Poesias de Luis de Camoes Liberdade
Mas para isso precisaria de um gênio criador, porque teria de carregar o homem de qualquer coisa, da mesma maneira que eu o carrego de uma inclinação para o mar que fará dele construtor de navios. Só assim cresceria essa árvore que depois se iria diversificando. E ele havia de pedir de novo a canção triste.
Já me não entendo com essa gente dos comboios suburbanos; esses homens que homens se julgam e que, no entanto, como as formigas, estão reduzidos, por uma pressão que não sentem, aos hábitos que lhes criam.
Que hei-de eu fazer dessas alforrecas que não têm ossos nem forma? Vomito-os e restituo-os às suas nebulosas: vinde ver-me quando estiverdes construídos.
Pátria brasileira (esta comparação é melhor) é como se disséssemos manteiga nacional, a qual pode ser excelente, sem impedir que outros façam a sua.
As glórias de empréstimo, se não valem tanto como as de plena propriedade, merecem sempre algumas mostras de simpatia.
Não seria propriamente um efeito da arte, concordo, e sim da natureza; mas que é a natureza senão uma arte anterior?
Mineiras não usam o famosíssimo tudo bem. Sempre que duas mineiras se encontram, uma delas há de perguntar pra outra: "cê tá boa?" Para mim, isso é pleonasmo. Perguntar para uma mineira se ela tá boa, é como perguntar a um peixe se ele sabe nadar. Desnecessário.
Aprendi muito cedo que o sonho é mais que a realidade. No sonho, o cruel se desfaz com a mudança de foco. É simples. É só deixar de pensar. Se a paixão não convém é só trocar a cara. Fácil de resolver. A imaginação permite retoques, mudanças constantes. De Belo Horizonte a Paris eu levo um segundo. Não pago passagem, nem tenho problema com excesso de bagagem. Eu vou leve. Esqueço as roupas, Volto pra buscar. Troco a cena. Mudo o clima. Faço vir a chuva pra dormir logo. Invoco o sol para o meu mergulho e imagino a neve para amenizar o calor. Acendo lareiras nas noites frias; encontro a promissória perdida; ganho na loteria, e divido o prêmio com os pobres. Na angústia, adio a decisão. Na agonia, antecipo o fim. Na alegria, prolongo o início.
A França foi o centro cultural da Europa muito antes das pompas de Luís XIV. Os ingleses, antes de se apoderar dos sete mares, foram os supremos fornecedores de santos e eruditos para a Igreja. A Alemanha foi o foco irradiador da Reforma e em seguida o centro intelectual do mundo -- com Kant, Hegel e Schelling -- antes mesmo de constituir-se como nação. Os EUA tinham três séculos de religião devota e de valiosa cultura literária e filosófica antes de lançar-se à aventura industrial que os elevou ao cume da prosperidade. Os escandinavos tiveram santos, filósofos e poetas antes do carvão e do aço. O poder islâmico, então, foi de alto a baixo criatura da religião -- religião que seria inconcebível se não tivesse encontrado, como legado da tradição poética, a língua poderosa e sutil em que se registraram os versículos do Corão. E não é nada alheio ao destino de espanhóis e portugueses, rapidamente afastados do centro para a periferia da História, o fato de terem alcançado o sucesso e a riqueza da noite para o dia, sem possuir uma força de iniciativa intelectual equiparável ao poder material conquistado.
Sementes da Alma
Escrever poesias, rimas, simples anotações, planos, criar, registrar tudo que vem da alma, pois somos parte da natureza conectados com o universo como um avatar.
Nossa passagem aqui e feita de pequenos gestos e atitudes e essa é a memória e o legado que podemos deixar como contribuição para um mundo melhor e sustentável. Portanto, pense e reflita.
O pensamento cria.
A reflexão planeja
E a atitude executa.
Depois é só contemplar o que a lei da natureza é capaz de fazer com aquilo que você criou no fundo da alma, no coração e na luz da mente.
SÓ PRA TE VER
Só pra te ver
Eu poderia arriscar tudo
1 milhão de poesias escrever
Ser somente seu, sobretudo
Só pra ficar perto de ti
Eu posso lutar com qualquer um
Esse amor, eu já admiti
Que você é uma pessoa fora do comum
Faço tudo o que for preciso
Para conviver com seu sorriso
Faço tudo pelo seu amor
Só não quero te ver de mal-humor
O tempo se torna longo quando a ansiedade fica perto.Rouba a luz do caminho e remove o que há de mais belo.
No momento em que o hedonismo se instaura, perde-se a compaixão, rompes-se a moral e aos poucos morre o convívio social.
Até quando o tiro vai acertar só desfavorecido , até quando o preto pobre vai rotulado morrer como bandido.
Com o fim da pandemia a sociedade terá a queda das máscaras, mas infelizmente apenas as físicas. Já que as outras servem para sustentá-la.
De repente, sou atingido por esse maremoto, esse tsunami de escuridão, e sei que sou a tristeza nos olhos dela.
Se não fizermos nada, a dor dessas crianças vai se espalhar até alcançar pessoas como você. E isso será um pesadelo do qual nunca vai acordar.
O único orgulho
O único orgulho é o de conhecer Jesus Cristo, o único orgulho é de se orgulhar da obra feita na Cruz do calvário, o único orgulho é de ter a glória garantida no final da vida ao seguir o mestre aos trancos e barrancos, o único orgulho é saber que ele nos amou e se entregou apaixonadamente pelo sacrifício de Cruz, e sem palpitar, e sem falar, como um cordeiro entregue aos seus tosquiadores, fez a obra de salvação eterna, ao Rei Jesus toda honra e toda Glória.
Poesias Líricas ao Rei Jesus
Não me move, meu Deus, para querer-te
O céu que me hás um dia prometido:
E nem me move o inferno tão temido
Para deixar por isso de ofender-te.
Tu me moves, Senhor, move-me o ver-te
Cravado nessa cruz e escarnecido.
Move-me no teu corpo tão ferido
Ver o suor de agonia que ele verte.
Moves-me ao teu amor de tal maneira,
Que a não haver o céu, ainda te amara
E a não haver o inferno te temera.
Nada me tens que dar porque te queira;
Que se o que ouso esperar não esperara,
O mesmo que te quero te quisera.
