amor
Onde raízes da maldade não caminham
Onde o bem é visto como um espinho
Interiormente incluído no corpo de uma rosa
O equilíbrio do seu olhar ligado ao meu peito
Por estações de um ano todos os dias é você
Em outono o seu perfume clareia o meu amar
O céu alaranjado representa a sua presença em meu ser
Por mais que teus delicados fascínios encontram-se distantes
No inverno sozinho eu me aqueço
Com meu olhar direcionado a lareira
Pego-me imaginando como seria correr contigo em primaveras
Observar teus ondulados cachos sobre a brisa do frescor
Movimentar delicadamente meus dedos em seu rosto
E saber que no verão estarás comigo
Quem dera fosse
Se teu corpo tornasse um só
Se minha alma dividisse em nós dois
Sobre a beira da praia e um sol distante
Sobre a beira do mar e você tão inconstante
Me declarando um amor aquecido como o verão
Sobre o dia em que lhe encontrei caminhando
Deslocando-se em areias brancas
Imaginando as estações de um ano
Fantasiando um homem capaz de vivê-las ao seu lado
Beber cálices amargos
Doce ao final
Doce como o mel
Doce como os teus lábios.
Exílio
Dez e vinte e nove da noite, um homem assenta-se a varanda de casa
Diz para si mesmo que virá um novo dia, um amanhã tranquilo e sereno...
bonançoso e inalterado, plácido e manso como caminhar envolto de cerejeiras
Céu azul e um canto único, pássaros e uma melodia benévola de se atentar... “Bem-te-vi”
As dez e vinte e nove da noite, um único pensar, momentos delicados de sonhar...
meu próprio exílio retrai o meu imaginar, árduo e custoso de se focar
Meu peito anuncia, os sinais, a melodia, de que amanhã virá um belo e novo dia
Assombroso, será?
Quem sabe esplêndido, fascinante... radiante perante meu caminhar
Mágoas e incertezas dentro de meu olhar, direcionado ao amoroso e doce luar
Naquela noite, as dez e vinte e nove... na varanda de meu lar
Incontáveis e cintilantes estrelas consigo contemplar, sem mesmo sair de meu lugar
Lágrimas demandam permissão para demonstrar, manifestar e transbordar, um sentimento intenso...
no qual em vivência e comoção de vida eu pude enxergar, em meu peito, coração infirme e sujeito
De que naquele findado dia, subitânea noite e incertezas de vida
Um homem como eu, as dez e vinte e nove da noite, poderia sim
Sujeitar-me, reter-me, sustentar em si próprio a perfeição de sentir e suportar
inúmeros desejos, intuição e agravados pensamentos
E no mesmo recinto, período, pulsação e deleito
Poder vivenciar tal envolvimento, afinidade em sentimentos...
dentro de um único espaço de tempo
Sem ao menos fazer um ínfimo movimento.
Flor de Jasmim
No aspecto do teu olhar, eu quero cotejar
a mais deslumbrante flor de jasmim
Benquista ao meu paladar, de um simples coração
onde na formosa noite corteja o teu amar
Meu bem, em seu lado sinto imenso prazer em caminhar
no sutil e profundo pacífico que é o teu tocar
Teu beijo, teus lábios... meu porto seguro para ancorar
Quero em teus braços um aconchego infindável de se estar
Olhar... absorver o aroma balsâmico que é o teu apaixonar
Colher, o gracioso fruto curandeiro que toca meu coração dividido, fragmentado e transgredido
Meu bem... consegues ouvir?
Violinos maviosos e benignos
Taças de champanhe e dourados pares de alianças à porvir
Meu bem, consegues ouvir? meus batimentos cardíacos por ti
Posso assegurar, que em meus braços você irá se encontrar,
não apenas hoje...
Se teus olhos você enevoar, até no ontem me acharás
No presente se teu olhar você levantar, uma luz irá se apresentar
Serei eu, teu nobre cortês, doce e gentil... numa tarde calorosa
Pétalas de jasmim e rosas... gêmeas alianças e uma proposta
Que ao soar de um sim, não haverá noite, nem dia
tampouco tempestades vazias...
Que você olhará para o céu e dirá que se sente desguarnecida
Pois estarei em íntegros significados com você, minha vida
Em teu ouvir soarei palavras além, que apenas minh'alma obtém...
