Poesias de Gregorio de Matos Guerra

Cerca de 83746 frases e pensamentos: Poesias de Gregorio de Matos Guerra

⁠... não importa
a idade que você tem;
pois nenhum aprendizado
é fruto da pressa,
mas resultado da estatura
e consistência do
Ser!

⁠... aos dispersos
de um cordial e estimulante
gesto de gratidão,decerto
não faltarão os rasos
pretextospor não
expressá-lo!

⁠... unanimidades
não são necessariamente
'burras', porém inconsistentes;
em razão, de tão diversos gostos,
tamanhos; de um tanto ou nem
tantos conteúdos e profundidades,
que cada um no devido tempo
e talento, enfim possa
alcançar!

⁠... desejar
um viver sem culpas
é render-se ao inconcebível -
refreando possibilidades; quando
não ,o próprio destino - na verdade,
cada homem vive sob os limites
de sua própria índole
sempre carente de
reparos!

... sábios,
na realidade, não são seres especiais, inflexíveis - sequer, insólitos visionários disseminando suas robustas impressões e conteúdos capazes de subjugar
os labores do tempo...
Verdadeiros sábios, a meu ver, são seres
comuns, moderados - externando uma invulgar
e já calejada mestria em oportunizar soluções,
em que, a maioria de nós só enxerga
problemas!

⁠... o mais
profundo do que somos
e sentimos, vive à flor da nossa
própria pele - embora carecente
de uma peculiar e sutil sensibilidade -
a qual, indiferentes, soberbos,
teimamos em ignorar...
Reconheça-se!

... nenhum
vício torna-se menos
nocivo - sequer menos letal -
pelo simples fato de algunstramarem
reduzi-lo a uma inocente atividade
recreativa!⁠

... ter consciência
do Divino, não significa
dobrarjoelhos a quaisquer
personagemou liturgia - porém,
seguidamenterevestir-se de plausíveis
saberes -dos virtuosos hálitos ⁠da prudência;
propensos a nos manterem de pé
e caminhando!

... muitas vezes
a ausência de liberdade
não é resultado de fatores
externos, opressivos - porém, efeito
da nossa falta de limites - da incapacidadeem controlar
nossos próprios
instintos! ⁠

⁠... dessa
nossa vida, nada
se perde - contrariamente, muito
se ganha, conquista - a não ser,
aquilo que não venha como
fruto do nosso próprio
trabalho!

⁠Se um dia a senhora ler esta mensagem, quero que saiba o quanto a senhora foi uma inspiração em minha vida. Este pequeno texto é uma singela homenagem cheia de gratidão e alegria por tudo o que aprendi com a senhora. Muito obrigado por cada lição, professora Tânia P.

Com muito carinho e admiração, seu ex-aluno, Vitor Ferreira de Paula. 2024.

⁠Envio estas palavras ao universo, desejando que um dia cheguem até você. Mesmo ausente, você viverá em minhas lembranças. Viva plenamente, encontre felicidade, ame intensamente, cuide-se e espalhe bondade. Hoje, uma pergunta me fez refletir sobre como mudar nossa visão do mundo. Que essa reflexão traga inspiração e alegria à sua vida. Seja feliz.

Vitor Ferreira de Paula

Ainda que distante de minhas ocupações intelectuais, persisto em auxiliar os que necessitam, não por interesse, mas por respeito ao dever. Pois é na conformidade da vontade com a lei moral que o homem encontra o verdadeiro valor e a autêntica satisfação da vida racional.


Vitor Ferreira de Paula

Querer não é poder. Agir é preciso!
O verdadeiro poder nasce da união entre querer, planejar e agir, transformando intenções em atitudes concretas.

Bom dia!


Tem dias que pedem delicadeza,
não pressa.


Então vai com calma.
Sem se cobrar tanto,
sem exigir respostas que ainda estão nascendo.


A vida também se ajeita
nos passos pequenos,
nos respiros fundos,
nos recomeços que ninguém vê.


Que hoje você se permita ir…
com leveza no coração
e fé no que ainda vai florescer.


Edna de Andrade
@coisasqueeusei.edna

O Soneto da Hora


A hora passa,
A vida em massa,
O tempo voa,
A alma à toa.
O relógio bate,
O peito late,
No silêncio,
Do momento.
A sombra cresce,
O dia esquece,
De quem ficou.
Na escuridão,
Só o coração,
Que não parou.

RUA




A rua mastiga os homens: mandíbulas de asfalto, argamassa, cimento, pedra e aço.


A rua deglute os homens: e nutre com eles seu sôfrego, onívoro esôfago.


A rua digere os homens: mistério dos seus subterrâncos com cabos e canos.


A rua dejeta


os homens: o poeta,


agiota, o larápio,


bêbado e o sábio.

"Por mais terras


que eu percorra


Não permita Deus


que eu morra


Sem que volte


para lá"

O Soneto do Fim


A luz se apaga,
A sombra vaga,
O dia finda,
A alma ainda.
O tempo corre,
A vida morre,
No chão de pedra,
Onde o mal medra.
É o fim da lida,
Noite esquecida,
Sem mais alento.
Na escuridão,
O coração,
Vira só vento.

O Soneto da Noite


A noite chega,
A luz se nega,
O medo vem,
Não há ninguém.
O vento frio,
No som do rio,
Traz o temor,
De um velho horror.
A sombra invade,
Pela cidade,
Todo o clarão.
Só a memória,
Conta a história,
Na escuridão.