Poesias de Luis de Camoes Liberdade
Amor em flores, paixões em músicas, alegria em cores, poesias em dança... são eternas conexões com sentimentos.
Quando a noite vem traz a paz e a imensidao do luar. Brilho, sons, poesias... além de viver na esfera do pensar.
Noite quente e escura me olho no espelho não reconheço a imagem. Na tela do PC minhas poesias: escureço meu olhar, perco minha alegria, nas letras desenhadas, confesso as tristezas dos meus dias e nesses momentos de desalinho que, definitivamente, não consigo definir o que sinto, e o que desejo preciso manter a sintonia comigo mesmo. Mais á uma certa estranheza Tento fugir de mim e sempre me encontro no fim entrego-me a mim mesmo então percebo foi apenas um devaneio; O sol já desponta no horizonte em fim volto ao controle de mim Boa noite .
Nunca soube escrever poesias que trouxessem teu nome, mas sempre que lia sobre o amor tinha a certeza que estavam falando de nós.
Enquanto o poeta se esforça para transformar sua dor amorosa em poesias, algumas pessoas atiram pedras no poeta e ignoram suas poesias.
"Aprendi que o amor é feito de liberdade. É como ter, todos os dias, muitas outras opções. E ainda assim fazer a mesma livre escolha."
O homem é uma síntese de infinito e de finito, de temporal e de eterno, de liberdade e de necessidade, é, em suma, uma síntese. Uma síntese é a relação de dois termos. Sob este ponto de vista o eu não existe ainda.
A natureza reservou para si tanta liberdade que não a podemos nunca penetrar completamente com o nosso saber e a nossa ciência.
Nome: Mirla Cecilia, 24, São Luís - Ma
É poeta, cantora e compositora.
Decende de família artística. Desde criança entrelaçou-se com a música, apresentando-se em shows, adquirindo experiências práticas e profissionais. Recentemente foi pré-lançada pela mostra multicultural "Confraterna de Couto '16" que precederá o lançamento do CD "Destituição" de trabalho autoral da artista. Participou do Palco 42 e em festivais temáticos. Suas composições transitam em torno da universalidade, incluindo o Jazz, o Blues, o Pop, o Samba, o Reggae e a Bossa-Nova, estilos dos quais recebeu influências. A cantora compõe sobre os sentimentos e os sentidos, dando luz a metáforas e imagens poéticas. Sua música tem requinte e valores transcendentais.
O instante
Onde estarão os séculos, o sonho
de espadas, o que os tártaros sonharam,
onde os sólidos muros que aplanaram,
onde a árvore de Adão e o outro Lenho?
O presente está só. Mas a memória
erige o tempo. Sucessão e engano,
esta é a rotina do relógio. O ano
jamais é menos vão que a vã história.
Entre a alba e a noite há um abismo
de agonias, de luzes, de cuidados;
o rosto que se vê nos desgastados
e noturnos espelhos não é o mesmo.
O hoje fugaz é tênue e é eterno;
nem outro Céu nem outro Inferno esperes.
Quando já não tinha espaço pequena fui
Onde a vida me cabia apertada
Em um canto qualquer acomodei
Minha dança os meus traços de chuva
E o que é estar em paz
Pra ser minha sem ser tua
Quando já não procurava mais
Pude enfim, nos olhos teus vestidos d'água
Me atirar tranqüila daqui
Lavar os degraus, os sonhos e as calçadas
E assim no teu corpo eu fui chuva
Jeito bom de se encontrar
E assim no teu gosto eu fui chuva
Jeito bom de se deixar viver
Nada do que eu fui me veste agora
Sou toda gota, que escorre livre pelo rosto
E só sossega quando encontra a tua boca
E mesmo que em ti me perca
Nunca mais serei aquela
Que se fez seca
Vendo a vida passar pela janela
Quando já não procurava mais
Pude enfim, nos olhos teus vestidos d'água
Me atirar tranquila daqui
Lavar os degraus, os sonhos e as calçadas
E assim no teu corpo eu fui chuva
Jeito bom de se encontrar
E assim no teu gosto eu fui chuva
Jeito bom de se deixar viver.
*hehehe
*Que faço?
*Serei poeta eu?
*Que nada bufão eu sou!
*Chamam-me de bobo, idiota, imbecil...
*Concordo sem rancor!
*Mas, se me chamam de mongo...
*Ah....
*Choro!
*Com louvor!
*Fui coroado, rei dos bufões, dos bobos e dos Arlequinos.
*Sim sou palhaço
*amo o que faço
*vivo rindo, e fazendo os outros sorrir!
*E tu, o que fizeste pela vida!
Os Justos
Um homem que cultiva o seu jardim, como queria Voltaire.
O que agradece que na terra haja música.
O que descobre com prazer uma etimologia.
Dois empregados que num café do sul jogam um silencioso xadrez.
O ceramista que premedita uma cor e uma forma.
O tipógrafo que compõe bem esta página, que talvez nem lhe agrade.
Uma mulher e um homem que lêem os tercetos finais de um certo canto.
O que acarinha um animal adormecido.
O que justifica ou quer justificar um mal que lhe fizeram.
O que agradece que na terra haja Stevenson.
O que prefere que os outros tenham razão.
Essas pessoas, que se ignoram, estão a salvar o mundo.