E onde queres que nosso destino requeira a nossa presença,
seja Roma ou em lagos de Veneza
Serei teu derradeiro, vigente... póstero cavalheiro eloquente
Não apenas por hoje, minha amada
Mas para todo o sempre.
Filhas de Aqueloo e Terpsícore
sereias
seres do mar
com sua magia de encantar
com seus mistérios a aguçar
com morte a lhe acompanhar
e alegria ao lhe devorar.
Perfume de Outono
Pretendia contigo amar pelas manhãs
Onde não houvesse oposições de nossa paixão
O leve frescor que toca o teu rosto
declinou-se ao colidir com o seu encanto
O encanto de sua ausência...
Saudade da sua presença
Que meu coração se ilumine como folhas de outono
Para que você chegue e floresça, enraíze em meus propósitos
Esquadrinhando meus olhos
Decifrando minhas artimanhas
Sabendo que sou um poeta sucinto, um homem natural
Que transmite uma alma suavizada ao lhe desejar
Ao encontrar-se contigo o anseio
Dos teus olhos lisonjeados amar... direcionados para mim
Um leve sol do amanhecer, pincelando nosso momento
Retratando um quadro perfumado
Ilustrando reações de um encontro...
Onde os céus suspendem um minuto do dia, colonizando meu coração em estima
Apreciando hábitos do seu caminhar
Maneiras na qual alinha delicados fios de seus cabelos
Em desígnios de conquistar...
Me amar...
Atrair...
Por um sentido no qual anseia pelos caminhos da vida
Um chamado predestinado, oculto em corações vazios
Iluminado e eternizado por aqueles que sonham em vivificar
Cativantes histórias sobre o amor...
Realizadas por afetuosas e serenas manhãs de outono
Onde no mais comum dia profundo és, lhe encontrar.
Corpos Celestes
Quero em meus olhos encontrar grandes mares
A viajem de minha vida dividindo-me como as ondas
Por lados no qual desejo caminhar sobre as neves
Como brasas de um lar europeu você aquece as minhas mãos
Dançamos ao virar da meia noite em lagos gélidos de Manhattan
Fluindo o seu amor em dons de poetizar
Sinônimos comparados em noites vazias sem teu amar
Por estes lados as ondas me naufragariam em ti
Imagino por vida como seria me afogar
Escolher caminhos no qual observo o sentir
De uma rosa em meio à rochas obscuras que é o imergir...
As mágoas desta tortura
Profundo oceano por aqui observo
A maneira em como dói retrair o músculo que é o bombardear
De um flagelo coração infortunado em amargura
A essência de solidão em uma sala por vezes tão vazia...
Onde em substâncias químicas me acharco em perder memórias
As estrelas se comportam e rabiscam suas trajetórias
Minhas concepções perdidas em mares de tinta
Suas fotos retratadas em artes iludidas
Espelhos retalhados em minha memória por cada ponta fruível e adocicada em sua beleza
Num sofá tão frio...
Apenas uma alma separada de seu aconchego
Por tempos passados no qual sonhávamos em chegar na ponta do mar
Infinitos encontrar...
Estrelas cadentes nos transfigurarmos, as eternas miragens...
Sobre nossas loucuras em amar.
Frieza
Frio, todo aquele que se põe em primeiro lugar
Que se dá a mão e os braços para se abraçar
Suficiente de si e de suas ideias.
Que usa a frieza pra congelar o falso amor, e o destrói
Em pedaços impossíveis de serem remendados.
Quando ama
(não só a si),
um novo rotulo precisa-se ser colocado.
afinal quem poderia dizer que o frio suportaria a intensidade oposta?
Os estranhos são os que levam a diferença e cor a um lugar
Sem medo do que o outro vai dizer ou como vão olhar, pois já se acostumaram com os julgamentos supérfluos.
Quero poder ajudar, e tudo bem se não me deixar ficar.
Mas por um momento vim, senti daqui seus pensamentos que pedem por socorro
Subo o morro desse coração que bate forte, estremecendo seu corpo.
O amor pode até cegar, mas nunca te deixa insensível, pelo contrário
Seus sentimentos ficam a flor da pele, e como um botão de rosa, se fecha e observe
Qual aroma sente ? é de fato amor ?
Quando definimos nosso objetivo, cada grau de iteração nos transporta para um grau estritamente menor da condição prévia tendendo ao ponto.
Portanto analise com rigor se o objetivo definido irá convergir ou divergir, pois o resultado pode ser infinitamente catastrófico.
