Poesias de Luis de Camoes Liberdade
Separar a liberdade da justiça significa separar a cultura e o trabalho, o que constitui o pecado social por excelência.
Um amigo é alguém que dá liberdade total para você ser você mesmo - e especialmente para sentir ou não sentir. Qualquer coisa que você sinta naquele momento está bom para ele. É o que o amor verdadeiro significa – deixar alguém ser ele mesmo.
Não e você, sou eu. Eu não quero liberdade, eu quero que você me prenda, me sufoque (com um bom beijo, e claro), quero me prender em você e olhar seus olhos, dizendo que ta tudo bem, que vou estar sempre com você. Quero amar você e que você diga que tava com saudade. Quero que me de a mão e feche os olhos!
Nome: Mirla Cecilia, 24, São Luís - Ma
É poeta, cantora e compositora.
Decende de família artística. Desde criança entrelaçou-se com a música, apresentando-se em shows, adquirindo experiências práticas e profissionais. Recentemente foi pré-lançada pela mostra multicultural "Confraterna de Couto '16" que precederá o lançamento do CD "Destituição" de trabalho autoral da artista. Participou do Palco 42 e em festivais temáticos. Suas composições transitam em torno da universalidade, incluindo o Jazz, o Blues, o Pop, o Samba, o Reggae e a Bossa-Nova, estilos dos quais recebeu influências. A cantora compõe sobre os sentimentos e os sentidos, dando luz a metáforas e imagens poéticas. Sua música tem requinte e valores transcendentais.
É no silêncio da noite que surgem grandes poesias. A noite é amiga dos poetas, a brisa, o céu estrelado. Nossa como a noite me inspira, me trás calmaria e uma grande paz interior !🌕🌌❤💞
Penso que deveríamos viver a vida como, as poesias de felicidade, de amor, de alegria, penso que ser poeta e ser eterno, ser imortal, porque somos imortais.
Frases e Poesias, não são só feitas de palavras de inspiração. Mas sim, de sentimentos, que brotam do coração...
Quando a noite vem traz a paz e a imensidao do luar. Brilho, sons, poesias... além de viver na esfera do pensar.
Amor em flores, paixões em músicas, alegria em cores, poesias em dança... são eternas conexões com sentimentos.
Noite quente e escura me olho no espelho não reconheço a imagem. Na tela do PC minhas poesias: escureço meu olhar, perco minha alegria, nas letras desenhadas, confesso as tristezas dos meus dias e nesses momentos de desalinho que, definitivamente, não consigo definir o que sinto, e o que desejo preciso manter a sintonia comigo mesmo. Mais á uma certa estranheza Tento fugir de mim e sempre me encontro no fim entrego-me a mim mesmo então percebo foi apenas um devaneio; O sol já desponta no horizonte em fim volto ao controle de mim Boa noite .
Nunca soube escrever poesias que trouxessem teu nome, mas sempre que lia sobre o amor tinha a certeza que estavam falando de nós.
Enquanto o poeta se esforça para transformar sua dor amorosa em poesias, algumas pessoas atiram pedras no poeta e ignoram suas poesias.
Mas todas suas iras são de Amor;
todos os seus males são um bem,
que eu por todo outro bem não trocaria.
E aqueles que por obras valerosas
Se vão da lei da morte libertando:
Cantando espalharei por toda a parte,
Se a tanto me ajudar o engenho e arte.
Nota: Trecho do livro "Os Lusíadas" de Luís de Camões
Vossos olhos, Senhora, que competem
Com o Sol em beleza e claridade,
Enchem os meus de tal suavidade,
Que em lágrimas de vê-los se derretem.
Meus sentidos prostrados se submetem
Assim cegos a tanta majestade;
E da triste prisão, da escuridade,
Cheios de medo, por fugir remetem.
Porém se então me vedes por acerto,
Esse áspero desprezo com que olhais
Me torna a animar a alma enfraquecida.
Oh gentil cura! Oh estranho desconcerto!
Que dareis c' um favor que vós não dais,
Quando com um desprezo me dais vida?
Amor, com a esperança já perdida
o teu sagrado templo visitei;
por sinal do naufrágio que passei,
em lugar dos vestidos, pus a vida.
Que queres mais de mi, que destruída
me tens a glória toda que alcancei?
Não cures de forçar-me, que não sei
tornar a entrar onde não há saída.
Vês aqui a alma, a vida e a esperança,
despojos doces do meu bem passado,
emquanto quis aquela que eu adoro.
Neles podes tomar de mi vingança:
e, se ainda não estás de mi vingado,
contenta-te com as lágrimas que choro.
Que poderei do mundo já querer,
que, naquilo em que pus tamanho amor,
não vi senão desgosto e desamor,
e morte, enfim; que mais não pude ver!
Pois vida me não farto de viver,
pois já sei que não mata grande dor,
se cousa há que mágoa dê maior,
eu a verei; que tudo posso ver,
A morte, a meu pesar, me assegurou
de quanto mal me vinha; já perdi
o que perder o medo me ensinou.
Na vida desamor somente vi,
na morte a grande dor que me ficou;
parece que para isto só nasci.
Lembranças, que lembrais meu bem passado
Lembranças, que lembrais meu bem passado,
Pera que sinta mais o mal presente,
Deixai-me, se quereis, viver contente,
Não me deixeis morrer em tal estado.
Mas se também de tudo está ordenado
Viver, como se vê, tão descontente,
Venha, se vier, o bem por acidente,
E dê a morte fim a meu cuidado.
Que muito melhor é perder a vida,
Perdendo-se as lembranças da memória,
Pois fazem tanto dano ao pensamento.
Assim que nada perde quem perdida
A esperança traz de sua glória,
Se esta vida há-de ser sempre em tormento.
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Mas eu que falo, humilde, baixo e rudo,
De vós não conhecido nem sonhado?
Da boca dos pequenos sei, contudo,
Que o louvor sai às vezes acabado;
Nem me falta na vida honesto estudo,
Com longa experiência misturado,
Nem engenho, que aqui vereis presente,
Cousas que juntas se acham raramente.
Amor é fogo que arde sem se ver;
É ferida que dói, e não se sente;
É um contentamento descontente;
É dor que desatina sem doer.
É um não querer mais que bem querer;
É um andar solitário entre a gente;
É nunca contentar-se de contente;
É um cuidar que se ganha em se perder.