Inimigos
“O apelido de Maria Tereza, para Norberto, era ‘Quequinha’. Depois do casamento, sempre que queria contar para os outros uma de sua mulher, o Norberto pegava na sua mão, carinhosamente, e começava:
- Pois a Quequinha...
E a Quequinha, dengosa, protestava:
-Ora, Beto!
Com o passar do tempo o Norberto deixou de chamar a Maria Tereza de Quequinha. Se ela estivesse ao seu lado e ele quisesse se referir a ela, dizia:
-A mulher aqui...
Ou, às vezes:
-Esta mulherzinha...
Mas nunca mais Quequinha.
(O tempo, o tempo. O amor tem mil inimigos, mas o pior deles é o tempo. O tempo ataca o silêncio. O tempo usa armas químicas.)
Com o tempo, Norberto passou a tratar a mulher por Ela.
-Ela odeia o Charles Bronson.
-Ah, não gosto mesmo.
Deve-se dizer que o Norberto, a esta altura, embora a chama-se de Ela, ainda usava um vago gesto de mão para indicá-la. Pior foi quando passou a dizer ‘essa ai’ e a apontava com o queixo.
- Essa ai...
E apontava com o queixo, até curvando a boca com um certo desdém.
(O tempo, o tempo. Tempo captura o amor e não o mata na hora. Vai tirando uma asa, depois cura.)
Hoje, quando quer contar alguma coisa da mulher, o Norberto nem olha na direção. Faz um meneio de lado com a cabeça e diz:
- Aquilo...
Minha saudade tem cheiro...
E um abraço, mais que abraço, um dom...
Diz que não tenho 1.80...
Mas tem um apertar, tão bom...
Minha saudade tem cheiro...
Cheiro a amor, cheiro a carinho...
Porque quando sinto o teu aperto e te inalo...
Sei que não estou sozinho...
Minha saudade tem cheiro...
E para lá do cheiro, aquele olhar...
Que me mergulha na alma...
Que me salva de naufragar...
Minha saudade tem cheiro...
Esse cheiro, que é tão teu...
Que o meu coração te sente à distância...
E, embora distante, te sente tão seu!
Luis Miguel
Vestiu-se de vermelho.
Vestiu-se de vermelho em um dia ensolarado, com os seus cabelos empurrados pelo vento perturbado por tanta beleza, os seus olhos ocultados pelas lentes escuras ofuscando o brilho de possíveis hipnoses...
Vestiu-se vermelho...
Ondas ultravioletas debatem-se com tamanha beleza.
“B “de beleza... “B” de “Bru”
Vestiu-se de vermelho...
Cor da perdição e da paixão ... que ilusão, sobrevive coração.
Ivan Luís roseira da Costa
Infalival mãe natureza que com a suas linhas de beleza fascinam o nosso consciente, acalmam os nossos corações e alimentam a nossa alma..
Ao contemplar tal beleza sentimos os espíritos que cantam balanceando as folhas e estalando os galhos e em sua volta desfrutamos do gorjear dos pássaros que gorjeando massajam os nossos canais auditivos.
Sem maiores preocupações com o vestir, o médico conversa descontraído com o enfermeiro e o motorista da ambulância, quando uma senhora elegante chega e de forma ríspida, pergunta:
- Vocês sabem onde está o médico do hospital?
Com tranqüilidade o médico respondeu:
- Boa tarde senhora, em que posso ser útil?
Ríspida,ela respondeu :
- Será que o senhor é surdo? Não ouviu que estou procurando um médico?
Mantendo - se calmo, contestou:
- Boa tarde senhora! O médico sou eu, em que posso ajuda-la?!
- Como?! O senhor?! Com essa roupa?!...
- Ah! Senhora! Desculpe! pensei que a senhora estava procurando um médico e não uma vestimenta...
- Oh! Desculpe doutor! Boa tarde! É que vestido assim, o senhor nem parece um médico...
- Veja bem como são as coisas - disse o médico - as vestes não parecem dizer muitas coisas, pois quando vi chegar, tão bem vestida, pensei que a senhora fosse sorrir educadamente e depois daria ''Boa Tarde''.
MORAL DA HISTÓRIA:
Como se vê, as roupas nem sempre dizem muito... As aparências nem sempre falam por si...Um dos mais belos trajes da alma ainda é a educação!
Meu amor
Estamos sozinhos
E só nos resta o depois
Meu amor
Estamos sozinhos
Desperdiçando arrepios
Ainda não aprendemos amar
Ainda não aprendemos nos dar
Ainda não aprendemos a calejar a dois
Eu já vou
Mas não partirei mais sozinho
Eu já vou
Mas levo você e o caminho
Eu nunca vou te deixar
Eu não vou desperdiçar
O que não foi
O que se vai de nós dois
O que ficou de você
Pode acontecer
Do mundo explodir amanhã
Tanto faz
No final, ainda sou eu e você
Pode acontecer
No mundo existir só nós dois
Tanto faz
No começo, sempre fui eu e você
Mas qual luz abre a sombra deste balcão? Eis o oriente é Julieta, e o sol! Oh, e a minha mulher e o meu amor!
(Ma quale luce apre l'ombra da quel balcone? ecco l'oriente. E Jiulietta, é il sole, oh, é la mia donna, é il mio amore! Atto II, Scena II
