Poesias de Tristeza
A verdadeira vocação econômica e social da cidade do Rio de Janeiro é e sempre foi a Arte, a Cultura, a Festa, o Jogo, o Espetáculo e o Turismo. Distante disto só permanentes e equivocados projetos mirabolantes de partidos políticos.
O egoismo e o individualismo são as maiores chagas sociais de nosso tempo tão deserto de esperança e humanidade.
Diante da falta capacitação de conhecimento, de entendimento e consumo fácil de uma plateia heterogenia para entender o sentido e o objetivo do novo, a nossa esfera criativa atrofia e retrocede a sucessos passados, onde o brilhantismo não corre risco de ser mau interpretado pois recontamos historias felizes com uma nova roupagem de tristeza insólita, que não será percebida e nem terá sentido como tão bem fez por seu exato sentido, da vida no passado.
Que na velhice essa utilidade tão presente e assim trabalhada durante toda uma vida, não seja motivo de uma tristeza qualquer.
Sabe amor sinto saudades de você, como eu queria voltar aos momentos no qual namorávamos na porta de sua casa, pois, agora quando chego em casa no fim da noite e tudo muito vazio, estou pedindo a Deus também para que possamos ficar juntos de fato, está doendo muito ficar longe de você.
Sempre desvia o olhar quando me vê olhando em seus olhos pois, o bloqueio não é culpa dela e nem o coração frio, simplesmente ela experimentou o lado ruim dos relacionamentos, mas, sei que quando vi ela hoje conheci um ser especial me sentir feliz mesmo com o vazio no qual a preenchia que cheiro gosto e sorriso lindo, resumindo… quero fazer o máximo para vê-la feliz.
Sabe as vezes a vida vai te estraçalhar, mas, tem algo importante que vai te dar forças todos os dias e você tem este intensivo é motivo pra vencer, que motivo é esse ? Sua família, eles precisam de você e sabe a mulher maravilha que você é
Um dia eu sonhei um sonho sozinho, não sabia como chegar ao meu destino, tive que parar por várias vezes no caminho, às vezes chorava à toa pelas veredas do perpétuo continuo, mas uma força me impulsionava a continuar prosseguindo.
A Lua sempre nas noites escuras a brilhar, sozinha, serena, e silenciosa, olhando para a Terra e vendo as Histórias das pessoas, da Humanidade começar e terminar e assim segue durante séculos e séculos a brilhar, mas um dia existirá que ela deixará de enfeitar as noites escuras do infinito céu do luar.
Coisas ruins a gente não esquece para sempre mas esquece o suficiente para seguir em frente. "Sobre você, já foi o suficiente."
Eles me chamam de anjo, mas já quebrei minhas asas, me dão as mãos e eu levanto, me ajudam a voltar pra casa...
Um dia estarás morto,mesmo estando vivo, e teu coração sonhador e solitário então sangrará, mas com a tinta rubra do sangue da desventura, pintarás poemas da esperança de um amor eterno.
Sinto uma solidão tão profunda que chega doer, olho para o lado e estou acompanhada de muitas pessoas mas elas não preenchem o vazio que sinto. Preciso está feliz comigo e bem acompanhada por este ser complexo, controverso e intenso que sou eu.
Se não existe aprazimento em plenitude, visto que não deleita-se com o sim, que será do não? Mas com o híbrido do híbrido.
Volátil egéria que habitas paixão e dor, paixão em dor, euforias, desprazeres e o mais puro amor. Dicotomias que só a arte arbitra.
Os fantasmas não me incomodam pois sempre perdoei automaticamente e enterrei eles em algum lugar que não conheço e bem distante de mim.
Em tempos sombrios de pouca liberdade, os passarinhos enquanto voam pelas paisagens cercadas, entoam e cantam tristes melodias e piam por mim.
Somente a arte pode inspirar o amor universal e colorir com cores vivas da vida em alegria, as tristezas, as mecanicidades e as sombras no mundo.
A nova geração de adolescentes golpistas pela internet, não tem o menor arrependimento ou controle das vitimas de boa fé, que caem. Geralmente mudam as imagens com muita facilidade, optando por perfis cada vez mais inocentes e frágeis mas as historias são sempre as mesmas. Muitos na sociedade chegam a pensar que estes golpinhos do celular, via "pix", vem de dentro dos presídios mas na verdade não vem. São feitos sim por filhos e filhas da baixa classe media, que como robô consumidores de aditivos e escravos sexuais sem pudor, freqüentam descolados um dos morros e as comunidades de baixa renda, dominadas pelas milícias e o narcotráfico nas periferias dos maiores centros urbanos.
Por onde ando hoje, ambientes opacos espalho sementes de flores. Para que um dia no mesmo caminho de volta, no futuro eles sejam bem floridos, alegres e com muitas cores.
