Poesias de Medo
Medo existiu pelo vazio que se achavas cheio e já sabemos que és infinito das partículas criativas acolhedoras.
Os abismos existentes na criação foram causados pela ruptura da sábia competição, onde o medo sugeriu sempre a repetição.
Vítimas do medo, esconderijo de dons sufocados pelo egoismo, visto dá sabedoria de trato no tempo, dê vida em fatos.
Detinha.s as vergonhas do expressar, pelo medo de não poder amar, por essas e, outras, fizeram até festa, com a grandeza da misericórdia de vossa esfera, donas impostas aguardando falsas eras.
Postar in verdade liberas, mentiras e os enganos, onde o medo programava vírus e, melhor do que seguir em bandos, faz o teu dia belos em sofistícados planos.
Tudo é tão perfeito que o medo se dispersou, e, pelas mentiras, um dia cravadas, com que carregavas, nos dar de ombros, do não saber dos porquês, e é claro não nivelando pra ti (ao) desfazimento, aguardando por eras a integração dos complementos, resolvendo mal sustento.
Podes abrir pra você, era só medo do perfeito em ti, não nascer e, agora, podes compreender, o que se pode realmente fazer.
Não tinhamos medo, minha coragem cuidava de suas fragilidades, faltavam opor t unidades de two templos, pra darmos risadas, nossas loucuras nunca foram falhas e agora conjugamos fonemas espelhísticos.
Nossa sensibilidade jamais seja confundida com o medo, temos alicerces solidificados, nos dando firmeza por reverenciar com sabedoria o tempo certo de todas as coisas.
Faça sempre bom uso das larguras e comprimentos, não tendo medo da dor de carregar os sacos, alguns dizem: sacros.
O eu não sou carente, muito menos você arrogante, é o falso medo querendo tornar nossas vidas busca incessante.
Que o medo não nos retire o respeito pela existência; que a inocência não seja com fundida com ignorância; que a distância seja prolongada pelo afeto nas alegrias, em buscas para além da pele.
O depósito do medo é a ambição, tenhas saúde dando formas, faças produzir, é de Deus prosperidade, de um falseado unindo irmãos.
Pelo medo, intimidade e outros tantos, motivos de escrever, passei o serviço à quem queria apenas se ater, hoje vejo pro benefício que se pode simplesmente ocorrer.
A paralisia é falta de dom nos movimentos, onde o medo, um dia, deu lugar pondo fraudes, guardadas saudades experientes, chamados de onde move com sabedoria o hoje, dando alegria à muita gente.
Era tanto medo da graça que têm em você, que a ignorância ficou represada, pra lhe dar mais do que simplesmente ter.
As técnicas das barras, são boas precisões em falas, com o medo de repetir, o quê somente tu achavas que podias dizer.
Teu medo não tem existência, foram falsos véus, pra impedir teu próprio crescimento, pelo egoísmo de ligados filhos, correntes de necessárias compaixões, dadas por ti, pra evitar danos maiores.
A preocupação foi pelo medo de me ver se jogar, mas, se não o fizesse, ninguém poderia o bem de estar, caminhavam sem o ordenar da luz solunar.
Talento tem tempo, se usar libera o dom, pro tom limpar, e, não alertar o medo, ou, o abuso do porque não se podia, ainda, fazer.
