Poesias de Tristeza
" Muitos acreditam que vencer é sufocar a tristeza. Entretanto, algumas das maiores reconstruções interiores começaram exatamente no instante em que alguém deixou a lágrima terminar o seu percurso. "
O compasso hoje bateu descompassado de um jeito novo — não de tristeza, nem de raiva. De esperança sem fundamento nenhum, que talvez seja o tipo mais perigoso de todos.
A política é inimiga do POVO, enquanto eles colhem bom frutos o POVO semeia tristeza, não existe política a favor do POVO, coitado de quem achar que os políticos estão preocupados com sua geladeira vazia, a cegueira é um jogo político extraordinário no qual o POVO acredita mais em sinismo de tristeza do político do que nas migalhas que carrega no bolso.
A vida é curta, a vida é triste, a vida é cheia de dor… Mas talvez seja exatamente nessa imperfeição que resida a sua beleza. É a consciência da finitude que nos convida à profundidade, é a experiência da dor que desperta a compaixão, é o peso da tristeza que dá sentido à alegria. Esta é a chance de compreender que, mesmo em meio ao efêmero, podemos tocar o eterno.
Agora, o que restou de nós são apenas lembranças. Entre a tristeza e a solidão, ainda encontro forças para um breve sorriso... aquele que nasce ao recordar a intensidade da paixão que um dia tive por ti.
Se fosse para relatar algo devo dizer que é triste ver gerações se apróximarem da morte a medida que procuram a vida. Até parece que não têm direitos😐
O sujeito da tristeza, sempre estará sujeito para a morte facilmente, a morte que roubou o robô da felicidade e o pensar da mente que o corpo não precisa mais de ter gratidão à ele.
O amor te dá alegria para enfrentar a tristeza, mas se você for burro de correr atrás só do dinheiro, terás dinheiro no bolso e vazio na alma.
É triste a ausência de um sorriso, mas lá fora o mundo não é tão vazio, as vezes precisamos distanciar de algumas pessoas para viver coisas novas.
Fica aqui, Jesus, pois a minha alma está angustiada de tristeza, mas a Tua presença traz alegria para a minha alma.
Convença quem está triste a sorrir, e para quem parou ainda dar para prosseguir, e aquele que errou ainda dá tempo de corrigir.
Hoje é dia de cortar amizade e pessoas tóxicas, cortar a dor, cortar a tristeza, cortar tudo que não te serve mais, remover tudo que tem te feito mal !
O mais triste não é encontrar frieza no mundo; é encontrar frieza em quem diz servir Àquele que ensinou a amar até os inimigos.
Antes, as frases eram fortes, às vezes tristes, mas carregadas de verdade e profundidade, hoje, tornaram-se raridade. Vejo uma enxurrada de palavras feitas apenas para agradar, para ecoar no vazio de mentes que pouco pensam, palavras que satisfazem apenas meia dúzia de analfabetos funcionais. A escrita que outrora feriu, que fez refletir e transformar, hoje se curva à mediocridade, à busca fácil pelo aplauso imediato. Parece que a profundidade se tornou inconveniente, e a verdade, um luxo que poucos se permitem escrever ou ler.
Escrevo poemas tristes não por gosto, mas porque aprendi a viver assim, mergulhado em dores silenciosas, em lembranças que não se dissipam, e em uma tristeza que se tornou meu idioma, apenas transmito o que realmente sinto.
Meus professores não tinham nomes gentis, foram a tristeza, o sofrimento e a incerteza. Nunca fui um bom aluno, por isso ainda tento decifrar suas lições.
Não sou triste; sou um deserto onde a felicidade se perdeu como miragem. Caminho por suas areias quentes, carregando sede de algo que jamais tocarei. Cada passo levanta nuvens de lembranças secas, e o vento que passa parece sussurrar risos que não me pertencem. Aqui não há flores, apenas o eco vazio de promessas que evaporaram antes de nascer.
As pessoas me perguntam por que minhas frases nascem sempre cobertas de tristeza, por que falam tanto de dor. A resposta é simples e cruel. Eu sou fruto do abismo. Fui moldado nas pedras frias da cachoeira. Senti a água gelada arrastar a infância de mim, como se o tempo me afogasse antes de eu aprender a respirar. Ali, o antigo eu morreu, silencioso, afogado em medo e inocência. E o que subiu de volta pela encostar pedregosa, já não era uma criança… era um sobrevivente, meio homem, meio sombra, aprendendo a existir entre o que restou e o que se perdeu.
Que a sua boca se torne a adega onde a minha alma bebe o vinho do esquecimento de todas as tristezas passadas.
