Poesias de Medo
O golpe tá aí, ninguém quer cair. O golpista quer dar golpe e tem medo de ser golpeado. O golpeado sabe que é golpe e não quer cair novamente no golpe do golpista. E assim vivemos a fase de solteiros descompromissados, curtindo o auge das amizades coloridas.
O medo cultivado; permanece, prevalece e nos vence. A coragem alimentada; fortalece, cresce e nos pertence.
Não boicote sua felicidade por medo de tentar, quem não tenta nunca vai descobrir a dimensão da oportunidade que tinha.
Sou intenso e profundo,transbordo amor,se você tem medo,providencie um bote salva vidas,ou se afogue só.
Sou de extremos, gosto ou não, amo ou odeio, sorrio e choro, gozo e decepciono... Não tenho medo de demonstrar sentimento verdadeiro. Tenho medo é de me tornar uma alma fria e congelar meu coração com as durezas da vida, das pessoas, e do mundo.
Sabendo que o corpo morre mas a vida continua, então porque o medo do suposto silêncio da escuridão que desconhece
''Quem tem medo de perder, tem mais dificuldade de vencer. Quem tem medo de morrer, tem mais dificuldade de viver.''
A proteção com que guardas as dádivas da vida jamais serão confundidas com o medo a que se refere a importância decorrente de seu suor interno.
O medo e o respeito à muito se fundiu, (benefícios do tempo) a ambos guardo reverência, sua renovação está no movimento o ponto em que se "guarda" suas respectivas providências.
A escuridão não possui luz porque vive à sombra dos (passados), ora carregados de medo e ou a beira dos dissimulados, sobre(-)vive esperando de outrem um ato de coragem; sublime-se e viva herdeiro.
Nesse mundo é assim: a o medo do sábio e o medo do burro; descubra o certo, sinta o necessário e responsabilize-se apenas pelo que lhe cabe a atos e fatos dos fardos.
Ficou com medo de me beijar, e, em simples palavras, não poderias nos levar, de leve porque é tão bom te encontrar.
Não tenha mais medo de respirar já sabem das proteções de seu estado (èles) também merecem às responsabilidades dos fatos por seus atos.
Que toda inteligência disposta pelo universo, não seja jamais, retalhada pelo medo da humilhação de terceiros, todos em paz primeiro.
Ficou com medo que não dava conta, tentou ajudar ou, roubar, à lousa das questões e dos fatos que já viram com previsões.
Nos direitos das locomoções, alguns se perdiam pelo medo das locuções que, ainda, não podiam integrar.
Há, pra quem se serve com tanto medo de não ser aceito, é uma imaginação direcionada pra outros meios, que normalmente não é o nosso.
Muitos tem medo do nosso certo, porque estão errados, pra decifrar livramentos de maus tratos que nada servem nem pra ratos.
O que em mim repugna, já te dei espaços pra resolver, não tenhas medo, não há subverter, já que estou simplesmente por ti ao escrever
